DST/HIV/AIDS

Serviços de Atenção às Pessoas com DST/AIDS

Os serviços oferecidos às pessoas portadoras do vírus da AIDS ou de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST’s) são provenientes, em sua grande maioria, de iniciativas e projetos advindos e executados pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS) e Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (SESAB), em parceria com instituições voltadas para a saúde ou se estabelecem enquanto unidades que não se vinculam a outros serviços.

De acordo com Souza et all (2010), tais serviços foram implementados no Brasil a partir da década de 80 já com programas voltados para DST/AIDS organizados em alguns estados brasileiros. O Ministério da Saúde assume a organização institucional das atividades de controle e prevenção da AIDS e, em 88, o Programa Nacional de DST/AIDS é oficialmente criado (M.S,1998a apud Souza et all, 2010).

Ainda seguindo esses autores, algumas características que marcaram este período no contexto nacional, compreendidas entre os anos de 1986 a 1990, foram:

a mudança da política no nível federal, bem como o aumento da participação das instâncias não governamentais à epidemia, que se coadunam com o processo de gradual redemocratização em curso no país. Nessa época, há uma intensa movimentação na organização da chamada sociedade civil em várias áreas, com a organização da Assembleia Nacional Constituinte e a votação da Constituição “cidadã”; período também em que o movimento da reforma sanitária vive seus momentos mais expressivos. Acompanhando esta fase há um processo de transformação lenta da gestão administrativa do governo federal, que no lastro da herança do período ditatorial, procura ainda manter sua hegemonia e condução centralizadora (Parker,1997b; Guerra,1993apud Souza et all, 2010).

De maneira geral, seus principais objetivos consistem em assegurar uma atenção de excelência e melhoria da qualidade de vida dos usuários; oferecer um acompanhamento para esses indivíduos por meio de testes sorológicos para HIV, Hepatites, HTLV e Sífilis, diagnosticando, assim, tais doenças; na prática de atividades de aconselhamento, acolhimentos, palestras educativas,com o intuito de assegurar à população esclarecimentos sobre, por exemplo, a epidemia da AIDS; promover a defesa contra a discriminação dos grupos considerados vulneráveis; disponibilizar orientação aos profissionais de saúde, como também tratamentos para as doenças sexualmente transmissíveis e, por fim, desenvolver atividades de prevenção articuladas com a comunidade, na perspectiva de integração dos serviços no contexto aos quais estão situados.

Tais iniciativas adotam como referências éticas e políticas os princípios do Sistema Único de Saúde – SUS, sendo estes a universalidade, descentralização, hierarquização, equidade e participação social, buscando, nesse sentido, fomentar, planejar, acompanhar e avaliar as ações de prevenção às DST’s e AIDS desenvolvidas nos Distritos Sanitários e nas Organizações da Sociedade Civil (OSC), atuando na defesa aos direitos humanos e de cidadania, contra o preconceito e a discriminação e na garantia do acesso universal à assistência gratuita, incluindo medicamentos específicos, e o direito de acesso aos meios adequados de prevenção para toda a população.

Para além de integrar as ações de prevenção às DST’s/AIDS na rede de serviços de saúde com o objetivo de melhorar o acesso da população, estas áreas de atuação são também responsáveis pela descentralização das ferramentas de prevenção (preservativos masculinos e femininos, gel lubrificante e material educativo) para todos os Distritos Sanitários e outros parceiros governamentais e não governamentais.

Os serviços de atenção às pessoas com DST/AIDS, ao longo dos seus períodos de implementação, passaram por sucessivas reformas, com o objetivo de melhorar a qualidade de práticas oferecidas devido ao aumento da demanda populacional pela procura de tais instâncias. De maneira geral, eles se caracterizam enquanto casas de apoio e assistência aos portadores do vírus HIV e DST’s, como apêndices de hospitais que realizam trabalho conjunto por meio de testes, diagnósticos e oferta de tratamentos, bem como locações de estrutura própria (Centro Especializado em Diagnóstico Assistência e Pesquisa – CEDAP, por exemplo). Diante disso, tem-se o Hospital Couto Maia que, a principio, não abarcava serviços especializados voltados para portadores do vírus da Aids.  Ao decorrer de sua reestruturação, o Ambulatório de Aids do Hospital Couto Maia foi criado para suprir as necessidades de tratamento dessa população.

Os serviços, em sua maioria, trabalham com equipes multiprofissionais que contam com profissionais de diversas áreas, tais como: Assistência Social, Enfermagem, Terapia Ocupacional, Psicologia, Farmácia, entre outros. Nesse aspecto, leva-se em consideração o olhar mais abrangente sobre o indivíduo portador das DST’s ao considerar os vários quesitos que o constituem como o social, psicológico e orgânico. Desse modo, busca-se intersetorialidade e interdisciplinaridade em tais práticas, já que, por serem serviços onde tais profissionais atuam enquanto equipes multiprofissionais, pressupõe-se que haja dinâmica pautada na democratização dos saberes e atuações onde as áreas se comunicam e complementam de forma horizontal.

Nesse sentido, a remodelação do conceito de saúde adotado pelo SUS, onde “A saúde passa a ser entendida de forma mais ampliada, com o deslocamento da ênfase da doença para o sujeito concreto – sujeito portador de alguma enfermidade. (CAMPOS, 1997)” e a inserção do psicólogo dentro desses serviços que dão assistência às pessoas com DST/AIDS implicaram na inclusão dos aspectos subjetivos no campo da saúde. Essa atuação, apesar de importante, é dificultada devido à deficiência da formação desses profissionais que se encontram imersos no contexto da saúde.

Assim, os psicólogos reconhecem como práticas a psicoterapia, avaliação psicológica e grupos terapêuticos, contudo não sabem lidar com contextos que fujam a essas ações. Isso é problemático na medida em que tal atuação não promove um exercício profissional ampliado que leve em consideração quesitos como: inteiro compromisso com o sujeito portador da DST, busca por conhecimentos diferentes que vão além de sua área de atuação e a consciência de assumir postura ética frente a esses indivíduos e ao ambiente do SUS. Aliado a isso, há a falta de uma estrutura que delimite quais são as práticas psicológicas em relação aos outros profissionais de saúde.

No mesmo plano, outro fator a ser considerado dentro desse contexto é a questão da vulnerabilidade, tanto no âmbito social como emocional. Tal situação se torna importante, já que a própria doença, por si só, provoca estado de fragilidade em seu portador necessitando, por tanto, que o profissional de saúde e, em especial, o psicólogo esteja atento a essa questão, de modo a convocar o SUS como um todo a assistir essa problemática. Dessa maneira, o SUS (enquanto entidade promotora da saúde) e o psicólogo devem ter suas práticas pautadas em atividades de prevenção, promoção e assistência.

Por sua vez, organizando-se dentro de uma dinâmica de atuação referenciada em promover ações preventivas, de assistência, de vigilância epidemiológica, de desenvolvimento humano e institucional e, por fim, de articulação com a sociedade civil.

Esses processos de trabalho devem ser pensados e executados dentro desses preceitos básicos para que os serviços oferecidos à população em questão sejam técnicos, eficazes, direcionados e de qualidade.

Por possuírem caráter multidisciplinar e intersetorial, os serviços abordados estabelecem contato com outras instituições com o intuito tanto de receberem apoio, sejam eles financeiros ou materiais, a exemplo das casas de apoio à população portadora de DST/AIDS,como também de fazer articulações com outros espaços que possam dar conta dessas demandas. Tal contexto propicia uma rede de atenção e cuidado aos que deles fazem uso e desenvolvem interação rica e construtiva entre esses diferentes ambientes.

Além de fazer articulações com outros espaços que também funcionam enquanto serviços, Redes de Referência, para diagnóstico, acolhimento, tratamento, prevenção, etc. Juntamente a isso, atendem outras demandas que vão para além da temática relacionada às DST’s, de modo que se tornam ambientes de ampla e múltipla atuação não deixando, com isso, de atender outras necessidades dos portadores de DST’s.

Neste contexto, nota-se a presença de boas práticas no cotidiano desses serviços, na medida em que estes oferecem ferramentas para que a demanda da população seja atendida dentro dos caminhos possíveis de cada segmento. Tal situação deve ocorrer de modo não excludente visando a integração social dessas pessoas e a quebra de estigmas, bem como da promoção de saúde e qualidade de vida para esses indivíduos. Dentro dessa perspectiva, ações como a redução de danos (distribuição de preservativos e materiais educativos), o acolhimento humanizado, a busca pela articulação com a comunidade, dentre outras, só evidenciam essa preocupação de fornecer serviços que sejam pautados na dignificação do sujeito, se tornando, portanto, práticas inovadoras.

Como qualquer serviço prestado à população, as práticas que se voltam para portadores de HIV/DST também enfrentam uma série de desafios que se referem tanto a nível financeiro e de estrutura, quanto de articulação com outros segmentos da sociedade. Nesse contexto, a burocratização dos órgãos que mantém a maioria desses serviços se torna empecilho para a execução de práticas de qualidade, já que requerem tempo e disponibilidade dos envolvidos em ter e manter locações bem equipadas e com bons profissionais, ou seja, que sejam eficazes no que se propõem a realizar para, assim, produzir e dar continuidade a um trabalho que tenha, verdadeiramente, um papel social.

 

 Referências:

Coordenação Municipal de DST/Aids:
http://www.saude.salvador.ba.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=217&Itemid=3
 
Hospital Couto Maia:
http://www.saude.ba.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=5649:hospitalcouto-maia-comemora-160-anos-de-funcionamento-&catid=1:noticiascidadaousuario&Itemid=14
 
Centro de Especializado em Diagnóstico Assistência e Pesquisa– CEDAP:
http://www.saude.ba.gov.br/cedap/index.php?option=com_content&view=frontpage&Itemid=34
 
Casa de Apoio e Assistência aos Portadores do Vírus HIV:http://www.caasah.com.br/historia.html
 
Referências Técnicas Para a Prática do(a) Psicólogo(a) nos Programas de DST e AIDS.
http://observatorio03.wordpress.com/referencias-tecnicas/

MARCOS LÓGICOS E LEGAIS

Legislação DST/HIV/AIDS

Marcos Lógicos

PUBLICAÇÃO
EMENTA
ANO

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS

Lista os direitos e deveres fundamentais de todo ser humano.

1948

Declaração Americana dos Direitos e Deveres do Homem

Resolução XXX, Ata Final, aprovada na IX Conferência Internacional Americana, em Bogotá, em abril de 1948. Cita os direitos essenciais do homem, que os Estados americanos devem reconhecer.

1948

VIII Conferência Nacional de Saúde

A 8ª CNS foi o grande marco nas histórias das conferências de saúde no Brasil. Foi a primeira vez que a população participou das discussões da conferência. Suas propostas foram contempladas tanto no texto da Constituição Federal/1988 como nas leis orgânicas da saúde, nº. 8.080/90 e nº. 8.142/90. Participaram dessa conferência mais de 4.000 delegados, impulsionados pelo movimento da Reforma Sanitária, e propuseram a criação de uma ação institucional correspondente ao conceito ampliado de saúde, que envolve promoção, proteção e recuperação.

1988

Declaração dos direitos fundamentais da pessoa portadora do vírus da Aids

Idealizada pelo jornalista e escritor Herbert Daniel - fundador do Grupo Pela Vidda/RJ - e apresentada em 1989, durante o encontro nacional das ONG-ENONG - na cidade de Porto Alegre/RS, em 1989.

1989

MANUAL DO MULTIPLICADOR – AMBIENTE PRISIONAL

Manual de orientação para atuação do agente multiplicador de saúde, que pretende informar e educar o presidiário para os riscos de infecção pelo HIV e a AIDS, fazendo com que, a partir da conscientização, ele se tome responsável e capaz de se prevenir, resguardando a sua saúde e a do seu grupo de condição.

1996

MANUAL DO MULTIPLICADOR – PREVENÇÃO ÀS DST/AIDS

A prevenção das DST e da infecção pelo HIV exige diferentes formas e níveis de atuação. Dentre elas destaca-se a educação através dos pares, como a mais bem sucedida e documentada, quando se deseja diminuir o risco de infecção entre indivíduos e/ou grupos cujo comportamento os tornam mais vulneráveis às DST e ao HIV. Baseado nessa experiência e compreendendo que a sociedade brasileira já acumula experiência suficiente para que o processo seja enormemente ampliado, o PNDST/AIDS passa a implementar essa estratégia também através da disponibilização de material instrucional para a formação de agentes para atuarem diretamente com grupos de maior risco. Neste contexto foi publicado este Manual.

1996

Manual do Multiplicador – Profissional do Sexo

Manual destinado ao trabalho do multiplicador com Profissionais do Sexo. O propósito do manual é instrumentalizar os profissionais do sexo a multiplicar as técnicas de prevenção às DST/AIDS, entre os seus pares, sem, de maneira alguma, ordenar conceitos morais alheios às necessidades desse público alvo.

1996

PROTOCOLO DE SAN SALVADOR

Protocolo Adicional à Convenção Interamericana Sobre Direitos Humanos em Matéria de Direitos Econômicos, Sociais e Culturais.

1998

Aconselhamento em DST, HIV e Aids

O aconselhamento é um instrumento importante para a quebra da cadeia de transmissão das DST e HIV/AIDS, na medida em que propicia uma reflexão sobre os riscos de infecção e a necessidade de sua prevenção. O documento aqui tem por finalidade auxilar os trabalhadores de saúde que atuam neste contexto a exercerem, de forma mais aprimorada e eficaz, as práticas de aconselhamento em DST e HIV/AIDS.

1998

Aconselhamento: Um Desafio Para Prática Integral Em Saúde

A presente publicação constitui uma síntese da pesquisa de avaliação qualitativa das ações de aconselhamento em DST,
HIV e AIDS desenvolvidas no âmbito de serviços de saúde
selecionados do Sistema Único de Saúde - SUS. Esta publicação destina-se a todos os profissionais de saúde, em especial os que trabalham com DST e aids. Busca contribuir para uma reflexão sobre a postura e a prática profissional e apontar para a importância do aconselhamento numa perspectiva de atendimento integral e centrado na pessoa.

1999

Aconselhamento em DST/HIV/Aids para a Atenção Básica

O conteúdo apresentado pelo documento é produto de discussão por parte de profissionais experientes na área de aconselhamento na rede especializada de DST/AIDS e, também, de profissionais que trabalham na rede básica de saúde.

2000

Políticas e diretrizes de prevenção das DST/Aids entre mulheres

Trata-se de um manual de Políticas e Diretrizes de Prevenção às DST e HIV/Aids entre Mulheres.

2003

Plano Nacional de Saúde

O objetivo do Plano é promover o cumprimento do direito constitucional à saúde, visando a redução do risco de agravos e o acesso universal e igualitário às ações para a sua promoção, proteção e recuperação, assegurando a eqüidade na atenção, aprimorando os mecanismos de financiamento, diminuindo as desigualdades regionais e provendo serviços de qualidade, oportunos e humanizados.

2004

Práticas profissionais do(a) psicólogo(a) no campo das DST/aids

O relatório da pesquisa sobre a atuação de psicólogos nos Programas de Prevenção e Tratamento às DSTs e AIDS, que o Conselho Federal de Psicologia apresenta, constitui mais um passo no sentido de ampliar o conhecimento sobre a experiência dos psicólogos no âmbito das políticas públicas, contribuindo para a qualificação e para a organização da atuação profissional, tarefa para a qual foi concebido o Centro de Referência Técnica em Psicologia e Políticas Públicas (Crepop).

2009

Marcos Legais

PUBLICAÇÃO
EMENTA
ANO

Política Nacional de DST /Aids – Princípios, Diretrizes e Estratégias

Sistematiza as diretrizes que norteiam as ações do Programa Nacional de DST/AIDS no âmbito da Secretaria de Políticas de Saúde do Ministério da Saúde.

1999

Declaração de Compromisso na Luta contra o HIV/Aids

A comunidade internacional aprovou a declaração na Sessão Extraordinária da Assembléia Geral, realizada de 25 a 27 de junho de 2001, com o objetivo comum de reduzir a propagação do HIV/AIDS e atenuar seus efeitos.

2001

Política Brasileira de Aids: Principais resultados e avanços (1994 – 2002)

Prevenção, Assistência e Tratamento, Direitos Humanos, Cooperação Internacional e Desafios.

2002

PNA - Plano Nacional de Monitoramento e Avaliação

Documento referencial que explicita as diretrizes técnico-científicas e operacionais da política de Monitoramento e Avaliação do PN-DST/AIDS. O foco desse plano é o uso do M&A para a melhoria do programa, embora aborde também a prestação de contas à sociedade e a outros parceiros.

2005

Direitos Humanos e HIV/Aids: Avanços e perspectivas para o enfrentamento da epidemia no Brasil

Esta publicação pretende trazer trajetórias, avanços e perspectivas propostas pelas várias pessoas e instituições que integram o cenário da defesa dos direitos humanos no enfrentamento da epidemia de HIV/AIDS no país.

2008

Parecer nº 10

Estabelece princípios éticos a serem observados diante de resultados sorologicamente positivos para pacientes portadores da AIDS.

1987

Lei nº 7.670

Estende aos portadores da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida - SIDA/AIDS os benefícios que especifica e dá outras providências.

1988

Lei nº 7.649

Estabelece a obrigatoriedade do cadastramento dos doadores de sangue bem como a realização de exames laboratoriais no sangue coletado, visando a prevenir a propagação de doenças, e dá outras providências.

1988

Parecer 14

Analisa aspectos éticos da AIDS quanto a discriminação na relação médico-paciente, instituições, medicina do trabalho e pesquisa.

1988

Lei nº 7.713

Isenta portadores de HIV/aids do Imposto de
Renda sobre aposentaria ou reforma

1988

Parecer nº 18

Analisa a indicação de procedimentos de esterilização e sigilo profissional nos casos de AIDS.

1989

Lei nº 8.080

Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências.

1990

Lei n° 8.142

Dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde (SUS) e sobre as transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde e dá outras providências.

1990

Portaria Interministerial nº 796

Proíbe discriminação de crianças portadoras de HIV/AIDS nas escolas.

1992

Portaria Interministerial nº 869

Proíbe testagem anti-HIV de funcionários públicos federais: admissão, periódico e demissional.

1992

Lei nº 8.742

Garante um salário mínimo mensal a pessoa portadora de deficiência e a pacientes sem condições de trabalhar.

1993

Portaria nº 21

Orienta e organiza o acesso e a distribuição dos medicamentos para AIDS.

1995

Lei nº 9.313

Dispõe sobre a distribuição gratuita de medicamentos aos portadores do HIV e doentes de AIDS.

1996

Portaria nº 874

Guia de condutas terapêuticas em HIV/AIDS.

1997

Portaria nº 1.886

Aprova as Normas e Diretrizes do Programa de Agentes Comunitários de Saúde e do Programa de Saúde da Família.

1997

Parecer nº 15

A realização de testes sorológicos para o vírus da imunodeficência humana sem prévio consentimento do candidato a concursos civis ou militares, bem como a incapacitação destes candidatos pelo fato de apresentarem tais exames sorológicos positivos constitui violação aos Direitos Humanos, afronta a Constituição Federal e caracteriza conduta antiética por parte do médico que respalda tal normativa.

1997

Portaria nº 1.943

Define a relação de doenças de notificação compulsória para todo território nacional, incluindo entre elas a infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) em gestantes e crianças expostas ao risco de transmissão vertical, sífilis congênita, Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS).

2001

Lei nº 10.449

Dispõe sobre a comercialização de preservativos masculinos de látex de borracha.

2002

Portaria nº 2.104

Institui, no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS, o Projeto Nascer-Maternidades e dá outras providências.

2002

Portaria nº 2.313

Institui incentivo financeiro para estados, Distrito Federal e municípios implementarem ações programáticas para Aids e outras DSTs.

2002

Portaria nº 2.314

Aprova a Norma Técnica - Incentivo HIV/AIDS e outras DST - Nº 01/2002.

2002

Lei Municipal nº 13.325

Institui o Conselho Gestor do Centro de Referência e Treinamento em DST/AIDS (São Paulo).

2002

Lei Complementar nº 10.409

Introduz e normatiza a Redução de Danos na Lei
6368/76 enquanto estratégia de Saúde Pública.

2002

Portaria Interministerial de 12/04/02

Institui Política de Saúde nos Presídios.

2002

Portaria Ministerial de 18/11/02

Institui o projeto Nascer para evitar transmissão do HIV da mãe para o filho.

2002

Portaria nº 1.679

Aprova normas relativas ao Sistema de Monitoramento da Política de Incentivo no Âmbito do Programa Nacional de DST e AIDS, e dá outras providências.

2004

Portaria nº 1.824

Dispõe sobre as normas relativas aos recursos adicionais destinados a estados, ao Distrito Federal e a municípios, qualificados para o recebimento de incentivo para o financiamento das ações desenvolvidas por Casas de Apoio para Adultos Vivendo com HIV/Aids.

2004

Projeto de Lei 6.124

Define o crime de discriminação dos portadores do vírus da imunodeficiência humana (HIV) e doentes de AIDS.

2005

Portaria nº 151

Institui a testagem anti-HIV.

2009

Lei nº 4.294

Institui a Semana Distrital de Prevenção da Síndrome de Imunodeficiência Adquirida – AIDS e das Demais Doenças Sexualmente Transmissíveis, e dá outras providências.

2009

Decreto nº 7.508

Regulamenta a Lei no 8.080, de 19 de setembro de 1990, para dispor sobre a organização do Sistema Único de Saúde - SUS, o planejamento da saúde, a assistência à saúde e a articulação interfederativa.

2011

Portaria nº 2.203

Habilita Municípios e os Estados a receberem recursos federais destinados à aquisição de equipamentos e material permanente para estabelecimentos de saúde.

2011

Resoluções

PUBLICAÇÃO
EMENTA
ANO

Resolução 1.359

É vedada a realização compulsória da sorologia para HIV, em especial como condição necessária a internação hospitalar, pré-operatório, ou exames pré-admissionais ou periódicos e, ainda, em Estabelecimentos Prisionais.

1992

Resolução 1.401

As empresas de seguro-saúde, empresas de Medicina de Grupo, cooperativas de trabalho médico, ou outras que atuem sob a forma de prestação direta ou intermediação dos serviços médico-hospitalares, estão obrigadas a garantir o atendimento a todas as enfermidades relacionadas no Código Internacional de Doenças da Organização Mundial de Saúde, não podendo impor restrições quantitativas ou de qualquer natureza.

1993

Resolução 1.665

Dispõe sobre a responsabilidade ética das instituições e profissionais médicos na prevenção, controle e tratamento dos pacientes portadores do vírus da SIDA (AIDS) e soropositivos.

2003

Resolução 153

Determina o Regulamento Técnico para os procedimentos hemoterápicos, incluindo a coleta, o processamento, a testagem, o armazenamento, o transporte, o controle de qualidade e o uso humano de sangue, e seus componentes, obtidos do sangue venoso, do cordão umbilical, da placenta e da medula óssea.

2004

DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA

PUBLICAÇÃO
ORIGEM
EMENTA
ANO

Metodologia de planeamento estrategico para o HIV/SIDA e outras DST no Brasil

Ministério da Saúde

Busca a melhoria da qualidade de vida das pessoas vivendo com HIV e AIDS, na garantia do diagnóstico e tratamento das DST e da infecção pelo HIV, bem como na adoção de práticas seguras que reduzam a transmissão sexual e parenteral do HIV.

1998

Política Nacional de DST/AIDS: Princípios, Diretrizes e Estratégias

Ministério da Saúde

Visa sistematizar as diretrizes que norteiam as ações do Programa
Nacional de DST/AIDS no âmbito da Secretaria de Políticas de Saúde do Ministério da Saúde.

1999

Gênero e prevenção das DST/AIDS

Coordenação Nacional de DST/AIDS (CN-DST/AIDS)

Versão da consultoria solicitada pela Unidade de Prevenção da Coordenação Nacional de DST/AIDS (CN-DST/AIDS) em junho de 2001, para subsidiar diretrizes para a prevenção de DST/AIDS em mulheres, com um enfoque de gênero. O trabalho tomou como ponto de partida o documento “Diretrizes e Políticas de Prevenção e Controle de DST/AIDS em Mulheres” (1997), elaborado pelo grupo de trabalho constituído pela CN-DST/AIDS para aprofundar este tema.

2001

Adolescentes Jovens vivendo com HIV/AIDS: Cuidado e Promoção da Saúde no cotidiano da Equipe Multiprofissiona

Harvard AIDS Institute

Resultado de um projeto de pesquisa conduzido por diversos profissionais e
instituições brasileiras no campo da AIDS, integrado numa iniciativa de cooperação internacional para melhoria do cuidado das pessoas vivendo com HIV/AIDS: o projeto Enhancing Care
Iniciative (ECI). A iniciativa é coordenada pelo Harvard AIDS Institute e François-Xavier Bagnoud Center
for Health and Human Rights, da Harvard School of Public Health.

2004

Critérios de Definição de Casos de AIDS em Adultos e Crianças

Ministério da Saúde

A atual revisão (2004) está embasada na experiência acumulada nesses dezesseis (16) anos de vigilância da AIDS no Brasil, mas é conseqüência, principalmente, da necessidade de simplificar os critérios de defi nição de caso vigentes, sem prejuízo à sua sensibilidade. No presente documento, estruturou-se, em uma só publicação, as novas definições de casos de AIDS em adultos e crianças no Brasil estabelecidas em 2003.

2004

Plano de Enfrentamento da Epidemia de AIDS e das DST entre gays, HSH e travestis

Ministério da Saúde

O Ministério da Saúde, em parceria com o Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (CONASS) e o Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (CONASEMS), apresenta às instituições
que atuam no campo da promoção da saúde, dos direitos humanos, dos direitos sexuais e reprodutivos o Plano Nacional de Enfrentamento da Epidemia de AIDS e DST entre Gays, outros Homens que fazem Sexo com Homens (HSH) e Travestis.

2007

Prevenção Posithiva

Ministério da Saúde

Folhetos voltados para profissionais de saúde, gestores, soropositivos e familiares que tratam da prevenção posithiva, protagonismo, direitos humanos, qualidade da atenção à saúde, sexualidade, adesão ao tratamento, uso de álcool e outras drogas, além de esclarecer sobre HIV, AIDS e outras doenças sexualmente transmissíveis.

2007

Diretrizes para o fortalecimento das ações de adesão ao tratamento para pessoas que vivem com HIV e AIDS

Ministério da Saúde

Afirma-se a importância da adesão ao tratamento como uma das dimensões do cuidado integral e recomendam-se ações que proporcionem melhoria na qualidade de vida de quem vive com HIV ou AIDS.

2007

Teste rápido – Porque não?

Ministério da Saúde

Esta publicação traz cinco estudos, mostrando a elaboração de uma
política de ampliação da testagem baseada em evidências. Espera-se
que essas evidências tenham uma maior divulgação entre gestores,
profissionais de saúde e usuários potenciais das vantagens do teste rápido,
contribuindo assim para que um maior número de pessoas conheçam o
seu status sorológico e possam se beneficiar dos recursos de prevenção e
controle disponíveis no País.

2007

Dicas Posithivas

Ministério da Saúde

Série de cartilhas educativas, voltada para o público geral que vive ou convive com o HIV/AIDS sobre tratamento, lipodistrofia, alimentação saudável e reprodução.

2007

Prevenção e Tratamento dos Agravos resultantes da Violência Sexual contra Mulheres e Adolescentes

Ministério da Saúde

Norma técnica com considerações gerais para o uso de profilaxia de hepatite B, HIV e outras DST após situações de exposição sexual.

2007

Manual de Adesão ao Tratamento para Pessoas Vivendo com HIV e AIDS

Ministério da Saúde

O Ministério da Saúde lançou o Manual de Adesão ao Tratamento para pessoas vivendo com HIV e AIDS. A proposta é que esta publicação seja usada por profissionais que trabalham com este tema, com o objetivo de que as atividades em adesão extrapolem a compreensão focada apenas nos medicamentos e ampliem suas ações - de forma compartilhada com os usuários - para fora dos espaços tradicionalmente utilizados.

2008

Direitos Humanos e HIV/AIDS: avanços e perspectivas para o enfrentamento da epidemia no Brasil

Ministério da Saúde

Esta publicação pretende trazer trajetórias, avanços e perspectivas propostas pelas várias pessoas e instituições que integra o cenário da defesa dos direitos humanos no enfrentamento da epidemia de HIV/AIDS no país. A publicação também traz relatos de experiência que, quando confrontados
por uma situação de violação de direitos humanos, apontam caminhos de acesso à justiça que não se limitam ao acesso a um tribunal, mas que valorizam o saber comunitário.

2008

Prevenção e Atenção às IST/AIDS na Saúde Mental no Brasil: Análises, Desafios e Perspectivas

Ministério da Saúde

Este livro descreve os resultados de um projeto multicêntrico de pesquisa de âmbito nacional, o projeto PESSOAS, que examinou as condições clínicas, sociais e comportamentais de vulnerabilidade dos indivíduos com transtornos mentais às infecções e doenças sexualmente transmissíveis, entre as quais o HIV, a
sífilis e as hepatites B e C.
Os resultados, contribuirão para a identificação de prioridades e lacunas nessa área e para a ampliação e o redimensionamento desse esforço colaborativo, com impacto significativo na qualidade de vida das pessoas com transtornos mentais.

2008

Referências técnicas para a prática do(a) psicólogo(a) nos programas de DST e AIDS

CFP

Referência do Centro de Referência Técnica em Psicologia e Políticas Públicas (CREPOP).

2008

Formação de multiplicadores para a prevenção das DST/AIDS numa universidade espanhola

CFP

Visa apresentar o relato de experiência de um curso de capacitação desenvolvido por psicólogas brasileiras com estudantes do Master en Psicología Clínica y de la Salud, da Universidad Autônoma de Madrid (UAM). O curso teve 15h de duração, no decorrer de três semanas, com oficinas sobre sexualidade, DST/AIDS, drogas e planejamento de projetos.

2008

Revista AZT

Ministério da Saúde

Resultado do concurso “Vidas em Crônica: Retratos da AIDS no Brasil”, a AZT selecionou 12 histórias reais, ambientadas nas décadas de 1980, 1990 ou período de 2000 até os dias atuais. A revista dar voz àqueles que desejam contar suas histórias, suas experiências e, de alguma forma, dar força a quem precisa enfrentar a doença, o preconceito e a discriminação

2009

Recomendações para terapia antirretroviral em crianças e adolescentes infectados pelo HIV - 2009

Ministério da Saúde

Consenso de recomendações de tratamento em crianças e adolescentes.

2009

Acesso universal no Brasil: cenário atual, conquistas, desafios e perspectivas 2010

Ministério da Saúde

Relatório sobre o acesso universal a prevenção e tratamento da AIDS no Brasil, em sintonia com a estruturação e princípios que regem o Sistema Único de Saúde, bem como com as disposições da Constituição Federal de 1988, que assegura a saúde como direito de todos e dever do Estado.

2010

Guia para o Cuidador Domiciliar de Pessoas que Vivem com HIV/AIDS

Ministério da Saúde

A assistência integral às pessoas vivendo com HIV/AIDS, o respeito aos seus direitos e a sua dignidade, ao lado das ações de prevenção e do amplo acesso ao tratamento, têm sido os principais motivos do prolongamento da expectativa e da qualidade de vida das pessoas infectadas.

2010

Resposta +

Ministério da Saúde

Revista sobre a experiência brasileira no combate ao HIV/AIDS e outras DSTs.

2010

Saúde e Sociedade - População Negra e AIDS

Ministério da Saúde

Os artigos apresentados são frutos de dois editais públicos de Chamada de Pesquisas lançados pelo Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais. Os resultados das pesquisas selecionadas, com diversas abordagens e enfoques, apontam para o fato de que se, por um lado, houve um avanço significativo, reconhecido internacionalmente, no enfrentamento da epidemia de HIV e AIDS em nosso país; de outro, ainda se observa a persistência das condições de vulnerabilidade e de exposição à epidemia do HIV/AIDS entre negros e pardos.

2010

Políticas Públicas em contextos de violência relacionados ao consumo de álcool e outras drogas

Ministério da Saúde

Esse manual de orientação é fruto de um processo de trabalho e de parceria estabelecida entre o Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais e o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) para a execução do projeto PAF I59 – “Treinamento de profissionais da área de saúde nos estados, municípios e organizações da sociedade civil sobre sexualidade e prevenção ao uso indevido de drogas, com objetivo de apoiar a implementação de políticas públicas relacionadas às DST e AIDS no Brasil”.

2010

Adesão ao tratamento antirretroviral no Brasil: coletânea de estudos do Projeto ATAR

Ministério da Saúde

Este livro consolida os resultados de excelente produção científica brasileira sobre um tema crucial para a política de enfrentamento da epidemia de HIV/AIDS: a adesão a terapia antirretroviral. Esta produção destaca-se por tratar, com o rigor necessário, um tema complexo do ponto de vista metodológico, em uma perspectiva transdisciplinar.

2010

Trabalhando com Mulheres e AIDS

Ministério da Saúde

Cartilha de orientação para multiplicadores.

2010

Adolescentes e jovens para a educação entre pares - SPE

Ministério da Saúde

Guia do projeto Saúde e Prevenção nas Escolas para adolescentes e jovens participarem da educação entre pares.

2010

Tecendo redes: Uma experiência de prevenção de DST/AIDS entre meninos e meninas em situação de rua

Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF)

Demonstra exemplos de iniciativas do projeto piloto
MMSR – Meninos e Meninas em Situação de Rua na prevenção de DST/AIDS.

2011

Plano de Enfrentamento da Epidemia de AIDS e outras DST entre Gays, outros HSH e Travestis

Ministério da Saúde

A construção deste plano levou em consideração as diretrizes do Programa Brasil sem Homofobia e contribuições da sociedade civil, profissionais e gestores, incluindo consulta pública através da internet. Ele foi dividido em duas agendas afirmativas distintas: uma para gays e outros HSH, com 8 objetivos específicos e outra com ações voltadas a travestis, com 6 objetivos específicos.

2011

Revista AZT 2

Ministério da Saúde

A Revista AZT, foi pensada para dialogar com os jovens sobre prevenção às DST, AIDS e hepatites, por meio de relatos inspiradores da realidade de jovens que passaram a enfrentar o vírus da AIDS. As histórias foram selecionadas no 2º concurso “Vidas em Crônica”.

2011

HIV/AIDS no Brasil: provimento de prevenção em um sistema descentralizado de saúde

Ministério da Saúde

Em dezembro de 2009, a principal autoridade brasileira em HIV/AIDS, Dra. Mariângela Galvão Simão, fez reflexões sobre o progresso do Brasil no combate à doença. A resposta imediata e agressiva do país ao HIV/AIDS, com base nos direitos humanos e na cooperação entre instituições da sociedade civil e do governo, foi considerada um sucesso pela comunidade internacional.

2011

Atenção em Saúde Mental nos Serviços Especializados em DST/AIDS

Ministério da Saúde

O documento apresenta orientações voltadas para as equipes dos Serviços de Atenção Especializada (SAE), relacionadas ao cuidado em Saúde Mental e às possibilidades de inserção nas Redes de Atenção à Saúde, por meio da interface com outros pontos da Atenção. Tais considerações são fundamentais para que a melhoria na qualidade da atenção seja observada nesses serviços.

2012

Atenção em Saúde Mental nos Serviços Especializados em DST/AIDS

Ministério da Saúde

O documento foi concebido a partir da necessidade de as equipes multiprofissionais dos Serviços
de Atenção Especializada (SAE) se
apropriarem do processo de construção ou
aprimoramento de um modelo de saúde mental em que todos os profissionais
da equipe tenham participação ativa e se relacionem com outros serviços, melhorando a qualidade da assistência integral prestada, além de apresentar orientações voltadas para tais equipes.

2012

Recomendações para a prática de atividades físicas para pessoas vivendo com HIV e AIDS

Ministério da Saúde

Visa ajudar a contrabalançar os efeitos colaterais decorrentes da medicação antirretroviral e da própria infecção crônica pelo HIV, tendo como objetivo a discussão qualificada do tema, com recomendações para subsidiar os profissionais de saúde na sua prática diária com portadores do HIV e AIDS.

2012

Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para adultos vivendo com HIV/AIDS - 2013

Ministério da Saúde

O Ministério da Saúde vai ampliar a indicação de uso do tratamento antirretroviral, que poderá ser administrado de maneira precoce. A medida, que integra o novo protocolo clínico e as diretrizes terapêuticas da doença, tem como objetivos reduzir a ocorrências de infecções associadas à AIDS e minimizar a transmissão do vírus.

2013

MAPEAMENTO DE REDE DE SERVIÇOS

Serviços

INSTITUIÇÃO
ENDEREÇO
CONTATO
DESCRIÇÃO

CTA Marymar Novais – Centro de Testagem e Aconselhamento

Dendezeiros - Bonfim,

Rua Arthur Bernardes, s/nº. CEP: 40415000 ,

Salvador

(71) 3611-6560

E-Mail:Enviar E-Mail

Serviço Municipal de Assistência Especializada – SEMAE

Liberdade,

Distrito Sanitário da Liberdade. Funciona nas dependências do 3º Centro de Saúde Profº Bezerra Lopes, na rua Lima e Silva. Cep: 40.325 - 281 ,

Salvador

(71) 3611-4180

E-Mail:Enviar E-Mail

Ambulatório de Aids- Complexo HUPES - Hospital Universitário Professor Edgard Santos / UFBA

Canela ,

Rua Joao das Botas s/n. Cep: 40.110 - 160,

Salvador

(71) 3283 - 8123

E-Mail:Enviar E-Mail

Ambulatório de Aids do Hospital Geral Roberto Santos

Cabula,

Rua Direta do Saboeiro s/n. Cep: 40.295 – 001,

Salvador

(71) 3387 - 3419 (71) 3387 - 4419

E-Mail:Enviar E-Mail

Ambulatório de Aids do Hospital Couto Maia

Mont Serrat,

Rua Rio São Francisco s/nº. Cep: 40.425 - 060,

Salvador

(71) 3316 - 3467

E-Mail:Enviar E-Mail

CEDAP - Centro Estadual Especializado em Diagnóstico, Assistência e Pesquisa

Garcia,

Rua Comendador José Alves Fereira, 240. Cep: 40.100 - 010 ,

Salvador

(71) 3116 - 8888 (71) 3116- 8867 (71) 3116- 8923

E-Mail:Enviar E-Mail

SEMAE - Serviço Municipal de Assistência à Saúde - São Francisco

Tororó,

Rua José Duarte, 86. Cep: 40.050 – 050 ,

Salvador

(71) 9138 – 7990

E-Mail:Enviar E-Mail

Casa de Apoio e Assistência do Portador do Vírus HIV/Aids - CAASAH

Dendezeiros ,

Rua Arthur Bernades, 10. Cep: 40415-050 ,

Salvador

(71) 3312-7655 (071) 313-1295

E-Mail: -

Rede de Referência

INSTITUIÇÃO
ENDEREÇO
CONTATO
DESCRIÇÃO

Hospital Geral Roberto Santos (HGRS)

Cabula,

Rua Direta do Saboeiro s/n. Cep: 40.295 – 001,

Salvador

(71) 3372 - 2999

E-Mail: -

Hospital Geral Roberto Santos (HGRS)

Cabula,

Rua Direta do Saboeiro s/n. Cep: 40.295 – 001,

Salvador

(71) 3372 - 2999

E-Mail: -

Central Médica Penitenciária (CMP)

Mata Escura,

Complexo Penitenciário,

Salvador

(71)3117 - 2908

E-Mail:Enviar E-Mail

Hospital Geral Roberto Santos (HGRS)

Cabula,

Rua Direta do Saboeiro s/n. Cep: 40.295 – 001,

Salvador

(71) 3372 - 2999

E-Mail: -

Central Médica Penitenciária (CMP)

Mata Escura,

Complexo Penitenciário,

Salvador

(71)3117 - 2908

E-Mail:Enviar E-Mail

Hospital Universitário Prof. Edgard Santos (HUPES) -

Canela,

Salvador

(71) 3283 - 8000 (71) 3283 - 8100

E-Mail:Enviar E-Mail

Hospital Geral Roberto Santos (HGRS)

Cabula,

Rua Direta do Saboeiro s/n. Cep: 40.295 – 001,

Salvador

(71) 3372 - 2999

E-Mail: -

Central Médica Penitenciária (CMP)

Mata Escura,

Complexo Penitenciário,

Salvador

(71)3117 - 2908

E-Mail:Enviar E-Mail

Hospital Universitário Prof. Edgard Santos (HUPES) -

Canela,

Salvador

(71) 3283 - 8000 (71) 3283 - 8100

E-Mail:Enviar E-Mail

Centro Estadual de Atenção ao Adolescente Isabel Souto (CRADIS)

Rio Vermelho ,

Salvador

(71) 3117 - 6740

E-Mail:Enviar E-Mail

Hospital Geral Roberto Santos (HGRS)

Cabula,

Rua Direta do Saboeiro s/n. Cep: 40.295 – 001,

Salvador

(71) 3372 - 2999

E-Mail: -

Central Médica Penitenciária (CMP)

Mata Escura,

Complexo Penitenciário,

Salvador

(71)3117 - 2908

E-Mail:Enviar E-Mail

Hospital Universitário Prof. Edgard Santos (HUPES) -

Canela,

Salvador

(71) 3283 - 8000 (71) 3283 - 8100

E-Mail:Enviar E-Mail

Centro Estadual de Atenção ao Adolescente Isabel Souto (CRADIS)

Rio Vermelho ,

Salvador

(71) 3117 - 6740

E-Mail:Enviar E-Mail

Laboratório Central de Saúde Pública (LACEN)

Candeal ,

Salvador

(71) 3356-2299

E-Mail:Enviar E-Mail

INDICAÇÕES

FILMES

TÍTULO
DIREÇÃO
PRODUÇÃO
DESCRIÇÃO

Adolescência

Ministério da Saúde Duração: 17min04s

Informações sobre sexo seguro, DST/AIDS e métodos anticoncepcionais. Entrevista com um Agente Comunitário de Saúde sobre seu trabalho diário junto aos adolescentes. Método de abordagem. Diálogo entre mãe e fi lha. Perguntas e respostas sobre sexo. Como usar a camisinha.

A Família de Felix

Olivier Ducastel e Jacques Martineau.

França, 2000, 95min.

Outro exemplo, assim como Dias, de um olhar renovado sobre a AIDS. Aqui, a doença deixa de ser o fator dramático impulsionador da trama, embora conte nas atribuições dadas ao protagonista. O jovem Félix (Sami Bouajila), filho de imigrantes árabes na França, integra a geração de soropositivos que sobrevive com a ajuda dos coquetéis. Depois de perder o emprego, ele abandona o namorado e parte numa viagem pelo interior do país atrás do pai que nunca conheceu. No caminho, diverte-se, encontra novos parceiros e personagens que coincidem com seu desejo de reestruturação familiar.

Basta um Dia

Vagner de Almeida

ABIA - Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS, 2006. Duração: 58min

O documentário aborda a vida de brasileiros e brasileiras que, entre a coragem e o medo, tentam sobreviver à dura realidade de violências impostas ao seu cotidiano. São travestis, homossexuais, bichas boys, monas, gays, enfim, habitantes da Baixada Fluminense,
que enfrentam o preconceito, a agressão e a morte física e social nas margens da Rodovia Presidente Dutra, principal ligação entre as duas maiores e mais ricas metrópoles do país, Rio de Janeiro e São Paulo.

Borboletas da Vida

Vagner Almeida

ABIA - Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS. Brasil, 2004, 38 min.

"Borboletas da Vida" expõe a realidade de jovens homossexuais que vivem na periferia do Rio de Janeiro, sofrem os efeitos da pobreza e da miséria, mas não perdem sua identidade, dignidade e criatividade. São homossexuais, transformistas, que experimentam as possibilidades e os limites do gênero e da sexualidade, enfrentam a discriminação de cabeça erguida, com coragem, e determinação.

Buscando soluções...

TVE — 1998 Realização: Ministério da Saúde/Secretaria de Políticas de Saúde/ Coordenação de DST/AIDS Duração: 56min20s

O objetivo deste programa é possibilitar aos professores uma reflexão e um debate sobre os fatores que influenciam o consumo de drogas pelos adolescentes e a importância da prevenção

Dias

Laura Muscardin.

Itália, 2001, 90min.

A fita italiana apresenta o personagem Claudio (Thomas Trabacchi), um executivo gay bem-sucedido e com um relacionamento estável. Sua preocupação com a enfermidade não exige mais que o coquetel de medicamentos diário e um check-up mensal no hospital. O relativo bem-estar permite, inclusive, que ele se apaixone por um jovem garçon e dê uma reviravolta em sua vida.

Doenças crônicas — Drogas lícitas e ilícitas — DST/AIDS

Sesc/RJ, Duração: 12min14s

Mostra que nos pequenos detalhes é que está o segredo de uma vida melhor. Como ganhar qualidade de vida por meio de uma alimentação saudável e de exercícios e como evitar o consumo de drogas lícitas e ilícitas e prevenir-se contra as DST.

Escola e prevenção

TVE — 1998 Realização: Ministério da Saúde/Secretaria de Políticas de Saúde/ Coordenação de DST/AIDS Duração: 56min25s

O objetivo deste programa é situar a prevenção das DST/AIDS e do uso indevido de drogas no contexto escolar, iniciando uma reflexão quanto ao trabalho educativo a ser desenvolvido pelo professor em nossa realidade.

Gêneros e prevenção das DST/AIDS

TVE — 1999 Realização: Ministério da Saúde/Secretaria de Políticas de Saúde/Coordenação de DST/AIDS Duração: 58min30s

As meninas tornam-se vulneráveis às DST/AIDS por terem sido educadas para acreditar em uma relação de entrega total.

Já a fragilidade dos meninos está na afirmação da virilidade.

Histórias Posithivas

Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais

O documentário Histórias Posithivas é dividido em 13 vídeos que oferecem informações para a melhoria da qualidade de vida de soropositivos. Os filmes fazem parte da segunda série de vídeos produzidos pelo Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais para salas de espera.

O Outro Lado da AIDS

Robin Scovill.

EUA, 2004, 87 min.

O diretor Robin Scovill explora a teoria de que o vírus HIV não é o agente causador da AIDS. Como argumento inicial, ele traz o exemplo da mulher Christine Maggiore, soropositiva que se mantém saudável desde 1992 sem tomar medicamentos. A fita, então, busca depoimentos semelhantes de mais dez adultos infectados, alguns sob efeito dos coquetéis, outros não. Também são ouvidos ainda especialistas, médicos e políticos responsáveis pelas ações governamentais.

Protesto Contra o Monopólio

Ann T. Rossetti.

EUA, 2003, 60 min.

O documentário mostra o empenho de militantes pelo mundo em protesto pela falta de medicamentos contra o vírus HIV. A análise crítica engloba a batalha de países pobres e indivíduos marginalizados contra os governos e as indústrias farmacêuticas para ter acesso aos remédios. A fita também aborda o destino dos 50 bilhões de dólares do Fundo Global para o desenvolvimento de remédios contra a AIDS.

Pandemia : Encarando a AIDS

Rory Kennedy

Co-produzida pela HBO, EUA, 2003, 113min

A série em cinco capítulos explora a luta de pessoas contra a AIDS em cinco países distintos. Em Uganda, na África, onde há treze milhões de órfãos, o drama é das crianças James e Jessica. Portadores do HIV, o casal de indianos Nagaraj e Bhanu espera seu primeiro filho. O Brasil comparece com o relato de esperança de Alex, que consegue gratuitamente do governo os remédios caríssimos para seu tratamento. Na Tailândia, a prostituta Lek recebe sua sentença de morte num hospital. E na Rússia, que tem um dos programas de prevenção mais fracos do mundo, o casal de ativistas Lena e Sergei batalha por campanhas eficazes.

Sob o Mesmo Céu

Alex Andrade e Ramon Zagoto

RNP – ES, UFES, Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas Gênero: Documentário - Curta-metragem Duração: 29 min

“Sob o mesmo céu” é um curta-metragem que fala da descoberta do HIV, de preconceito e de superação. Maria e Rosa são mulheres com contextos de vida bem diferentes, mas que compartilham as mesmas dúvidas sobre o viver com AIDS. É justamente essas semelhanças que fazem com que os caminhos dela se encontrem.

Wa N'wina

Dumisani Phakathi.

África do Sul, 2001, 52min.

O jovem diretor sul-africano retorna a seu bairro natal, em Soweto, para colher depoimentos de amigos de infância. O objetivo: saber como a AIDS afetou o cotidiano deles. As conversas giram em torno de relacionamentos, tradições, tabus, amor e sexo. Com a câmera no ombro e incisivo nas perguntas, Phakathi faz um mergulho em suas raízes para revelar o abismo existente entre a realidade e as campanhas de prevenção contra a doença em seu país.

LIVROS

TÍTULO
AUTOR
EDITORA
DESCRIÇÃO

Aprendendo Sobre AIDS e Doenças Sexualmente Transmissíveis

Ministério da Saúde e Coordenação Nacional de DST e AIDS

Ministério da Saúde

Eficiente manual de consulta endereçado àqueles que precisam da orientação mais segura para proteger a sua saúde e bem-estar destes tempos de epidemia da AIDS.

Atlas de DST & Diagnóstico Diferencial

Diversos

Revinter

O "Atlas de DST & Diagnóstico Diferencial" é um verdadeiro curso sobre doenças sexualmente transmissíveis, ministrado e desenvolvido sob a forma gráfica, com acentuação das características peculiares de cada enfermidade e os aspectos relevantes para o diagnóstico diferencial.

Doenças Sexualmente Transmissíveis - Coleção Conhecer & Enfrentar

José Eleutério Jr

Contexto

Neste livro, o Dr. José Euleutério Jr. fala de doenças que realmente estão relacionadas à prática sexual, tanto para impedir uma provável propagação para outras pessoas, como para combater possíveis complicações resultantes de casos indevidamente tratados em linguagem direta e acessível.

Doenças Sexualmente Transmissíveis

Walter Belda Jr

Atheneu

O livro Doenças Sexualmente Transmissíveis apresenta em seu contexto novas técnicas de diagnóstico, novos esquemas terapêuticos baseados em recentes estudos de sensibilidade a novas drogas antibacterianas a antivirais, manifestações dermatológicas em pacientes portadores do vírus HIV, as quais muitas vezes precedem ou sugerem o diagnóstico de AIDS, entre outros.

DST - Doenças Sexualmente Transmissíveis

Mauro Romero Leal Passos.

Revinter

Manual sobre as Doenças Sexualmente Transmissíveis.

DST/AIDS: Conviver Sem Riscos

Valeriano M Casillas

LE

Livro que traz mecanismos preventivos acerca da DST/AIDS.

O que Você Deve Saber Sobre Doenças Sexualmente Transmissíveis - Coleção Saúde e Sabedoria

Martin Claret

Martin Claret

O principal objetivo da coleção Saúde e Sabedoria vai oferecer ao leitor brasileiro leigo o maior número possível de informações, corretas e acessíveis, sobre saúde.
Acreditamos que, de posse de tais informações, o leitor possa conhecer-se melhor e assumir com responsabilidade os cuidados com sua saúde, tornando- se um melhor paciente para o seu médico, quando ele precisar.

Sexo, Sexualidade e Doenças Sexualmente Transmissíveis

Ruth de Gouvea Duarte

Moderna

A autora aborda objetivamente e discute a urgente necessidade de o jovem tornar-se suficientemente informado para viver sua sexualidade com segurança, protegido de eventuais contágios com as DST e, especialmente, livre da AIDS.

Sexualidade e Doenças Sexualmente Transmissíveis

Armenio Uzunian

Harbra

Boa campanha de esclarecimento público para que as pessoas evitem os transtornos de doenças que, se não evitadas, provocam uma reação em cadeia, afetando inclusive pessoas não diretamente envolvidas, como é o caso de crianças que adquirem agentes infecciosos por via materna, a exemplo do que ocorre na sífilis.

MÚSICAS

TÍTULO
INTÉRPRETE
ÁLBUM

Alerta Contra as DSTs

Bel Meirelles

DST

Equipe Bio

Falando sobre DST

Débora Barros de Oliveira Raimara Siqueira Rodrigues Noeline Silva da Costa

Rap da Prevenção

Diogo Ferreira, Ana Cláudia Ferreira e Murilo Fernandes

POEMAS

TÍTULO
AUTOR

AIDS, é só se Cuidar

João Felipe Iasseck Franco

Amor não Rima com AIDS

Bruna Carolina Ohannesian

Dependência e Contaminação

Daiane Aparecida Silvano

Drogas e AIDS

Thiago do Prado Leal dos Santos

DST e Camisinha!

Rharie Robson de Souza Santos

HIV não é Brincadeira

Guilherme Campos Rosa

Poema sobre DST

Pedro Alberto, Lima e Tomás

Prevenção! A melhor solução

Felipe Augusto Hoeper

Se Cuidar é um Ato de Amor

Mateus Vanésio Francisco

Um amigo João

Matheus Oliveira Silva

Um recado para os jovens, sobre a “DST” e o vírus “HIV”

Roberto Ribeiro

Vamos nos Previnir

Camila Geovana Cunha

SITES

TÍTULO
DESCRIÇÃO

ABIA – Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS

Fundada em 1987, a Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS (ABIA) é uma organização não governamental sem fins lucrativos. Desde a sua fundação a ABIA vem mobilizando a sociedade para enfrentar a epidemia de HIV/AIDS no Brasil, bem como, para a luta por acesso ao tratamento e assistência, e na defesa dos direitos humanos das pessoas que vivem com HIV e AIDS. Neste sentido, a ABIA vem atuando ao longo dos anos no acompanhamento das políticas públicas, na formulação de projetos de educação e prevenção ao HIV/AIDS e no acesso à informação em HIV/AIDS. Para isso publica boletins, pesquisas, cartilhas informativas, produz cartazes, promove campanhas de prevenção para o rádio e televisão e desenvolve projetos. O Centro de Documentação (CEDOC), criado em 1991 e, neste momento, sendo transferido para a Fundação Oswaldo Cruz, reúne materiais lançados pela ABIA, além de livros, teses, vídeos, artigos de jornais, entre outros materiais educativos, tornando-o um dos maiores centros de informação sobre DSTs/HIV/AIDS do país. Atualmente, a ABIA é reconhecida como instituição de utilidade pública municipal, estadual e federal, com registro junto ao Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS).

Agência de Notícias da AIDS

A jornalista Roseli Tardelli lançou em maio de 2003 a Agência de Notícias da AIDS. O portal trabalha diariamente com os jornalistas a divulgação de informações e dados sobre a pandemia. O serviço é distribuído para as redações de todo o país pela home page www.agenciaAIDS.com.br. Nela, profissionais de comunicação encontram artigos assinados por especialistas na área de saúde, textos produzidos por pessoas que vivem com HIV/AIDS, dados sobre a evolução da epidemia no mundo e os resultados das pesquisas feitas em vacinas no combate à AIDS. Atualmente 1.200 jornalistas, ativistas e integrantes da comunidade científica recebem pautas atualizadas sobre o tema.

Centro de Referência e Treinamento DST/AIDS - SP

O Centro de Referência e Treinamento-DST/AIDS-SP (CRT-DST/AIDS) é uma unidade de referência normativa, de avaliação e de coordenação do Programa Estadual para Prevenção, Controle, Diagnóstico e Tratamento de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) e da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS) no Estado de São Paulo. Além de coordenar o Programa Estadual de DST/AIDS-SP, o CRT-DST/AIDS tem por finalidade: elaborar e implantar normas relativas às DST/AIDS, no âmbito do SUS/SP; elaborar propostas de prevenção; prestar assistência médico-hospitalar, ambulatorial e domiciliar a pacientes com DST/AIDS; propor e executar ações de vigilância epidemiológica e controle das DST/AIDS; desenvolver programas de formação, treinamento e aperfeiçoamento, como também desenvolver e apoiar pesquisa científica em seu campo de atuação e promover o intercâmbio técnico-científico com outras instituições nacionais e internacionais.

Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais

Portal sobre AIDS, doenças sexualmente transmissíveis e hepatites virais.

Doenças Sexualmente Transmissíveis

Página na Internet disponibilizada em virtude das mais variadas perguntas e dúvidas sobre as Doenças Sexualmente Transmissíveis (doenças venéreas) e também pela observação em consultório de urologia, do desconhecimento da maioria dos pacientes (jovens e adultos) sobre este tema. As informações neste disponibilizadas tem caráter meramente educativo e de forma alguma devem substituir a procura de um médico (urologista, ginecologista ou infectologista) para que seja feito diagnóstico, tratamento e acompanhamento adequados.

Grupo pela Vidda

O Grupo Pela Vidda (Valorização, Integração e Dignidade do Doente de AIDS) é uma organização não-governamental sem fins lucrativos formada por pessoas vivendo com HIV e AIDS, seus amigos, parentes, familiares e interessados em geral. Reúne colaboradores e voluntários independentemente da sorologia para o HIV, gênero, orientação sexual, orientação político-partidária ou religiosa. Nosso principal compromisso é promover a integração das pessoas vivendo com HIV e AIDS, o respeito à cidadania e também incentivar a participação de todos no enfrentamento da epidemia com ações que contribuam para a prevenção e o controle da AIDS. Há 23 anos o Grupo Pela Vidda luta pela vida e contra o HIV/AIDS. Fundado em maio de 1989 no Rio de Janeiro, pelo escritor Herbert Daniel, chegou a São Paulo alguns meses depois. Os objetivos são os mesmos, mas as entidades são autônomas entre si. Também há Grupos Pela Vidda no Rio de Janeiro, em Niterói e Goiânia.

Instituto Kaplan – Centro de Estudos da Sexualidade Humana

O Instituto Kaplan nasceu da necessidade, encontrada na população carente da cidade de São Paulo, de tratamento terapêutico das dificuldades sexuais e de educação em saúde e responsabilidade sexual. Fundado em 29 de Abril de 1991, por um grupo de especialistas em sexualidade, o Instituto começou sua história através do SOSex, um serviço de orientação sexual por telefone e veio a se tornar uma associação de educação e assistência social, com vários projetos em São Paulo e outros estados brasileiros, produzindo um impacto positivo na saúde sexual de milhares de pessoas.

Ministério da Saúde

O Ministério da Saúde tem a função de oferecer condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde da população, reduzindo as enfermidades, controlando as doenças endêmicas e parasitárias e melhorando a vigilância à saúde, dando, assim, mais qualidade de vida ao brasileiro.

Portal Brasil

Conheça todas as etapas de construção do Portal Brasil, que começou a ser idealizado em julho de 2007. Acompanhe a evolução do projeto desde o momento em que a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) definiu a criação da licitação até o lançamento do edital, a concorrência, a vitória do Grupo TV1 - responsável pelo desenvolvimento técnico e pela produção de conteúdo - e todos os meses de trabalho que se seguiram para a atualização constante do Portal.

Portal SESAB (Secretaria da Saúde)

A Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) tem por finalidade a formulação da política estadual de saúde e a execução de ações e serviços para promoção, proteção e recuperação da saúde. A Sesab implementa as atividades de caráter político-estratégico, objetivando a criação de projetos de governo, recursos econômicos e organizativos, que hoje vem desenvolvendo critérios de excelência para a gestão e funcionamento dos serviços de saúde.

Secretaria Municipal da Saúde

Visa cuidar de forma integral da saúde do cidadão em Salvador, assegurando seus direitos e respeitando as diversidades. Objetiva ser reconhecida pela sociedade, como referência de gestão democrática, com autonomia e criatividade, na condução plena do Sistema Municipal da Saúde.

Sociedade Brasileira de Doenças Sexualmente Transmissíveis

A Associação Brasileira para o Controle das Doenças Sexualmente Transmissíveis (ABCDST), fundada em 07 de julho de 1988, é uma organização civil, sem fins lucrativos, de duração indeterminada, que tem por finalidade congregar médicos e outros profissionais de nível superior que atuam na área da saúde em atividade na República Federativa do Brasil; incentivar ações para o controle das Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST); promover a integração das categorias profissionais que participam nas ações de controle das DST; promover e realizar Congressos, Jornadas, Simpósios e reuniões científicas periódicas, bem como publicações científicas e/ou de esclarecimento público; atuar junto, efetuar parcerias, convênios e afins com os órgãos públicos, privados e outras Organizações da Sociedade Civil (OSC); articular-se com as demais associações congêneres nacionais e internacionais; promover a publicação e divulgação dos assuntos de interesse. A ABCDST visa com suas ações à melhoria da assistência à saúde, o aperfeiçoamento do ensino e a defesa dos interesses profissionais.

REVISTAS/PERIÓDICOS

TÍTULO
DESCRIÇÃO

Revista AZT

Resultado do concurso “Vidas em Crônica: Retratos da AIDS no Brasil”, a AZT selecionou 12 histórias reais, ambientadas nas décadas de 1980, 1990 ou período de 2000 até os dias atuais. A revista dar voz àqueles que desejam contar suas histórias, suas experiências e, de alguma forma, dar força a quem precisa enfrentar a doença, o preconceito e a discriminação

Resposta + 2012

A revista Resposta +, edição de 2012, traz em seu conteúdo o uso de medicamentos como prevenção, a importância da alimentação e dicas de culinária, um novo projeto que integra o tratamento da coinfecção HIV/AIDS e tuberculose, técnicas de reprodução assistida para casais soro discordantes e a prevenção entre profissionais do sexo travestis

Revista Ciência & Saúde Coletiva

Editada pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva/Abrasco, a Revista Ciência & Saúde Coletiva – criada ao final de 1996 - é um espaço científico para discussões, debates, apresentação de pesquisas, exposição de novas idéias e de controvérsias sobre a área. A partir de 2011 ela passa a ser mensal, publicando 12 números anuais. Em cada número há sempre 10 a 12 textos temáticos e cerca de 20 outros sobre temas variados, opiniões e resenhas, num total de 30 artigos, dos quais o primeiro é sempre um debate sobre o tema que está em pauta. Desde sua origem, Ciência & Saúde Coletiva cumpre fielmente requisitos de periodicidade e de normalização para publicação científica seguindo as regras da Convenção de Vancouver que são habitualmente utilizadas pelas áreas de medicina e saúde pública.

Cadernos de Saúde Pública

Cadernos de Saúde Pública – CSP é uma revista mensal publicada pela Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz. A revista destina-se à publicação de artigos originais no campo da Saúde Pública, incluindo epidemiologia, nutrição, planejamento em saúde, ecologia e controle de vetores, saúde ambiental e ciências sociais em saúde, dentre outras áreas afins. Todos os artigos são criteriosamente avaliados pelo corpo editorial de CSP, organizado com base no sistema de revisão pelos pares.

Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical

A Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical é um periódico oficial da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (SBMT), multidisciplinar, com acesso aberto, que publica pesquisas originais relacionadas a doenças tropicais, medicina preventiva, saúde pública, doenças infecciosas e assuntos relacionados. A preferência para publicação será dada a artigos que relatem pesquisas e observações originais. A revista possui um sistema de revisão por pares, para a aceitação de artigos, e sua periodicidade é bimestral. A Revista de Sociedade Brasileira de Medicina Tropical é publicada em Inglês. A revista convida à publicação Artigos Originais, Editoriais, Artigos de Revisão, Comunicações Breves, Relatos de Casos, Relatórios Técnicos, Imagens em Doenças Infecciosas, Cartas, Suplementos e Obituários.

Revista Saúde e Sociedade

A Revista Saúde e Sociedade destina-se a publicação de trabalhos científicos originais nas diferentes áreas do saber, sobre práticas de saúde, visando ao desenvolvimento interdisciplinar do campo da saúde pública.Destina-se à comunidade de profissionais do campo da saúde, docentes, pesquisadores, especialistas da área de Saúde Pública/Coletiva e de áreas afins. Desde sua criação, tem publicado trabalhos de diferentes áreas do saber que se relacionam ou tenham como objeto de preocupação a saúde pública/coletiva. Nesse sentido, abarca a produção de diferentes ramos das ciências humanas e sociais e da emergente ciência ambiental, incorporando a produção científica, teórica e aquela mais especificamente relacionada às propostas de intervenção e prática institucional.

GRUPOS DE PESQUISA

NOME
INSTITUIÇÃO
ESTADO
DESCRIÇÃO

Grupo de Estudos e Pesquisa em DST/AIDS – GepAIDS

Universidade de Passo Fundo

Rio Grande do Sul

O GEPAIDS tem por objetivo o desenvolvimento de ações integradas de Ensino, Pesquisa e Extensão na área de saúde coletiva. A partir da análise situacional da população alvo, estabelece prioridades e desenvolve ações, estudos e projetos de pesquisa. Ainda, promove a integração com Órgãos e Serviços de Saúde para a implementação de ações à população alvo. Tem como finalidade a produção de conhecimento e a melhoria das condições de vida da população.

Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) do CRT-DST/AIDS

Centro de Referência e Treinamento DST/AIDS (CRT-DST/AIDS

Criado em 18 de agosto de 1997, o Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) do CRT-DST/AIDS segue a Resolução 196/96 do Conselho Nacional da Saúde (CNS), que regulamenta as pesquisas envolvendo seres humanos no Brasil.

GEM- Centro de Estudos e Pesquisas sobre a Mulher, Gênero, Saúde e Enfermagem

Universidade Federal da Bahia - UFBA

Bahia

O grupo ocupa uma posição de destaque na comunidade acadêmica local e regional decorrente da sua atuação social, no desenvolvimento de pesquisas na área de saúde da mulher e em projetos assistenciais em saúde. Criado em 1988, provocou mudanças no ensino de graduação e da pós-graduação em enfermagem, introduzindo a perspectiva de gênero, para a compreensão dos problemas de saúde, da assistência e das políticas de saúde dirigidas à mulher. As pesquisadoras tem se destacado participando de eventos científicos da área de saúde e em particular da enfermagem, articulando mudanças no ensino, na pesquisa e na assistência. Desenvolve projetos integrados de pesquisa, articulado a outras universidades públicas através da REDOR - Rede Feminista Norte Nordeste de Estudos e Pesquisas sobre a Mulher e Relações de Gênero. Integra o grupo de pesquisa, além das pesquisadoras, alunas de mestrado e doutorado da linha de pesquisa Mulher, Gênero e Saúde, alunas bolsistas de iniciação científica, e voluntárias que se vinculam aos projetos de pesquisa. As pesquisadoras atuam no ensino de graduação com a disciplina teórico-prática: Enfermagem na atenção à saúde da mulher; em projetos de pesquisa orientando iniciação científica; além de projetos de extensão desenvolvidos na comunidade e em serviços de saúde. Os diversos projetos de pesquisa financiados pelas agencias de fomento (Cnpq, Fapesb) aglomeram em torno de temas específicos, alunas do doutorado, mestrado e graduação. O grupo também atua em movimentos da sociedade civil que lutam em defesa dos direitos das mulheres. Assim, várias participam de conselhos (municipal e estadual, Comitês (de mortalidade de aleitamento) e de fóruns de combate à violência, de mulheres de Salvador.

Núcleo de Ensino e Pesquisa em AIDS e outras Doenças Infecciosas

Universidade Federal da Bahia - UFBA

Bahia

Investiga as tendências da epidemia do HIV/AIDS, fatores de risco e vulnerabilidade de populações com risco acrescido e/ou vulneráveis ao HIV (HSH, profissionais do sexo, usuários de drogas, pessoas trans. O NEPADI articula professores e pesquisadores da UFBA, em colaboração com pesquisadores nos EUA (Escola de Saúde Pública de Harvard, Universidade de Nova York, Escola de Saúde Pública da UCLA, University of Southern California; e Brown University). Os projetos têm sido financiados pelo Ministério e Secretarias da Saúde, FAPESB e CNPq, SENAD, e Instituições estrangeiras (ANRS-França), OMS.

Programa Integrado em Doenças Infecciosas e Deficiências Nutricionais

Universidade Federal da Bahia - UFBA

Bahia

O grupo tem trabalhado na perspectiva de contribuir para o entendimento da dinâmica epidemiológica das doenças infecciosas e das deficiências nutricionais no contexto da região Nordeste do Brasil. Para isto, adota como referências; a) as teorias que estudam os processos de mudança das doenças nas sociedades humanas; b) o entendimento de que as interações do conjunto das intervenções humanas (positivas ou negativas) sobre o meio ambiente ou a sociedade, em ultima instância determinam a dinâmica das doenças e dos seus fatores de risco na população. Este último posicionamento tem levado o grupo a ampliar os seus horizontes e possibilidades de investigação interdisciplinar. A produção científica apresenta nítido processo de crescimento, mensurada pelo grande número de artigos publicados ou em publicação, resultantes de uma série de grandes projetos de investigação sob a responsabilidade do grupo. Destaca-se ainda a participação de seus membros em diversos comitês de avaliação científica e como palestrantes e conferencistas em diferentes fóruns científicos e técnicos. Programas de colaboração existem com diferentes Universidades nacionais e internacionais, das quais destacamos: USP, UFPe, UFCE, LSHTM/University of London, Case Western Reserve University/USA, Universidad de Barcelona/Espanha e Massey University/Nova Zelândia. Os financiamentos tem sido oriundos de fontes locais (Governo do Estado, FAPESB) Nacionais (CNPq, FINEP, Min. Saúde) e Internacionais (DFID/UK, OMS, OPAS, Wellcome Trust).

Grupo de Estudos e Pesquisas sobre as Sexualidades

Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - UNESP

São Paulo

Esse grupo propõe-se a discutir questões a respeito das DIVERSIDADES SEXUAIS, compreendendo as sexualidades se conjugam no plural e não são meros efeitos da genética e tampouco uma orientação imutável dos indivíduos. Outrossim são manifestações desejantes ao longo de suas histórias de vida. A partir desta concepção, as sexualidades não se restringem à classificações ou rótulos normatizantes, pois estamos falando aqui de CIDADÃOS, que se afetam, se apaixonam, se excitam, que desejam e que não podem ser reduzidos à categorias biológicas e/ou históricas unicamente porque manifestam seus afetos a partir desta ou daquela prática sexual. Assim, efetuamos pesquisas nas áreas de Educação, Família, Gênero, Orientação Sexual e Prevenção às DST/HIV-AIDS, destacando a contribuição das Ciências Humanas para estas áreas e a utilização de métodos de pesquisa advindos da antropologia, psicologia e ciências sociais.

Interfaces psicobiológicas do desenvolvimento humano

Universidade Católica de São Paulo - PUC/SP

São Paulo

O trabalho do grupo vem resultando no desenvolvimento e na implementação de intervenções psicoprofiláticas de especificidade e alcance variados. Algumas, desenvolvidas junto a instituições de saúde e/ou educação, voltam-se a populações específicas, como as intervenções para promoção de saúde junto a portadores de doenças crônicas ou deficiências. Outras propostas, de alcance mais amplo,são desenvolvidas, tais como a análise de campanhas preventivas do governo ou a supervisão de psicólogos que atuam em Varas da Infância e Juventude propõem-se a avaliar e, quando necessário, a redesenhar os conceitos subjacentes a essas ações, de modo a favorecer a reabilitação de crianças e jovens em situação de risco e a efetividade da prevenção à AIDS, drogas e violência. Tem desenvolvido também pesquisas e ações junto às instituições e órgãos governamentais visando à detecção e prevenção precoce de distúrbios psíquicos. Permeando essas ações, os estudos de gênero, em todas as fases do desenvolvimento, embasam uma atenção mais equânime à saúde. Além da divulgação em congressos e publicações especializadas, o trabalho do grupo também vem repercutindo na imprensa escrita e falada, através de entrevistas e artigos de alguns de seus membros.

Núcleo de Pesquisa Aspectos Psicossociais de Prevenção e da Saúde Coletiva - NPAPPSC

Universidade Federal da Paraíba - UFPB

Bahia

O núcleo de Pesquisa visa consolidar a estrutura acadêmica necessária para estimular o desenvolvimento de pesquisas e construir um espaço de crítica. Caracteriza-se por pesquisas contemplando atributos afetivos, cognitivos, atitudinais e comportamentais em relação às temáticas: depressão, AIDS, qualidade de vida nas diferentes fases do desenvolvimento humano. Como linhas norteadoras, privilegia abordagens teóricas que utilizam referenciais e categorias sócio-analíticas no campo da psicologia social e da saúde coletiva. Realiza investigações multimétodos na compreensão dos fatores e significados que condicionam a saúde da população, possibilitando a construção do cuidado a indivíduos e grupos. O núcleo se propõe a estimular o desenvolvimento de atividades de ensino e pesquisa através de parcerias institucionais.

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