Relações Raciais

A atuação das(os) psicólogas(os), no que diz respeito a questões que envolvam preconceito e discriminação racial, está pautada e orientada a partir da Resolução CFP Nº 018/2002. Nesse sentido, este documento nos diz que “as(os) psicólogas(os) atuarão segundo os princípios éticos da profissão, contribuindo com o seu conhecimento para uma reflexão sobre o preconceito e para a eliminação do racismo”, bem como que “as(os) psicólogas(os), no exercício profissional, não serão coniventes e nem se omitirão perante o crime do racismo”.

Se associarmos estas orientações ao que está disposto em nosso Código de Ética Profissional, em seu Artigo VI – que nos diz que “a(o) psicóloga(o) colaborará na criação de condições que visem a eliminar a opressão e a marginalização do ser humano” – observaremos que a atuação da Psicologia se dá reconhecendo o seio das Relações Raciais enquanto elemento produtor de sofrimento, e que sobre tal, portanto, pressupõe-se uma ação politicamente embasada. Isto faz do preconceito e da discriminação racial pontos sobre os quais devemos nos debruçar, enquanto fenômenos que legitimam a necessidade de uma sensibilização política e ética frente ao enfrentamento das violações produzidas por esses mesmos fenômenos nos âmbitos histórico e cultural das relações humanas.

Diante dessa realidade, como pode dar-se, de forma concreta, a atuação da Psicologia?

Primeiro, podemos evidenciar a importância de determinados segmentos do Estado, que orientam sua ação no que tange à questão das Relações Raciais. Exemplo disto é a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (SEPPIR), que nasce do reconhecimento das lutas históricas do Movimento Negro Brasileiro, e tem como funções a formulação, a coordenação e a articulação de Políticas Públicas para a promoção da Igualdade Racial, a nível federal. Nesta mesma direção, temos a Secretaria de Promoção da Igualdade Racial do Governo do Estado da Bahia (SEPROMI), primeira Secretaria no Brasil a tratar de Políticas Públicas para negras e negros, e que tem funções similares à SEPPIR, só que a nível estadual – além de (ambas) atuarem, também, no sentido da proteção dos direitos de indivíduos e grupos étnicos atingidos pela discriminação e demais formas de intolerância.

Ainda ao nível das Secretarias, temos também a possibilidade de uma ação paralela junto às instâncias que pautam a discussão dos Direitos Humanos, como a Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH) e a Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos do Estado da Bahia (SJCDH) – que tem como de seus eixos de ação o Conselho Estadual dos Direitos dos Povos Indígenas do Estado da Bahia (COPIBA); bem como, na realidade específica de Salvador/BA, temos a Secretaria Municipal da Reparação (SEMUR), que desenvolve um projeto bastante interessante: o Observatório da Discriminação Racial, da Violência Contra a Mulher e Combate à Homofobia, programa que tem como objetivo mapear dados que comprovem a existência de ações discriminatórias na realidade da capital baiana, sejam elas raciais, de gêneros ou homofóbicas.

Além destas instâncias, é possível também recorrer aos Ministérios Públicos e Defensorias Públicas (Estaduais e Federais), que atuam, respectivamente, no sentido da fiscalização e da orientação jurídica às pessoas em situação de vulnerabilidade social. A atuação conjunta destas instâncias possibilita uma intervenção, ao nível das esferas governamentais, que atua no sentido de pensar e revisar Políticas Públicas, observando se sua efetivação tem se dado de forma concreta, dentro dos próprios dispositivos que compõem o esqueleto do Estado – a exemplo dos dispositivos que fazem parte da estrutura do Sistema Único de Saúde (SUS) e do Sistema Único de Assistência Social (SUAS).

No que tange ao trabalho de base, de intervenção direta junto às pessoas vítimas do preconceito e da discriminação racial, primeiro cabe dizer que não há uma instância ou serviço de saúde que trabalhe especificamente com essa demanda. Nesse sentido, é preciso capacitar as(os) profissionais da Psicologia a partir de suas formações, de maneira que as(os) mesmas(os) estejam empoderadas para tratar destas questões, acolhendo e dando continência a esse sofrimento que se faz tão corriqueiro na realidade baiana. Assim, é preciso que o trabalho nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), nos Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF), nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), nos Serviços Escola, nos Hospitais, etc., esteja pautado no reconhecimento do preconceito enquanto condicionante para o sofrimento, bem como em um processo de contínuo estudo e formação sobre tal assunto.

E considerando que o preconceito e a discriminação racial são desde já violações de direitos manifestas, é inegável a importância da ação dos Centros de Referência Especializados de Assistência Social (CREAS), enquanto instâncias que atuam a nível social de proteção e cuidado às pessoas em situação de aviltamento de direitos. Os CREAS têm sua atuação direcionada especificamente a estes contextos onde já ocorreram violações, direcionando seu foco de intervenção para um olhar que contemple a família e a comunidade, atuando de forma protetiva. Nesse sentido, eles podem dar conta de uma ação de base social e comunitária relativamente mais fortalecida – inclusive pelo seu critério de proteção às pessoas em situações de risco, calamidades públicas e/ou emergências – mas não devem ter sua atuação considerada como única e exclusiva forma de intervir frente a situações de preconceito e discriminação racial; isto deve dar-se em parceria com todas as outras instituições citadas anteriormente, e com tantas outras mais que possam contribuir com a melhoria da qualidade de vida das pessoas.

Em tempo, vale dizer que, quando falamos em Relações Raciais, preconceito, discriminação racial, e etc., não nos referimos apenas à parcela negra da população. Estas noções devem englobar em seu conceito também as pessoas de outras matrizes identitárias, especialmente falando dos povos indígenas, posta a sua intensa influência em variados pontos de nossa vida e nosso legado histórico.

Por fim, cabe referenciarmos também os documentos que norteiam a nossa atuação, para além do que pressupõe especificamente a Psicologia, a exemplo da Política Nacional de Promoção da Igualdade Racial (2003); da Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais (2007); da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (2007); da Política Estadual de Atenção Integral à Saúde da População Negra (2013) e, principalmente, do Estatuto da Igualdade Racial (Lei Nº 12.288, de 20 de Julho de 2010). Estes documentos orientam a atuação daqueles que exercem funções enquanto agentes do Estado, e devem ser observados com bastante atenção e relevância, posto que foram construídos com base em anos e anos de militância e luta dos movimentos sociais organizados, conquistas advindas dos espaços de controle social – a saber, os espaços das Conferências Municipais, Estaduais e Nacionais de Promoção da Igualdade Racial e dos Conselhos de Promoção da Igualdade Racial.

Como exemplo de boas práticas na atuação da Psicologia frente ao debate das Relações Raciais, temos o que vem sendo realizado pelo Grupo de Trabalho de Psicologia e Relações Raciais (GTPRR/CRP03), grupo este que atua no sentido da sensibilização de profissionais e estudantes de Psicologia para a importância da discussão sobre a temática racial em suas práticas, principalmente em relação às dimensões subjetiva e sócio históricas do racismo no Brasil. O grupo discute as consequências causadoras de sofrimento psíquico, que advêm dos contextos de preconceito e discriminação racial existentes na sociedade, além de debater e colaborar na implementação de estratégias que possam subsidiar a categoria em sua atuação e divulgar as produções da Psicologia no campo das relações raciais para o público e a sociedade em geral.

De forma geral, orienta-se que a Psicologia parte de um reconhecimento de todos estes condicionantes sociais como elementos produtores de sofrimento e exclusão, e que isto torna estas construções campo de atuação e intervenção para a Psicologia. Ao mesmo tempo, sem esquecer que esse lugar deve ser construído em parceria com outros campos de saber que também se ocupam desta discussão, produzindo uma ação interdisciplinar orientada, acima de tudo, pela busca do bem estar biopsicossocial de todos os sujeitos foco destas intervenções. E reconhecendo no Brasil a presença, ainda constante, do Racismo e suas lógicas perversas nos mais diferentes dispositivos da vida cotidiana, fica-nos o convite, proposto pelo nosso Código de Ética Profissional (2005), em seus Princípios Fundamentais, de que “a(o) psicóloga(o) trabalhará visando promover a saúde e a qualidade de vida das pessoas e das coletividades e contribuirá para a eliminação de quaisquer formas de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão”.

MARCOS LÓGICOS E LEGAIS

Legislação Relações Raciais

Marcos Lógicos

PUBLICAÇÃO
EMENTA
ANO

DECLARAÇÕES UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS

ADOTADA E PROCLAMADA PELA RESOLUÇÃO 217 A (III) DA ASSEMBLÉIA GERAL DAS NAÇÕES UNIDAS EM 10 DE DEZEMBRO DE 1948 E ASSINADA PELO BRASIL NA MESMA DATA

1948

Programa Brasil Quilombola

Programa Brasil Quilombola, da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial – SEPPIR, que se constitui em uma política de Estado para atenção e cuidado às áreas remanescentes de Quilombos.

2004

Política Nacional de Saúde Integral da População Negra

Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial – SEPPIR, que define os princípios, a marca, os objetivos, as diretrizes, as estratégias e as responsabilidades de gestão, voltados para a melhoria das condições de saúde desse segmento da população.

2007

Marcos Legais

PUBLICAÇÃO
EMENTA
ANO

Decreto nº 65.810

Promulga a Convenção Internacional sobre a Eliminação de todas as Formas de Discriminação Racial.

1969

Constituição do Estado da Bahia

Título VI – Da Ordem Econômica e Social
Capítulo XXIII – Do Negro
Capítulo XXIV – Do Índio

1989

Lei nº 7.716

Define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor.

1989

Lei nº 9.459

Altera os arts. 1º e 20 da Lei nº 7.716, de 5 de Janeiro de 1989, que define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor, e acrescenta parágrafo no art. 140 do decreto-lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940.

1997

Lei nº 10.639

Inclui nas Diretrizes e Bases da Educação Nacional a obrigatoriedade da temática "História e Cultura Afro-Brasileira" no currículo oficial da Rede de Ensino.

2003

Decreto nº 4.886

Institui a Política Nacional de Promoção da Igualdade Racial – PNPIR.

2003

Decreto nº 4.887

Regulamenta o procedimento para identificação, reconhecimento, delimitação, demarcação e titulação das terras ocupadas por remanescentes das comunidades dos Quilombos.

2003

Lei Orgânica do Município de Salvador

Título V – Da Ordem Econômica e Social
Capítulo V – Do Negro

2006

Decreto nº 6.040

Institui a Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais.

2007

Decreto nº 11.850

Institui a Política Estadual para Comunidades Remanescentes de Quilombos e dispõe sobre a identificação, delimitação e titulação das terras devolutas do Estado da Bahia por essas comunidades.

2008

Decreto nº 12.019

Plano Estadual de Direitos Humanos da Bahia
Eixo I – Direitos Humanos
. Diretriz III – Povos indígenas

2010

Lei nº 12.288

Institui o Estatuto da Igualdade Racial.
Altera as Leis nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989; nº 9.029, de 13 de abril de 1995; nº 7.347, de 24 de julho de 1985; e nº 10.778, de 24 de novembro de 2003.

2010

Lei nº 12.735

Tipifica condutas realizadas mediante uso de sistema eletrônico, digital ou similares, que sejam praticadas contra sistemas informatizados e similares; e dá outras providências.

2012

DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA

PUBLICAÇÃO
ORIGEM
EMENTA
ANO

Cartilha de Promoção da Igualdade de Gênero e Raça no Trabalho

Governo do Estado da Bahia

Cartilha da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte – SETRE, do Governo do Estado da Bahia, que se constitui em instrumento de informação sobre a detecção e denúncia das diferentes formas de manifestação da discriminação (seja ela de gênero ou raça).

2010

Psicologia e Relações Raciais - 2ª Edição

Conselho Federal de Psicologia

Esta cartilha é uma atualização da 1ª edição e apresenta as categorizações bibliográficas produzidas pela Psicologia. Estas estão referenciadas como livros, artigos, trabalhos de conclusão de curso, dissertações de mestrado e teses de doutorado, além de leituras complementares, sites, filmes/documentários e documentos.

2011

Contra o genocídio da população negra

CRP-SP

Este documento tem como objetivo contribuir para a reflexão sobre o tema. Pretendemos
colocar em evidência a Resolução 018 de
2002, do CFP, que estabelece, em seu art .3º,
que os psicólogos, no exercício da profissão,
não serão coniventes e nem se omitirão perante
o crime de racismo e, ainda no seu art. 4º, que
os psicólogos não se utilizarão de instrumentos
ou técnicas psicológicas para criar, manter ou
reforçar preconceitos, estigmas, estereótipos
ou discriminação racial.

2011

MAPEAMENTO DE REDE DE SERVIÇOS

Não existem mapeamentos cadastrados nesta cartilha até o momento.

INDICAÇÕES

FILMES

TÍTULO
DIREÇÃO
PRODUÇÃO
DESCRIÇÃO

12 Anos de Escravidão

Steve McQueen

Regency Enterprises

12 Anos de Escravidão é baseado na inacreditável verdadeira história de um homem que luta por sobrevivência e liberdade. Na época pré-Guerra Civil dos Estados Unidos, Solomon Northup (Chiwetel Ejiofor), um homem negro livre do norte de Nova York, é sequestrado e vendido como escravo. Diante da crueldade de um dono de escravos (Michael Fassbender) e de gentilezas inesperadas, Solomon luta não só para se manter vivo, mas também para manter sua dignidade. No décimo segundo ano de sua odisseia inesquecível, Solomon encontra casualmente com um abolicionista canadense (Brad Pitt), que muda sua vida para sempre.

A História de Ruby Bridges

Euzhan Palcy

Marian Rees Associates, Walt Disney Television

New Orleans, 1960: embora o governo federal garantisse o acesso dos negros às escolas de brancos, a realidade local era outra. Ruby Bridges, uma menina de 6 anos, se destaca intelectualmente e por isso uma associação procura os Bridges para que ela seja uma das primeiras crianças negras a estudar numa tradicional escola de brancos. Mesmo receosos, os pais autorizam, mas agentes federais a acompanham, pois os protestos eram diários e o preconceito estava até na escola. Sua sorte foi ter encontrado uma professora que a protegia.

A origem do homem - A Verdadeira Eva

Andrew Piddington

Granada Media

Baseado no livro escrito por Stephen Oppenheimer. Através de modernas pesquisas genéticas e antropológicas, são abordados temas relacionados a sobrevivência e ao desenvolvimento da raça humana, como a sua descendência e a hipótese de que ela se deu de um ancestral em comum.

a Outra História Americana

Tony Kaye

New Line Cinema, Savoy Pictures

Derek, busca vazão para suas agruras tornando-se líder de uma gangue de racistas. A violência o leva a um assassinato, e ele é preso pelo crime. Três anos mais tarde, ele sai da prisão, e tem que convencer seu irmão, que está prestes a assumir a liderança do grupo, a não trilhar o mesmo caminho.

As Barreiras do Amor

Jonathan Kaplan

Sanford/Pillsbury Productions

Lurene Hallette (Michelle Pfeiffer) é uma dona de casa de Dallas que direciona grande parte do seu tempo para saber o que a família Kennedy faz. Ela fica arrasada quando descobre que o presidente foi assassinado poucas horas depois de chegar na cidade onde ele estava. Apesar da proibição do seu marido, ela decide ir ao funeral e, na viagem de ônibus, ela conhece uma garotinha negra (Stephanie McFadden) que viaja com Paul Cater (Dennis Haysbert), o pai. Em dado momento ela acredita que se trata de um sequestro e avisa o FBI. Quando entende que cometeu um grande erro, a polícia já está pronta para prender o "criminoso". Assim, decide acompanhar pai e filha para ajudá-los no que for possível para escapar do cerco que está se fazendo para capturá-los.

Amistad

Steven Spielberg

DreamWorks SKG

Costa de Cuba, 1839. Dezenas de escravos negros se libertam das correntes e assumem o comando do navio negreiro La Amistad. Eles sonham retornar para a África, mas desconhecem navegação e se vêem obrigados a confiar em dois tripulantes sobreviventes, que os enganam e fazem com que, após dois meses, sejam capturados por um navio americano, quando desordenadamente navegaram até a costa de Connecticut.

Avaliação sobre Aproximação da Psicologia com Os Povos Indígenas no Sistema Conselhos de Psicologia

CRP SP

O vídeo foi elaborado pelo Grupo de Trabalho Psicologia e Povos Indígenas do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - CRP SP e evidencia a aproximação de pessoas que trabalham com a questão indígena, em particular os psicólogos. Discorrendo sobre a inter e transdisciplinaridade relacionado ao tema.

Bopha! Á Flor da Pele

Morgan Freeman

Arsenio Hall Communications, Taubman Entertainment Group

Um sargento da África do Sul vive todo o conflito gerado pelo apartheid em plenos anos 80, ao mesmo tempo em que deve conviver com o crescimento de seu filho numa nação tremendamente injusta. O filme tem um elenco de primeira com Danny Glover (Máquina Mortífera) no papel principal.

Brasil 500 anos – Obrigado Irmão

TV Cultura

Documentário exibido pelo programa “Zoom” – Brasil 500 anos transmitido pela TV Cultura, que trata da introdução da câmera filmadora na aldeia Xavante, possibilitando a geração de imagens sob o olhar indígena. É uma verdadeira revolução tecnológica, onde a cultura oral contada diretamen­te pelos indígenas passa a ser também visual

Entre aldeia e a cidade: Estado, Território e identidade na visão dos Povos Indígenas

CRP SP

O vídeo abrange problematizações no que diz respeito às relações entre Estado e Território frente ao processo de constituição de identidade dos povos indígenas

Deus no Banco dos Réus

Andy De Emmony

Hat Trick Productions

Traz a lenda de que prisioneiros judeus em Auschwitz fizeram um julgamento no qual Deus é o réu e o seu crime é de não ter mantido o seu pacto com eles. Um físico, um fabricante de luvas, rabinos, um professor de direito e pelo menos um criminoso, além de outros, analisam a história bíblica e a real e, também as suas experiências pessoais tentando chegar a um consenso: Deus é inocente ou culpado.

Django Livre

Quentin Tarantino

Columbia Pictures

Django é um escravo liberto que, sob a tutela de um caçador de recompensas alemão (que será vivido por Christoph Waltz) torna-se um mercenário perigoso. Depois de auxiliar seu mentor em alguns trabalhos por dinheiro, os dois partem para uma missão pessoal: encontrar e libertar a esposa de Django das garras de um fazendeiro inescrupuloso.

Hotel Ruanda

Terry George

United Artists, Lions Gate Films

Em 1994 um conflito político em Ruanda levou à morte de quase um milhão de pessoas em apenas cem dias. Sem apoio dos demais países, os ruandenses tiveram que buscar saídas em seu próprio cotidiano para sobreviver. Uma delas foi oferecida por Paul Rusesabagina (Don Cheadle), que era gerente do hotel Milles Collines, localizado na capital do país. Contando apenas com sua coragem, Paul abrigou no hotel mais de 1200 pessoas durante o conflito.

Malcolm X

Spike Lee

Largo International N.V.

Biografia do famoso líder afro-americano (Denzel Washington) que teve o pai, um pastor, assassinado pela Klu Klux Klan e sua mãe internada por insanidade.

Robinson Crusoé

Jack Gold

ABC Entertainment

Sexta-Feira é uma adaptação da peça de 1973 por Adrian Mitchell baseado no romance de Daniel Defoe Robinson Crusoe, mas inverte os papéis, retratando Crusoe como um contundente, o inglês rígida, enquanto o nativo ele chama Man sexta-feira é muito mais inteligente e empática. O filme pode ser considerado como sendo crítico da civilização ocidental, contra a qual ele desenha uma imagem idealizada do Caribe vida tribal.

LIVROS

TÍTULO
AUTOR
EDITORA
DESCRIÇÃO

Alto Xingu: Uma Sociedade Multilíngue

Bruna Franchetto

Museu do Índio

Este livro apresenta os resultados do Projeto ‘Evidências linguísticas para o entendimento de uma sociedade multilíngue: o Alto Xingu’, apoiado pelo CNPq através do Edital Universal 2006. Os artigos aqui reunidos são versões atualizadas dos trabalhos discutidos em workshop realizado de 17 a 22 de março de 2008 no Museu Nacional-UFRJ, no Rio de Janeiro. O objetivo de um grupo de pesquisadores, sobretudo linguistas, foi o de ampliar e aprofundar as respostas hoje possíveis a uma questão central para o conhecimento das sociedades e das línguas nativas das terras baixas da América do Sul, em particular da Amazônia meridional: quais foram e quais são ainda hoje os processo de gênese e reprodução do sistema indígena multilíngue e multiétnico conhecido como Alto Xingu.

História dos Índios no Brasil

manuela CARNEIRO DA CUNHA

Cia. das Letras

História dos Índios no Brasil é um esforço inédito de divulgação dos conhecimentos mais atuais sobre a história dos índios, com forte destaque para a população indígena da Amazônia.
O livro é resultado dos trabalhos do Núcleo de História Indígena da USP e foi organizado por Manuela Carneiro da Cunha, um dos principais nomes da antropologia do país, hoje professora da Universidade de Chicago. A obra reúne 27 colaboradores, entre especialistas brasileiros e do exterior, que atuam em diferentes áreas de pesquisa, como antropologia, história, arqueologia e lingüística. A coletânea oferece ao grande público a oportunidade de ter acesso às principais questões ligadas à presença dos povos indígenas no Brasil, como, por exemplo, as novas teorias sobre a origem do homem americano.

O índio brasileiro: o que você precisa saber sobre os povos indígenas no Brasil de hoje

Gersem dos Santos Luciano

MEC/SECAD

Este livro integra a série Vias dos Saberes, desenvolvida pelo Projeto Trilhas de Conhecimentos: o Ensino Superior de Indígenas no Brasil / LACED – Laboratório de Pesquisas em Etnicidade, Cultura e Desenvolvimento / Museu Nacional– UFRJ, em parceria com a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (SECAD), e contou com o financiamento do fundo Pathways to Higher Education Initiative da Fundação Ford e da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

Psicologia e Povos Indígenas

Conselho Regional de Psicologia da 6ª Região

CRPSP

Editado pelo CRP SP, o livro "Psicologia e Povos Indígenas" apresenta contribuições de lideranças indígenas do Estado de São Paulo, psicólogos, antropólogos e outros profissionais atuantes na área, os quais participaram dos diálogos interdisciplinares promovidos pelo Conselho sobre a temática entre 2007 e 2009.

Psicologia Social do Racismo

Iray Canore; Maria Aparecida Bento (Orgs.)

Vozes

O livro parte de um estudo feito pelas organizadoras sobre a negritude em São Paulo, objetivando captar os efeitos psicológicos do legado do branqueamento sobre o processo de construção da identidade negra.

A Aculturação negra no Brasil

Arthur Ramos

Cia. Editora Nacional

O livro reúne diversos textos (artigos, conferências), escritos em diferentes momentos, tendo todos, porém, como denominador comum, a preocupação do autor em explicar a aculturação dos negros no Brasil, sob o viés da antropologia cultural e da psicanálise. A obra está dividida em duas partes: “A herança do negro” e “Assimilação e aculturação no Brasil”. Arthur Ramos é autor de outros dois volumes na Coleção Brasiliana.

Afro-Descendentes: Identidade em Construção

Ricardo Franklin Ferreira

EDUC; Pallas

Este livro reforça os traços, para além das fronteiras acadêmicas, do esboço da identidade que descansa na prancheta conceitual do movimento social das populações de ascendências africanas: exercício indispensável para a realização dos anseios materiais e transcendentais dos afro-descendentes do país, em correspondência com a gramática exigida por este novo cenário em transformação.

História da Psiquiatria no Brasil: um corte ideológico

Jurandir Freire Costa

Garamond

Além de reproduzir fatos e documentos de difícil acesso sobre os primórdios da nossa saúde mental, demonstra, num exercício de "história conceitual", como as chamadas idéias "científicas" nesse campo são estreitamente dependentes do contexto cultural que as legitima. A obra mostra como os psiquiatras da Liga Brasileira de Higiene Mental criaram doutrinas que, a partir da conceituação de uma suposta "natureza humana", não passavam de expressões de seus próprios preconceitos ideológicos - racismo, xenofobia, moralismo - e das idéias dominantes em seu tempo. Matéria de reflexão imprescindível para todos os que lidam, na clínica e na teoria, com as questões da saúde mental.

Identidade e Etnia: Construção da pessoa e resistência cultural

Carlos Rodrigues Brandão

Brasiliense

Com base em relatos autênticos sobre os primeiros contatos entre tribos isoladas e a civilização branca. O autor analisa as consequentes modificações sofridas pelas sociedades indígenas, além de descrever as formas culturais de resistência criadas contra a dissolução de suas crenças e costumes. Um minucioso levantamento antropológico da situação das populações indígenas no Brasil onde o autor trata de temas fundamentais com etnia e identidade étnica. Com isso agita a consciência do leitor e o convida a rever sua própria identidade, bem como as dos diferentes grupos sociais, construídas ao longo da história.

inclusão no Trabalho: Desafios e Perspectivas

Maria Aparecida Bento; Marilda Castelar (Orgs.)

Casa do Psicólogo

Este livro coloca em questão as possibilidades de enfrentamento do problema da exclusão no mercado formal. Pretende ainda focalizar a economia solidária e formas alternativas de respostas às mudanças no mundo do trabalho.

O negro brasileiro: etnografia religiosa e psicanálise

arthur ramos

civilização brasileira

O Negro Americano! Como reagiu ele no novo habitat? Que influências sofreu a sua psique ao contato de outras raças e de outros meios? De outro lado, que influxos exerceu nos povos neo-continentais com que se amalgamou? Qual a sua posição no Brasil em paralelo com seus irmãos de cor em outros países do continente americano? São problemas que ainda não foram desvendados em todos os seus segredos e determinantes sutis.

psicologia social nos estudos culturais

neuza guareschi; michel bruschi

vozes

O livro propõe uma transição para a pluralidade e para uma visão interdisciplinar, inserindo a Psicologia Social dentro do campo dos Estudos Culturais. Os autores mostram que a cultura não pode ser monopólio de uma única disciplina e apresentam os aspectos teóricos e práticos do novo lugar ocupado pela disciplina em questão.

preconceito: indivíduo e cultura

josé leon cróchik

Casa do Psicólogo

Reflexão aprofundada, procurando ver o que externamente é invisível e apontando para o mundo interno. O autor transmite o que apreendeu, sem utilizar fórmulas estereotipantes, mas consciente de que as próprias palavras podem aprisionar o objeto de que falam, assim como libertá-lo.

psicologia, direitos humanos e sofrimento mental

marcus vinicius de oliveira silva (org.)

casa do psicólogo

O I Seminário Nacional de Psicologia e Direitos Humanos, gerador da publicação, teve como tema principal a reflexão sobre Direitos Humanos e o Sofrimento Mental. A qualidade das intervenções nas mesas-redondas, conferências e nas dezenas de trabalhos apresentados indicam as potencialidades da articulação entre psicologia e direitos humanos.

Raça e Ciência

Juan Comas; Kenneth Little; Harry I. Shapiro; Michel Leiris

perspectiva

Ódios e conflitos raciais nascem da ignorância e se nutrem de noções cientificamente falsas. Para demonstrar tais erros e refutar estes sofismas, para difundir as conclusões a que chegaram as diferentes disciplinas, científicas, a UNESCO reuniu especialistas nos vários campos relacionados com o problema e publicou os resultados de pesquisas e discussões na coletânea que pomos agora à disposição do nosso leitor.

As Diferenças Raciais

otto klineberg

perspectiva

Esse trabalho descreve os vários tipos de racismo que surgiram desde o inicio da civilização,começando nos gregos indo para os romanos, continuando na idade média.

tornando-se negro: as vicissitudes da identidade do negro brasileiro em ascensão social

neusa santos souza

graal

Este livro procura romper a precariedade de estudos sobre a vida emocional dos negros. Diante da flácida omissão com que a teoria psicanalítica tem tratado esse assunto, a autora apresenta reflexões profundas e inquietantes sobre o custo emocional da sujeição, da negação da própria cultura e do próprio corpo. O negro que se empenha na conquista da ascensão social paga o preço do massacre de sua identidade, tomando o branco como modelo de identificação.

MÚSICAS

TÍTULO
INTÉRPRETE
ÁLBUM

Adão Negro

Adão Negro

Só Diretoria

Decepção

Scambo

Exerça

Etnia

Chico Science e Nação Zumbi

Afrociberdelia

Mama África

Chico César

Cuscuz Clã

Mand'ela

Chico César

Cuscuz Clã

Negro no Poder

Cidade Negra

Negro no Poder

Sinhá

Chico Buarque

Chico

POEMAS

TÍTULO
AUTOR

Festa na Taba

Benedito Gomes Rodrigues

Navio Negreiro

Castro Alves

Sou Índio, sou brasileiro. Sou independente

Davi Machado Portela

Caiapós

Edmar Bernardes da Silva

A vida do índio

Katherinne Soares

Tributo Aborígine

Lana Maria Alpino

Hostilidade

Thaís de Oliveira Araujo

Cadernos Negros – Poemas Afro-Brasileiros

Vários

SITES

TÍTULO
DESCRIÇÃO

CEAO

Site oficial do Centro de Estudos Afro-Orientais (CEAO) da UFBA.

CEERT

Site oficial do Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades.

CRIOLA

CRIOLA é uma organização da sociedade civil fundada em 1992 e, desde então, conduzida por mulheres negras. CRIOLA define sua atuação com base em sua missão e visão institucionais, a partir da defesa e promoção de direitos das mulheres negras em uma perspectiva integrada e transversal.

Estereótipos

Blog que discute a interface entre estereótipos e a psicologia social

Funai

A Fundação Nacional do Índio – FUNAI é o órgão indigenista oficial do Estado brasileiro. Criada por meio da Lei nº 5.371, de 5 de dezembro de 1967, vinculada ao Ministério da Justiça, é a coordenadora e principal executora da política indigenista do Governo Federal. Sua missão institucional é proteger e promover os direitos dos povos indígenas no Brasil.

Fundação Palmares

Nesse quarto de século, a FCP já emitiu mais de 2.008 certificações para 2.408 comunidades (http://www.palmares.gov.br/quilombola/). O documento reconhece os direitos das comunidades quilombolas e dá acesso aos programas sociais do Governo Federal. É referência na promoção, fomento e preservação das manifestações culturais negras e no apoio e difusão da Lei 10.639/03, que torna obrigatório o ensino da História da África e Afro-brasileira nas escolas. A Fundação Palmares já distribuiu publicações que promovem, discutem e incentivam a preservação da cultura afro-brasileira e auxiliam professores e escolas na aplicação da Lei.

Geledés Instituto da Mulher Negra

Geledés - Instituto da Mulher Negra foi criado em 30 de abril de 1988.
É uma organização da sociedade civil que se posiciona em defesa de mulheres e negros por entender que esses dois segmentos sociais padecem de desvantagens e discriminações no acesso às oportunidades.

Grupo nzinga de Capoeira angola

A missão do Instituto Nzinga (INCAB) é atuar na preservação, no cultivo e na divulgação da capoeira e das heranças culturais de origem africanas; lutar contra discriminação racial e de gênero, pelo empoderamento de meninas e mulheres; defender os direitos da criança e do adolescente; e também promover a democracia, a cultura de paz e a dignidade humana. Para isso, o INCAB se vale da sabedoria dos mestres da cultura popular; da convivência, com apoio mútuo e união entre as pessoas; e do cuidado e da dedicação aos mais jovens, cultivando ética, educação e autoestima.

Instituto Cultural Steve Biko

O Instituto Cultural Steve Biko (ICSB), fundado em 31 de julho de 1992, carinhosamente conhecido como a Biko, tem se consolidado ao longo desses 20 anos como uma importante referência nacional na luta contra a exclusão educacional dos jovens negros e negras no Brasil.

Jornal do Axé

jornal voltado às questões das religiões africanas.

Mestre Didi

Informações sobre a Sociedade de Estudo da Cultura Negra no Brasil.

Mulheres Negras

O site "Mulheres negras: do umbigo para o mundo", online desde 1999, ano de sua ciração, tem concentrado suas ações em prol da emancipação política, econômica e cultural das mulheres negras brasileiras, tendo como suporte as tecnologias de informação e comunicação. Essa é nossa missão: oferecer informação qualificada sobre temas de interesse da comunidade negra e que interferem nas configurações raciais da sociedade brasileira.

Mundo Negro

O Mundo Negro é um portal de notícias voltado para comunidade negra brasileira e demais etnias que se interessem pelos assuntos relacionados à cultura e ao cotidiano dos afrodescendentes no Brasil e no mundo.

Núcleo de Estudos Negros

O NEN, a partir de seus estudos e pesquisas e de seus programas de ação nas áreas da Educação, Justiça, Trabalho e Cidadania, busca assegurar o desenvolvimento sustentável nas comunidades negras, urbanas e rurais, e, do mesmo modo, a garantia dos direitos sociais. A estrutura organizativa do NEN está constituída a partir dos seguintes Programas:

Opção Brasil

Tem como objetivo contribuir com o desenvolvimento justo, participativo e sustentável da sociedade, configurando-se como um espaço de participação, aprendizagem, integração e oportunidade para a prática da cidadania ativa e voluntária dos jovens frente aos desafios de seu tempo.

Psicologia - Relações Étnico-Raciais

Site do Conselho Federal de Psicologia voltado para a temática racial.

Portal Afro

Site que evidencia e homenageia o trabalho de grandes negros e negras.

Unidade na Diversidade

Coalizão de entidades incumbidas da promoção, proteção e defesa dos direitos humanos com o objetivo de aproximar capacidades em direitos humanos, viabilizando atividades educativas e formadoras em todas as etapas da educação formal, passando pelo ensino infantil, fundamental, médio, superior, a capacitação e treinamento profissional em direitos humanos, assim como a educação informal.

REVISTAS/PERIÓDICOS

TÍTULO
DESCRIÇÃO

Cadernos de Saúde Pública

Cadernos de Saúde Pública – CSP é uma revista mensal publicada pela Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz. A revista destina-se à publicação de artigos originais no campo da Saúde Pública, incluindo epidemiologia, nutrição, planejamento em saúde, ecologia e controle de vetores, saúde ambiental e ciências sociais em saúde, dentre outras áreas afins.

Ciência e Saúde Coletiva

Editada pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva/Abrasco, a Revista Ciência & Saúde Coletiva – criada ao final de 1996 - é um espaço científico para discussões, debates, apresentação de pesquisas, exposição de novas idéias e de controvérsias sobre a área.

FAEEBA

A Revista da FAEEBA: Educação e Contemporaneidade é um periódico temático e semestral, que tem como objetivo incentivar e promover o intercâmbio de informações e resultados de estudos e pesquisas de natureza científica, no campo da educação, em interação com as demais ciências sociais, relacionando-se com a comunidade regional, nacional e internacional. Aceita trabalhos originais, que analisam e discutem assuntos de interesse científico-cultural, e que sejam classificados em uma das seguintes modalidades:

Interface – Comunicação, Saúde, Educação

Interface - Comunicação, Saúde, Educação é uma publicação interdisciplinar, trimestral, editada pela UNESP (Laboratório de Educação e Comunicação em Saúde, Departamento de Saúde Pública, Faculdade de Medicina de Botucatu e Departamento de Educação, Instituto de Biociências de Botucatu), dirigida para a Educação e a Comunicação nas práticas de saúde, a formação de profissionais de saúde (universitária e continuada) e a Saúde Coletiva em sua articulação com a Filosofia, as Ciências Sociais e Humanas. Dá-se ênfase à pesquisa qualitativa.

Psicologia: Ciência e Profissão

Sua missão principal é contribuir para a formação profissional do psicólogo brasileiro bem como socializar o conhecimento psicológico produzido por aqueles que pesquisam e/ou atuam no campo da Psicologia.

Psicologia e Sociedade

Tem a missão de publicar artigos originais sobre temáticas que privilegiem pesquisas e discussões na interface entre a psicologia e a sociedade, tendo em vista o desenvolvimento da Psicologia Social numa postura crítica, transformadora e interdisciplinar.

GRUPOS DE PESQUISA

NOME
INSTITUIÇÃO
ESTADO
DESCRIÇÃO

Centro de Estudos dos Povos Afro-Índio-Americanos – CEPAIA

Universidade do Estado da Bahia

Bahia

Órgão da Universidade do Estado da Bahia – UNEB – regimentalmente subordinado ao Gabinete da Reitoria, foi fundado em 1996, e é fruto de uma parceria entre a Coordenação de Ensino Superior da Secretária de Educação e da Companhia Baiana de Pesquisa Mineral. Baseando-se nos vetores de raízes negras e da formação de empreendedores, para empoderamento dos “menos privilegiados”, – O CEPAIA – traz em seus alicerces a vocação para integração dos projetos de Ações Afirmativas.

Grupo de Estudos e Pesquisas em Populações Indígenas

Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

Mato Grosso do Sul

Os estudos desenvolvidos pelo grupo visam ampliar as possibilidades de observação e construção de indicadores sociais, de saúde e nutrição de grupos populacionais do Estado de Mato Grosso do Sul e o atendimento de demandas específicas das comunidades indígenas envolvidas.

Grupo de Pesquisa em Educação, Etnicidade e Desenvolvimento Regional – GEEDR

Universidade do Estado da Bahia

Bahia

Este grupo tem o objetivo de desenvolver atividades de pesquisa vinculadas ao Centro de Pesquisa em Educação e Desenvolvimento Regional(CPEDR)atuando nas suas respectivas linhas destacando Educação, Culturas e Etnicidades.: Este enfoque possibilita o fortalecimento de redes de pesquisa, promovendo a ampliação e aprofundamento das temáticas abordadas por pesquisadores. O grupo tem a finalidade de implantação e implementação do CPEDR iniciando com a realização do diagnóstico de pesquisa visando o fortalecimento e reconhecimento da instituição, a partir das atividades de pesquisa desenvolvidas pelos Departamentos de acordo com suas demandas locais viabilizando a rede de pesquisa e parcerias. Este grupo vem implementado atividades relacionadas ao projeto "Informação, Comunicação e Expansão da Pesquisa para a UNEB", que visa ampliar a infra-estrutura da universidade voltada para a pesquisa científica de excelência, e atividades relacionadas à: implementação do cultivo às relações étnicas e culturais e estudo das línguas e culturas africanas e afrobrasileiras; implementação de estudos das populações e culturas indígenas. Em parceria com a Universidade de Nice (França) e Associação Multicultural Indígena, produziu o video a partir do projeto "Saberes, práticas, educação, e desenvolvimento: retratos da saga indígena Fulni-ô e Kariri-Xocó no Nordeste Brasileiro", com auxílio do CNPq. O Grupo propõe atividades de socialização das pesquisas desenvolvidas.

Grupo de Pesquisa: Educação e Reunião

PUC

Paraná

O GPER é um grupo de pesquisa voltado para Educação - Ensino Religioso - Formação de Professor.

GT Psicologia e Povos Indígenas – Grupo de Estudo Transdisciplinar Psicologia & Tradição Nativa

Conselho Regional de Psicologia - 6ª Região

São Paulo

O Grupo de Trabalho Psicologia e Povos Indígenas do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - CRP SP tem por objetivo aproximar pessoas que trabalham com a questão indígena, em particular os psicólogos. Valorizando a inter e transdisciplinaridade conta com a participação de indígenas, os antropólogos, cientistas sociais, historiadores, pedagogos, educadores, enfim, pessoas interessadas no tema que queiram contribuir.

Grupo de Trabalho Psicologia e Relações Raciais (GTPRR)

Conselho Regional de Psicologia - 3ª Região

Bahia

Atua na sensibilização de profissionais e estudantes de Psicologia para a importância da discussão sobre a temática racial em suas práticas, principalmente em relação às dimensões subjetiva e sócio-históricas do racismo no Brasil. O grupo discute as consequências causadoras de sofrimento psíquico, que advêm dos contextos de preconceito e discriminação racial existentes na sociedade, além de debater e colaborar na implementação de estratégias que possam subsidiar a categoria em sua atuação e divulgar as produções da Psicologia no campo das relações raciais para o público e sociedade (Resolução CFP – 018/2002).

Núcleo de História Indígena e do Indigenismo – NHII/USP

USP

São Paulo

O NHII foi fundado em 1990 pela Profa. Dra. Manuela Carneiro da Cunha e desde então vem se consolidando como um centro de pesquisa e de assessoria especializado, dedicado à investigação de temas ligados à etnologia e história ameríndia, com foco privilegiado no estudo de redes de relações. A formação de profissionais em etnologia indígena é uma das metas do NHII, que tem abrigado pesquisadores desde a Iniciação Científica e os formado sucessivamente nos diferentes patamares da carreira, oferecendo a possibilidade de complementar seus estudos acadêmicos através da pesquisa de campo e participação direta nas linhas de pesquisa.

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