Diversidade Sexual e Promoção da Cidadania LGBT

Homofobia: s.f. Aversão irreprimível, repugnância, ódio, preconceito que algumas pessoas ou grupos nutrem contra o público LGBT. [1]

Segundo estatísticas levantadas pelo Grupo Gay da Bahia (2012) o Brasil confirma sua posição de primeiro lugar no ranking mundial de assassinatos homofóbicos, concentrando 44% do total de execuções de todo o planeta. Foram documentados 338 assassinatos de gays, travestis e lésbicas no Brasil, incluindo duas transexuais brasileiras mortas na Itália. Um assassinato a cada 26 horas, um aumento de 27% em relação ao ano passado (266 mortes) crescimento de 177% nos últimos sete anos. Os gays lideram os “homicídios”: 188 (56%), seguidos de 128 travestis (37%), 19 lésbicas (5%) e 2 bissexuais (1%). Em 2012 também foi assassinado brutalmente um jovem heterossexual na Bahia, confundido com gay, por estar abraçado com seu irmão gêmeo[2].

 Diante desse contexto apresentado, observa-se que as diversas áreas do saber têm necessitado de um maior engajamento para debater a homofobia, ou qualquer tipo de situação vexatória ou agressiva com um público socialmente vulnerável (GLBT). Neste sentido, torna-se necessário um espaço dentro da psicologia para estimulá-los, interagir com os demais colegas de forma interdisciplinar para aprimorarem uma visão critica e promover melhorias na qualidade psíquica e/ou moral desse público. A psicologia e outras áreas de saúde e assistência social já pautam que a homossexualidade não é uma doença, desvio de conduta ou transtorno mental, e sim, uma expressão da sexualidade. Desde 1985 o Conselho Federal de Medicina retirou a homossexualidade da lista de desvios sexuais despatologizando o mesmo. E que, segundo a Resolução do Conselho Federal de Psicologia de Nº 001/99 de 22 de Março de 1999 (Art. 2º – As(os) psicólogas(os) deverão contribuir, com seu conhecimento, para uma reflexão sobre o preconceito e o desaparecimento de discriminações e estigmatizações contra aqueles que apresentam comportamentos ou práticas homoeróticas) e proíbe qualquer ação de psicólogas(os) que possam colaborar com uma representação da homossexualidade como doença ou anormalidade, bem como realizar terapias para mudança de sua orientação sexual.

Diante dessa realidade, como pode dar-se, de forma concreta, a atuação da Psicologia?

Bem, no código de ética profissional da(o) psicóloga(o) já pauta que, dos princípios fundamentais:

II. O psicólogo trabalhará visando promover a saúde e a qualidade de vida das pessoas e das coletividades e contribuirá para a eliminação de quaisquer formas de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão. Código de Ética Profissional da(o) psicóloga(o) (2005).

Desta forma, no que tange ao trabalho de base, de intervenção direta junto às pessoas vítimas do preconceito e da discriminação homofóbica, primeiro cabe dizer que não há uma instância ou serviço de saúde que trabalhe especificamente com essa demanda. O que existe são órgãos/associações que lutam na defesa dos direitos humanos do publico LGBT, entre eles: Grupo Gay da Bahia (GGB); Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Travestis (ABGLT); Comissão Internacional de Direitos Humanos de Gays e Lésbicas (IGLHRC); Associação de Travestis de Salvador (ATRAS), etc.

No que diz respeito à atuação da(o) psicóloga(o) nas políticas públicas voltada para o combate da homofobia em específico, o estado, enquanto regulador das relações entre os indivíduos vai se interessar por intervir no comportamento. “É preciso manter a ordem”. Contudo, sabemos que o que transborda e se repete não se controla pelo ordenamento jurídico, muito menos pela boa intenção daquele que a pratica ou daquele que a denuncia, sendo assim, um dos desafios dos profissionais psicólogos é buscar ir além do controle do comportamento. Sua função será fazer circular a palavra daquele que lhe chega a acolhendo para desabrigá-lo do ciclo repetitivo, avisado que está de que há outra cena a ser escutada por aquele que lhe dirige seu dizer.

Dados Levantados pelo Centro de Referência Técnica em Psicologia e Políticas Públicas (CREPOP), em um Relatório Descritivo Preliminar de Pesquisa sobre a Atuação das(os) psicólogas(os) em Políticas Públicas de Diversidade Sexual e Promoção da Cidadania LGBT (2010), foi mostrado que, no item VI. Avaliação da atuação profissional; foi perguntado aos profissionais: 6.1 – Considerando a sua experiência profissional em Diversidade Sexual, você acredita que haja mais convergência ou mais divergência a cerca do modo de atuação entre as(os) psicólogos(as) dessa área? Em um total de 37,5% (acredito que haja mais divergência), 33,3% (ainda não sei avaliar) e 29,2% (acredito que haja mais convergência). E tendo em vista isso, foi perguntando no item seguinte 6.1.1 Fatores a que atribui a tal divergência; 40% (sociedade homofóbica), 20% (formação acadêmica deficitária), 10% (desconhecimento), 10% (desconsideram relações de gênero),10%(religiosidade), 10%(valores morais). E no item 6.1.2 Fatores a que atribui a convergência; 28,6% (identificação com a causa),14,3% (sintonia com diversos profissionais),14,3% (moralismo), 14,3% (formação acadêmica), 14,3% (código de ética), 14,3% (inserção em novos espaços de atuação).

 De forma visível, a pesquisa mostrou que ainda existe uma deficiência quando se trata de lidar com situações que fogem do âmbito da heteronormatividade[3]. E cabe ao profissional de psicologia o conhecimento, respeito, humildade, reconhecer os próprios limites e preconceitos, e reconhecer que a psicologia é uma ciência e como tal é vedado em exercício de suas funções profissionais induzir a convicções políticas, filosóficas, morais, ideológicas, religiosas, de orientação sexual ou a qualquer tipo de preconceito. Proposto pelo Art. 2º do Código de Ética Profissional da(o) psicóloga(o) (2005).

Considerando todo o contexto ao qual o tema está atrelado, é um grande sinal de alerta para se pensar em ações que promovam melhorias nas condições de vida de um grupo vulnerável socialmente, bem como ações que auxiliem a diminuição do preconceito e da violência contra o público LGBT. No sentido de promover espaço de auto-reflexão e fortalecimento de auto-estima para lidar com essa forma de estigmatização, em especial as questões envolvendo a sua sexualidade. Diversas variações nas vivências do público LGBT vem fazendo com que este fenômeno tenha múltiplos significados. Por se tratar de um fenômeno que atualmente está sendo colocado em evidencia, precisa ser estudado para ser melhor compreendidos.



[1] Homofobia. Informação disponível em < http://www.priberam.pt/dlpo/ > acessado em 04 Set. 2013.

[2]  Assassinato de homossexuais (LGBT) no Brasil. Informação disponível em <http://homofobiamata.files.wordpress.com/2013/02/relatorio-20126.pdf.> acessado em 04 Set.. 2013.

[3] Termo usado para descrever situações nas quais orientações sexuais diferentes da heterossexual são marginalizadas, ignoradas ou perseguidas por práticas sociais, crenças ou políticas.

 

 

Referências

BRASIL. Conselho Federal de Psicologia. Resoluções, 1999 – CFP

___________ Código de Ética Profissional da(o) psicóloga(o), 2005.

___________ Centro de Referência Técnica em Psicologia e Políticas Públicas. Atuação das(os) psicólogas(os) em Políticas Públicas de Diversidade Sexual e Promoção da Cidadania LGBT.

Informação disponível em < http://crepop.pol.org.br/novo/324_relatorio-quantitativo-sobre-atuacao-de-psicologos-em-diversidade-sexual > Acessado em 04 Set. 2013.

GRUPO GAY DA BAHIA (GGB). Assassinato de homossexuais (LGBT) no Brasil. Informação disponível em <http://homofobiamata.files.wordpress.com/2013/02/relatorio-20126.pdf.> Acessado em 04 Set. 2013.

DICIONÁRIO PRIBERAM DA LÍNGUA PORTUGUESA-ON LINE. Homofobia. Informação disponível em < http://www.priberam.pt/dlpo/ > acessado em 04 Set. 2013

MARCOS LÓGICOS E LEGAIS

Legislação Diversidade Sexual e Promoção da Cidadania LGBT

Marcos Lógicos

PUBLICAÇÃO
EMENTA
ANO

Plano Integrado de ENFRENTAMENTO à FEMINIZAÇÃO da Epidemia de Aids e outras DST

Plano Integrado de ENFRENTAMENTO à FEMINIZAÇÃO da Epidemia de Aids e outras DST.

2007

Plano Operativo da Política nacional de Saúde Integral de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – LGBT.

O Plano Operativo da Política Nacional de Saúde Integral LGBT tem como objetivo apresentar estratégias para as gestões federal, estadual e municipal, no processo de enfrentamento das iniquidades e desigualdades em saúde com foco na população de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais para a consolidação do SUS como Sistema universal, integral e equitativo.

2008

Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de LGBT

Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de LGBT - Presidência da República Secretaria Especial dos Direitos Humanos – SEDH.

2009

Decreto 12.019

Plano Estadual de Direitos Humanos
do Estado da Bahia.

Eixo I – Universalização de Direitos
Diretriz V: Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais.
Eixo III – Educação para os Direitos Humanos
Diretriz I: Escola e Diversidade

2010

POLÍTICA NACIONAL DE SAÚDE INTEGRAL DE LÉSBICAS, GAYS, BISSEXUAIS, TRAVESTIS E TRANSEXUAIS

O Ministério da Saúde apresenta a Política Nacional de Saúde Integral de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT) para ser implementada no Sistema Único de Saúde (SUS). Sua formulação seguiu as diretrizes de Governo expressas no Programa Brasil sem Homofobia, que foi coordenado pela Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH/PR) e que atualmente compõe o Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH 3).

2010

Programa Nacional de Direitos Humanos

O texto final deste Programa é fruto de um longo e meticuloso processo de diálogo entre poderes públicos e sociedade civil. Representada por diversas organizações e movimentos sociais, esta teve participação novamente decisiva em todas as etapas de sua construção. A base inicial do documento foi constituída pelas resoluções aprovadas na 11ª Conferência Nacional dos Direitos Humanos, que compuseram um primeiro esqueleto do terceiro PNDH.

2010

Marcos Legais

PUBLICAÇÃO
EMENTA
ANO

Lei Nº 4.319

Cria o Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (CDDPH).

1964

Lei Nº 7.353

Cria o Conselho Nacional dos Direitos da Mulher – CNDM e dá outras providências. (Na composição do Conselho do CNDM consta uma cadeira para o Movimento de Lésbicas).

1985

Constituição Federal do Brasil

Dos Princípios Fundamentais: art 1º, III; art 3°, IV.
Dos Direitos e Deveres Individuais e Coletivos: art 5°.
Da Ordem Social: art 194; art 196; art 201; art 205; art 215; art 221; art 226.

1988

Constituição do Estado da Bahia

Título I – Dos Princípios Fundamentais: Art.3º, Inciso 1

1989

Lei nº 8.142

Dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde (SUS) e sobre as transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde e dá outras providências.

1990

Lei nº 8.080

Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências.

1990

Lei Nº 5.275

Institui penalidade à prática de discriminação, em razão de opção sexual e dá outras providências.

1997

Lei nº 9.836

Acrescenta dispositivos à Lei no 8.080, de 19 de setembro de 1990, que "dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências", instituindo o Subsistema de Atenção à Saúde Indígena.

1999

Emenda Constitucional nº 29

Altera os Arts. 34, 35, 156, 160, 167 e 198 da Constituição Federal e acrescenta artigo ao Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, para assegurar os recursos mínimos para o financiamento das ações e serviços públicos de saúde.

2000

Lei Nº 10.216

Lei Nacional de Transtornos Mentais
Art 1°. Os direitos e a proteção das pessoas acometidas de transtorno mental, de que trata esta Lei, são assegurados sem qualquer forma de discriminação quanto à raça, cor, sexo, orientação sexual, religião, opção política, nacionalidade, idade, família, recursos econômicos e ao grau de gravidade ou tempo de evolução de seu transtorno, ou qualquer outra.

2001

Lei nº 10.424

Acrescenta capítulo e artigo à Lei no 8.080, de 19 de setembro de 1990, que dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento de serviços correspondentes e dá outras providências, regulamentando a assistência domiciliar no Sistema Único de Saúde.

2002

Lei n° 10.683

Dispõe sobre a organização da Presidência da República e dos Ministérios, e dá outras providências. (entre outras medidas, transforma a Secreta- ria de Estado dos Direitos da Mulher, do Ministério da Justiça, em Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República e o Conselho Nacional dos Direitos da Mulher, do Ministério da Justiça para a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República – arts. 31 e 33).

2003

Lei N° 11.340

Lei Maria da Penha

... Art 2° Toda mulher, independente de classe, raça, etnia, orientação sexual, renda, cultura, nível educacional, idade e religião, goza dos direitos fundamentais, inerente à pessoa humana, sendo-lhe asseguradas as oportunidades e facilidades para viver sem violência, preservar sua saúde física e mental e seu aperfeiçoamento moral, intelectual e social.

2006

Lei Orgânica do Município de Salvador

Título I – Do Município
Capítulo I – Das Disposições Preliminares: Art. 1°, Parágrafo único.

2006

Portaria nº 399/GM

Aprova o Pacto pela Saúde.

2006

Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros

Art. 6º É dever do jornalista:
XIV - combater a prática de perseguição ou discriminação por motivos sociais, econômicos, políticos, religiosos, de gênero, raciais, de orientação sexual, condição física ou mental, ou de qualquer outra natureza.

2007

Portaria nº 457

Aprova na forma de Anexos da Portaria nº 1.707, de 18 de agosto de 2008.

2008

Portaria nº 41

Disciplina o registro e a anotação de Carteira de Trabalho e Previdência Social de empregados.

2007

Plano Nacional de Enfrentamento da Epidemia de Aids e DST entre Gays, outros Homens que fazem Sexo com Homens (HSH) e Travestis

Plano Nacional de Enfrentamento da Epidemia de Aids e DST entre Gays, outros Homens que fazem Sexo com Homens (HSH) e Travestis.

2007

Portaria GM/MS nº 1.707

Institui, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), o Processo Transexualizador, a ser implantado nas Unidades Federadas, respeitadas.

2008

Decreto nº 6.980

Reestrutura a SEDH, a Coordenação Geral de Promoção dos Direitos LGBT e Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoção dos Direitos LGBT.

2009

Decreto 12.019

Plano Estadual de Direitos Humanos do Estado da Bahia

Eixo I – Universalização de Direitos
Diretriz V: Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais.
Eixo III – Educação para os Direitos Humanos
Diretriz I: Escola e Diversidade

2010

Plano Nacional de Enfrentamento da Epidemia de Aids e das DST entre Gays, HSH e Travestis

Este plano expressa o compromisso das três esferas de governo e da sociedade civil na implantação e implementação da política pública de prevenção e de controle das DST/Aids com o objetivo de enfrentar a epidemia do HIV/Aids e das DST entre gays, HSH e travestis.

2010

Resoluções

PUBLICAÇÃO
EMENTA
ANO

Resolução n° 01

Origem: CFP. Estabelece normas de atuação para os psicólogos em relação à questão da
Orientação Sexual.

1999

Resolução N.º 017

Aprova o Regimento Interno do Conselho Federal de Psicologia – CFP.

2000

RESOLUÇÃO nº 1.652

Origem: Conselho Federal de Medicina. Dispõe sobre a cirurgia de transgenitalismo e revoga a Resolução CFM nº 1.482/97.

2002

Resolução Nº10

Aprova o Código de Ética Profissional do Psicólogo.

2005

Resolução Nº 489.03

Origem: Conselho Federal de Serviço Social.
Estabelece normas vedando condutas discriminatórias ou preconceituosas, por orientação e expressão sexual por pessoas do mesmo sexo, no exercício profissional do assistente social, regulamentando princípio inscrito no Código de Ética Profissional.

2006

RESOLUÇÃO Nº. 208

Origem: Conselho Federal de Medicina. Dispõe sobre o atendimento médico integral à população de travestis, transexuais e pessoas que apresentam dificuldade de integração ou dificuldade de adequação psíquica e social em relação ao sexo biológico.

2009

Resolução nº 1.931

Origem: Conselho Federal de Medicina. Aprova o Código de Ética Médica.

2009

RESOLUÇÃO Nº 1.955

Origem: Conselho Federal de Medicina.
Dispõe sobre a cirurgia de transgenitalismo e revoga a Resolução CFM nº 1.652/02. (Publicada no Diário Oficial da União; Poder Executivo, Brasília-DF, n. 232, 2 dez.2002. Seção 1, p.80/81).

2010

Resolução n° 2

Estabelece estratégias e ações que orientam o Plano Operativo da Política Nacional de Saúde Integral de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

2011

resolução nº 175

Dispõe sobre a habilitação, celebração de casamento civil, ou de conversão de união estável em casamento, entre pessoas de mesmo sexo.

2013

Marcos Internacionais

PUBLICAÇÃO
EMENTA
ANO

Carta das Nações Unidas

Carta com princípios e objetivos da ONU.

1945

Declarações Universal Dos Direitos Humanos

Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948 e assinada pelo Brasil na mesma data.

1948

Convenção nº 100 OIT

Ratificada pelo Brasil em 25/04/1957, relativa à Igualdade de Remuneração entre a Mão-de-obra Masculina e a Mão-de-obra Feminina em Trabalho de Valor Igual.

1951

Convenção nº 103 OIT

Ratificada pelo Brasil em 1952, sobre o amparo e licença maternidade às mulheres empregadas em empresas industriais bem como às mulheres empregadas em trabalhos não industriais e agrícolas, inclusive as mulheres assalariadas que trabalham em domicílio.

1952

Convenção nº 111 OIT

Sobre Discriminação em Matéria de Emprego e Ocupação (entrou em vigor, no plano internacional, em 1960).

1958

Pacto Internacional dos Direitos Civis e Políticos

Ratificado pelo Brasil em 24 de janeiro de 1992

1966

Pacto Internacional dos Direitos Econômicos Sociais e Culturais

Adotada pela Resolução n.2.200-A (XXI) da Assembléia Geral das Nações Unidas, em 16 de dezembro de 1966 e ratificada pelo Brasil em 24 de janeiro de 1992.

1966

Convenção Americana de Direitos Humanos (Pacto de São José da Costa Rica)

Art. 1º - Obrigação de respeitar os direitos
1. Os Estados-partes nesta Convenção comprometem-se a respeitar os direitos e liberdades nela reconhecidos e a garantir seu livre e pleno exercício a toda pessoa que esteja sujeita à sua jurisdição, sem discriminação alguma, por motivo de raça, cor, sexo, idioma, religião, opiniões políticas ou de qualquer outra natureza, origem nacional ou social, posição econômica, nascimento ou qualquer outra condição social.
2. Para efeitos desta Convenção, pessoa é todo ser humano.

1969

Convenção para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher – CEDAW

Adotada pela Assembléia das Nações Unidas, em 1979, ratificada pelo Brasil em 1984 com reservas na parte dedicada à família, suspensas em 1994.

1979

Convenção nº 156 OIT

Sobre a igualdade de oportunidades e de tratamento para homens e mulheres trabalhadores com encargo de família.

1981

Declaração de Viena

Declaração e Plataforma de Ação da III Conferência Mundial sobre Direitos Humanos - Viena, 1993.

1993

Convenção de Belém do Pará

Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher – “Convenção de Belém do Pará”.

1994

Declaração de Beijing

Plataforma de Ação da IV Conferência Mundial da Mulher - Beijing.

1995

O Protocolo Facultativo à CEDAW

Adotado pela Assembléia Geral da ONU em 1999, assinado pelo governo brasileiro em 2001 e ratificado pelo Congresso Nacional em 2002.

1999

Declaração de Durban

Declaração e Programa de Ação da III Conferência Mundial contra o Racismo, Discriminação Racial, Xenofobia e Intolerância Correlata - Durban.

2001

Princípios de Yogyakarta

Princípios sobre a aplicação da legislação internacional de direitos humanos em relação à orientação sexual e identidade de gênero.

2006

Resolução nº 2435

Organização dos Estados Americanos – aprovou em Plenária: Derechos Humanos, Orientácion Sexual e Identidad de Gênero.

2008

Declaração nº A/63/635

Direitos humanos, orientação sexual e identidade de gênero.

2008

DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA

PUBLICAÇÃO
ORIGEM
EMENTA
ANO

GGG

0

nascidos livres e iguais: orientação sexual e identidade de gênero no regime internacional de direitos humanos

ONU/UNAIDS

A cartilha foi concebida como uma ferramenta para ajudar os Estados a compreender melhor as suas obrigações e os passos que devem seguir para cumprir os direitos humanos de lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros (LGBT), bem como para os ativistas da sociedade civil que querem que seus governos sejam responsabilizados por violações de direitos humanos internacionais. Centra-se em cinco obrigações básicas, onde a ação dos governos é necessária: proteger as pessoas contra a violência homofóbica, prevenir a tortura, descriminalizar a homossexualidade, proibir a discriminação e defender as liberdades de associação, expressão e reunião pacífica para todas as pessoas LGBT. O livreto também inclui exemplos de medidas que podem ser tomadas a um nível nacional para desenvolver leis, políticas e práticas em linha com as normas internacionais de direitos humanos.

2013

Juntos Somos mais Fortes

Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Travestis

Este livro, construído coletivamente por militantes do Movimento Homossexual Brasileiro, fora do circuito acadêmico e a partir das experiências desenvolvidas ou em desenvolvimento, em nível nacional, é essencialmente uma obra pioneira. Traz à luz uma experiência bem sucedida de prevenção às DST/Aids, construção da cidadania, garantia e promoção de direitos para gays, lésbicas e transgêneros no Brasil: o Projeto SOMOS, idealizado pela ASICAL e executado pela ABGLT através de grupos regionais.

2003

Brasil Sem Homofobia

Ministério da Justiça

Programa de Combate à Violência e à Discriminação
contra GLTB e de Promoção da Cidadania Homossexual

2004

Referência Técnica para a Prática do(a) psicólogo(a) nos Programas de DST e AIDS

CREPOP

Redigido por competentes colaboradores, em diálogo com informações fornecidas pela categoria em pesquisa recente e submetida à avaliação dessa mesma categoria em processo de consulta pública: eis, aqui o documento de referências para atuação no campo das DST/AIDS. É oferecido pelo Sistema Conselhos à sociedade brasileira não para ser seguido como uma norma rígida, mas para ser tomado como uma referência sólida e cuidadosa a fim de fortalecer as discussões e as experiências práticas da Psicologia brasileira no âmbito dessa temática tão cara e delicada.

2008

Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de LGBT

Ministério da Justiça

O Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, elaborado por Comissão Técnica Interministerial, reflete o esforço do Governo e da Sociedade Civil na busca de políticas públicas que consigam responder às necessidades, potencialidades e direitos da população envolvida, a partir de sua implementação, bem como do fortalecimento do Programa Brasil sem Homofobia, implantado desde 2004, quando o titular da área Direitos Humanos era o ministro Nilmário Miranda.

2009

Para Combater a Homofobia

SECRETARIA DE ESTADO DOS DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA do Maranhão

Esta Cartilha tem como objetivo orientar e esclarecer alguns conceitos e questões relacionadas a população LGBT visando contribuir na sensibilização do poder público e da sociedade civil acerca da importância de combater a Homofobia.

2009

Direitos da Diversidade Sexual

OAB de São Paulo

Essa Cartilha sobre a Diversidade Sexual é mais um instrumento que se soma a um importante conjunto de iniciativas voltadas a promover a igualdade de oportunidades e conscientizar a sociedade sobre os direitos da população LGBT.

2010

Cartilha de Prevenção às Violências Sexistas, Homofóbicas e Racistas nos Trotes Universitários

Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades – UFSC

Objetiva prevenir a violência e o preconceito nos trotes universitários.

2011

CARTILHA DOS DIREITOS HUMANOS, CIDADANIA E SAÚDE LGBT

Prefeitura municipal de Serra – ES

Esta cartilha é fruto de uma construção coletiva envolvendo atores da sociedade civil e do poder público, buscando efetivar as demandas do movimento LGBT da Serra, que em vários nunca desistiu de sonhar e lutar por seus ideais de concretização de políticas públicas afirmativas e de garantia de direitos para este segmento populacional.

2012

Cartilha LGBT para as eleições 2012/2014

LGBT Brasil

Objetiva dar subsídios de forma clara, transparente, imparcial e simplificada para os LGBT de todo o Brasil poderem votar com o melhor nível de informação possível em candidatos que os representem de fato nas eleições de 2012 e 2014.

2012

Documento De Referência Para Atuação De Psicólogas(Os) Em Serviços De Atenção À Mulher Em Situação De Violência

CREPOP

Esta publicação marca mais um passo no movimento recente
de aproximação da Psicologia com o campo das Políticas Públicas para as mulheres. Aborda cenário delicado e multifacetado de nossa sociedade, no contexto da defesa e dos direitos da mulher e no combate às diversas violências.

2013

Guia de Orientaciones Básicas para la atención clínica de hombres gays, bisexuales, personas trans y hombres que tienen sexo con hombres (GBTH) en los servicios de salud.

Fundación Ecuatoriana Equidad

Este modelo de cuidados para a prevenção e tratamento das DSTs (Doenças sexualmente Transmissíveis) representa, no quadro geral da prestação de serviços de saúde, um eixo norteador na prestação de serviços diferenciados e focados em gays, bissexuais, transgêneros, transexuais. É um produto desenvolvido no âmbito do acordo de cooperação entre o Programa Nacional de AIDS / DST, do Ministério da Saúde Pública e do equatoriano Equity Foundation ASICAL-Equador, HIVOS e Schorer.

2008

MAPEAMENTO DE REDE DE SERVIÇOS

Serviços

INSTITUIÇÃO
ENDEREÇO
CONTATO
DESCRIÇÃO

Grupo Gay da Bahia

Pelourinho,

Rua Frei Vicente, 24 ,

Salvador

(71) 9989 4748 – 3322 2552 – 3266 1147

E-Mail: -

Faculdade Social – FSBA

Ondina,

Rua Macapá, 420,

Salvador/BA

(71) 4009-2937

E-Mail: -

Faculdade Castro Alves

Pituba,

Rua Marechal Andréa, 342, Térreo,

Salvador/BA

(71) 3344-2585

E-Mail: -

Faculdade da Cidade do Salvador

Comércio,

Praça da Inglaterra, nº 2,

Salvador

(71) 3254-6916

E-Mail: -

UNIJORGE – Centro Universitário Jorge Amado

Paralela,

Av. Luis Viana Filho, nº 6775,

Salvador/BA

(71) 3235-4589

E-Mail: -

UFBA - Universidade Federal da Bahia

São Lázaro ,

Estrada de São Lázaro, 170,

Salvador/BA

(71) 3235-4589

E-Mail: -

UNIFACS – Universidade Salvador

Caminho das Árvores ,

Alameda das Espatódias, 915- Térreo PA8 ,

Salvador/Bahia

(71) 3273-8623 e 3273-8582

E-Mail: -

Faculdade de Tecnologia e Ciências - FTC Salvador

Paralela,

Avenida Luís Viana Filho, 8812, Módulo II, Nível 3 - sala 311 ,

Salvador/Bahia

(71) 3281-8073

E-Mail: -

Faculdade Ruy Barbosa

Rio Vermelho ,

Rua Theodomiro Batista, 422 ,

Salvador/Bahia

(71) 3205-1745

E-Mail: -

Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública

Brotas,

Av. Dom João VI, 275,

Salvador

(71) 3276-8259

E-Mail: -

Rede de Referência

INSTITUIÇÃO
ENDEREÇO
CONTATO
DESCRIÇÃO

Ordem Dos Advogados Do Brasil – Seção Bahia

Barris,

End. Rua Portão da Piedade, nº 16 (Antiga Praça Teixeira de Freitas),

Salvador

(071) 33212179

E-Mail: -

Ordem Dos Advogados Do Brasil – Seção Bahia

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(71) 4009-2612 / 2616

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Conselho Regional de Psicologia 03 – Comissão de Direitos Humanos

Federação,

Rua Aristides Novis, nº 27,

Salvador

3247-6716

E-Mail: -

INDICAÇÕES

FILMES

TÍTULO
DIREÇÃO
PRODUÇÃO
DESCRIÇÃO

A Pele que Habito

Pedro Almodóvar

Roberto Ledgard (Antonio Banderas) é um conceituado cirurgião plástico, que vive com a filha Norma (Bianca Suárez). Ela possui problemas psicológicos causados pela morte da mãe, que teve o corpo inteiramente queimado após um acidente de carro e, ao ver sua imagem refletida na janela, se suicidou. O médico de Norma acredita que esteja na hora dela tentar a socialização com outras pessoas e, com isso, incentiva que Roberto a leve para sair. Pai e filha vão juntos a um casamento, onde ela conhece Vicente (Jan Cornet). Eles vão até o jardim da mansão, onde Vicente a estupra. A situação gera um grande trauma em Norma, que passa a acreditar que seu pai a violentou, já que foi ele quem a encontrou desacordada. A partir de então Roberto elabora um plano para se vingar do estuprador.

Amigas de Colégio

Lukas Moodysson

Na pacata Åmål, Elin é a garota mais cobiçada do colégio. Sua fama enlouquece os garotos, que a desejam como um objeto. Já Agnes é novata na cidade. É inteligente, culta, bonita, mas não faz o tipo "popular" e não se identifica com a turma. Seu diário revela que seus desejos e paixão platônica pertencem a Elin. Quando esta chega para a frustrada e vazia festa de aniversário de 16 anos, Agnes se recompõe, e mais tarde, choca-se com a atitude de Elin que, inesperadamente, lhe dá um beijo.

Amnésia - O Enigma de James Brighton

Denis Langlois

Um americano é encontrado nu e sem memória em uma vaga de estacionamento em Montreal, 1998. Ele diz que seu nome é James Brighton, mas a única coisa que ele tem certeza é de que é gay. O que aconteceu com esse jovem americano em busca de liberdade? Isto é o que Sylvie, uma estudante de direito, tenta descobrir. A história é uma versão do incidente registrado em 1998, quando um jovem nu foi encontrado no deserto de Montreal e no hospital lembrava-se do nome e do fato de ser gay. A beleza do filme não está tanto em sua história, mas na maneira como o desmemoriado luta para encontrar sua identidade, sua família e o senso de pertencer.

Anfetamina

Scud

A história gira em torno do romance apaixonado entre o banqueiro abertamente gay, Daniel (Thomas Price) e o instrutor de natação Kafka (Byron Pang). Depois de espionar o olhar desesperado em um bar, Daniel oferece a Kafka um passeio em sua Ferrari tentando conquistá-lo com o seu estilo de vida.

Assunto de Meninas

Léa Pool

Ainda abalada pela perda da mãe, que morreu há 3 anos de câncer, a bela e sensível Mary Bradford (Mischa Barton) não consegue se comunicar com o pai e a madrasta. Alheios aos problemas emocionais dela, eles a enviam para um internato feminino. A recepção das novas colegas é ótima e ela é instalada no quarto das lindas Paulie Oster (Piper Perabo) e Tory Moller (Jessica Paré), a primeira rebelde e idealista e a outra insegura e rica. Aos olhos dos outros Paulie e Tory boas amigas, mas em seus corações elas são amantes ardentes.

Baby Love

Vincent Garenq

Emmanuel (Lambert Wilson) e Philippe (Pascal Elbé) formam o casal perfeito, até que o primeiro sugere a idéia de ser pai. Philippe a princípio não gosta da idéia mas, para manter o relacionamento, aceita pedir a ajuda de Josefina (Pilar López de Ayala), uma garota disposta a engravidar.

Beautiful Boxer

Ekachai Uekrongtham

Drama e ação baseados na verdadeira história da modelo e atriz tailandesa Parinya Charoenphol, que até mudar de sexo em 1999 foi um dos mais famosos lutadores de kickboxing de seu país.

C.R.A.Z. Y – Loucos De Amor

Jean-Marc Vallée

No dia 25 de dezembro de 1960, Zachary Beaulieu vem ao mundo. É o 4º entre 5 irmãos, todos meninos. A infância de Zachary é marcada pelos aniversários natalinos em que seu pai (Michel Côté), invariavelmente, encerra a festa imitando Charles Aznavour. Sua adolescência traz a descoberta de uma sexualidade diferente e sua negação profunda para não decepcionar a família. E a maturidade, enfim, chega com uma libertadora viagem mística por Jerusalém, a cidade que sua mãe sempre sonhou conhecer.

Christopher And His Kind

Geoffrey Sax

A produção é uma adaptação de crônicas do escritor Christopher Isherwood (1904-1986), que narram de forma autobiográfica o período da juventude do autor. Isherwood foge de sua vida reprimida na Inglaterra e se joga na decadente - mas febril - Berlim dos anos 30, pré-Segunda Guerra Mundial

Circunstância

Maryam Keshavarz

A adolescente Atafeh, e sua melhor amiga, Shireen, estão descobrindo suas crescentes definições da sexualidade em meio a subcultura do cenário underground de Teerã quando o irmão de Atafeh, Mehran, retorna para casa da reabilitação de drogas como o filho pródigo. Batalhando contra seus demônios, Mehran desiste da sua forma de vida como músico e se junta a moralidade policial. Ele desaprova o desenvolvente relacionamento íntimo de sua irmã com Atafeh e preserva obcecadamente sua irmã de Atafeh. De repente, os dois irmãos, que eram confidentes próximos, estão envolvidos em um triângulo de suspense, vigilância, e traição enquando que sua família, lugar que uma vez foi um refúgio generoso para a bela Atafeh, se torna um lugar perigoso.

Como Esquecer

Malu de Martino

Júlia (Ana Paula Arósio) é professora de literatura inglesa e não se conforma de ter sido abandonada por sua companheira Antônia depois de 10 anos de relacionamento. Agora, de mal com a vida, ela luta para enfrentar os fantasmas das recordações e para isso vai contar com o apoio do amigo Hugo (Murilo Rosa), um gay viúvo, com quem irá dividir um novo lar e tentar aprender que a vida segue em frente e os sentimentos perduram.

Contracorrente

Javier Fuentes-León

Miguel (Cristian Mercado) é um homem respeitado na vila de pescadores onde vive com sua esposa Mariela (Tatiana Astengo), que está grávida do primeiro filho do casal. Embora viva bem com a esposa, Miguel tem um caso secreto com um artista forasteiro, Santiago (Manolo Cardona), chamado pelas costas pelo povo do vilarejo de ‘Príncipe Encantado’. Quando a história toma um rumo sobrenatural, Mariela começa a questionar Miguel, que eventualmente terá de decidir se é homem suficiente para assumir a sua sexualidade. A fotografia de Maurício Vidal revela a beleza pouco conhecida da costa peruana, que serve como pano de fundo para as emoções vividas pelos três protagonistas, interpretados por atores sul-americanos de primeira linha. Em seu filme de estreia, Javier Fuentes-Leon arrebata o espectador que facilmente se deixa levar por esse romance transcendental com sensibilidade latina.

Delicada Atração

Hettie MacDonald

No subúrbio londrino, Jamie e Ste são dois vizinhos e colegas de colégio. Ste mora com o irmão e o pai alcoólatra, que freqüentemente o espanca. Jamie mora com a mãe, que sensibilizada com os maus tratos ao vizinho, convida-o para ficar em sua casa, no quarto do filho. Mal sabe ela que daí vai surgir um caso de amor entre os dois garotos.

Direito De Amar

Tom Ford

George (Colin Firth) é um professor de inglês, que repentinamente perde seu companheiro de 16 anos. Sentindo-se perdido e sem conseguir levar adiante sua vida, ele resolve se matar. Para tanto passa a planejar cada passo do suicídio, mas neste processo alguns pequenos momentos lhe mostram que a vida ainda pode.

Do Começo Ao Fim

Aluizio Abranches

Julieta (Julia Lemmertz) tem dois filhos com uma diferença de seis anos de idade, Francisco (Lucas Cotrim) e Thomás (Gabriel Kaufmann), e com maridos diferentes: Pedro (Jean-Pierre Noher) e Alexandre (Fabio Assunção). Os dois irmãos se tornam grandes amigos desde pequenos e, quando adultos, transformam esta amizade em algo mais profundo e polêmico.

Dog Tags

Damion Dietz

Emocionalmente ousado e poderoso com performas brilhantes, Dog Tags exprora o custo da autodescoberta em que duas almas improváveis se conectam. Abandonado pelo pai e criado por sua mãe solteira (Candy Clark), bonito e sexualmente confuso Nate (Paul Preiss) entra para a marinha para dar apoio à sua noiva. O jovem marinheiro conhece então Andy (Bart Fletcher), um jovem assombrado pelos mistérios do seu passado. Inicialmente esta ligação é puramente platônica, mas a química latente que partilham é inegável, uma vez que entram em algo sensual e intimista. Se, juntos, mergulham de cabeça em águas de volúpia e desejo, ao mesmo tempo a identidade de Nate finalmente sobe para a superfície.

Edge Of Seventeen

David Moreton

O jovem Eric (Chris Stafford), de 17 anos, começa a despertar para sentimentos que até então desconhecia durante as férias no verão de 1984 em que ele e mais a sua melhor amiga Maggie (Tina Holmes) começam a trabalhar no refeitório de um parque de diversão. Enquanto que todos pensam que ele e Maggie namoram, Eric começa a simpatizar-se com o colega de trabalho Rod (Andersen Gabrych) que sem qualquer receio assume-se como gay perante todos. Ao começar um novo ano escolar, Eric começa a passar por várias transformações e muda radicalmente de visual na esperança de conseguir afastar os seus sentimentos. Mas quando começa a descobrir que é de homens que ele gosta, Eric começa a entrar num mundo diferente, mas que o faz sentir-se muito bem.

Elvis E Madona

Marcelo Laffitte

Elvis (Simone Spoladore) sonha em ser fotógrafa, mas a necessidade de sustento faz com que aceite o emprego de entregadora de pizza. Madona (Ígor Cotrim) é uma travesti que trabalha como cabeleireira. Ela sonha em produzir um show de teatro de revista. Logo após conhecer Elvis, que é homossexual, elas se tornam grandes amigas. Mas, pouco a pouco, desperta neles um sentimento mais forte que a mera amizade.

Eu Matei Minha Mãe

Xavier Dolan

Hubert (Xavier Dolan) tem 17 anos e não ama sua mãe. Além de só ter olhos para o gosto kitsch, as roupas bregas e pequenos detalhes como a forma que ela come, ele a vê com desprezo. Os mecanismos de manipulação e a culpabilização empregados por ela também não lhe passam despercebidos e Hubert se vê progressivamente tomado por uma relação de amor e ódio fora do seu controle. Confuso, ele vaga pela adolescência ao mesmo tempo marginal e típica, repleta de descobertas artísticas, experiências ilícitas, amizades e sexo.

Filadélfia

Jonathan Demme

Andrew Beckett (Tom Hanks) é um promissor advogado que trabalha para um tradicional escritório da Filadélfia. Após descobrirem que ele é portador do vírus da AIDS, Andrew é demitido da empresa. Ele contrata os serviços de Joe Miller (Denzel Washington), um advogado negro que é homofóbico. Durante o julgamento, este homem é forçado a encarar seus próprios medos e preconceitos.

Guerras De Casamentos

Jim Fall

O que aconteceria se todos os gays dos Estados Unidos entrassem em greve? Uma briga entre dois irmãos é o estopim dessa revolução e cabe a eles resolver suas diferenças antes que o país inteiro pare de funcionar. Essa comédia sem igual explora direitos dos homossexuais, tratamento igual perante a lei e o que significa ser um irmão.

Head On

Ana Kokkinos

Aos 19 anos em plena juventude Greek luta com sua identidade sexual e terá vários encontros desajeitados homossexuais e heterossexuais

Laurence Anyways

Xavier Dolan

Laurence (Melvil Poupaud) é um homem que deseja se tornar uma mulher. Em seu aniversário de 30 anos, ele revela para sua namorada Fred (Suzanne Clément) que irá fazer uma cirurgia de mudança de sexo. Mesmo abalada com a revelação, a namorada resolve permanecer ao lado da pessoa que ama, que sofrerá bastante com a nova situação, tendo que lidar com preconceitos de familiares, amigos e colegas de trabalho. Contra tudo, eles tentarão provar que o amor deles pode superar todas as situações.

Loving Annabelle

Katherine Brooks

Loving Annabelle explora a complexidade do amor e as batalhas interiores que sempre ocorrem. Mostra a indomabilidade de sentimentos tão poderosos. Mostra, especialmente, que há riscos que valem a pena correr.

Má Educação

Pedro Almodovar

Madri, 1980. Enrique Goded (Fele Martínez) é um cineasta que passa por um bloqueio criativo e está tendo problemas em elaborar um novo projeto. É quando se aproxima dele um ator que procura trabalho, se identificando como Ignacio Rodriguez (Gael García Bernal), que foi o amigo mais íntimo de Enrique e também o primeiro amor da sua vida, quando ainda eram garotos e estudavam no mesmo colégio.

Maurice

James Ivory

A dificuldade em assumir a homossexualidade é vivida por um jovem executivo inglês, no início do século 20.

Meninos Não Choram

Kimberly Peirce

Saiba como Teena Brandon se tornou Brandon Teena e passou a reivindicar uma nova identidade, masculina, numa cidade rural de Falls City, Nebraska. Brandon inicialmente consegue criar uma imagem masculinizada de si mesma, se apaixonando pela garota com quem sai, Lana, e se tornando amigo de John e Tom. Entretanto, quando a identidade sexual de Brandon vem público, a revelação ativa uma espiral crescente de violência na cidade.

Miilk

Gus Van Sant

Início dos anos 70. Harvey Milk (Sean Penn) é um nova-iorquino que, para mudar de vida, decidiu morar com seu namorado Scott (James Franco) em San Francisco, onde abriram uma pequena loja de revelação fotográfica. Disposto a enfrentar a violência e o preconceito da época, Milk busca direitos iguais e oportunidades para todos, sem discriminação sexual. Com a colaboração de amigos e voluntários (não necessariamente homossexuais), Milk entra numa intensa batalha política e consegue ser eleito para o Quadro de Supervisor da cidade de San Francisco em 1977, tornando-se o primeiro gay assumido a alcançar um cargo público.

Minha Vida Em Cor-De-Rosa

Alain Berliner

O filme conta as desventuras de um garoto de 7 anos, Ludovic (o ótimo Georges du Fresne). Ele cresce imaginando que nasceu no corpo errado: na verdade, acredita ser uma menina. Logo na primeira sequência, aparece em uma festinha promovida pelos pais para atrair a nova vizinhança em um lindo vestidinho. A impressão e o mal-estar não saem das cabecinhas dos vizinhos, que começam a pressionar e ridicularizar o garoto.A rejeição se estende aos pais, irmãos, aos colegas e a qualquer um que se aproxime de um sintoma de homossexualidade tão latente.

Minhas Mães E Meu Pai

Lisa Cholodenko

Dois irmãos adolescentes, Joni (Mia Wasikowaska) e Laser (Josh Hutcherson), são filhos do casal Jules (Julianne Moore) e Nic (Annette Bening), concebidos através da inseminação artificial de um doador anônimo. Contudo, ao completar a maioridade, Joni encoraja o irmão a embarcar numa aventura para encontrar o pai biológico sem que as mães saibam. Quando Paul (Mark Ruffalo) aparece tudo muda, já que logo ela passa a fazer parte do cotidiano da família.

Mistério Da Carne

Gregg Araki

Aos 8 anos Brian Lackey (Brady Corbet) acordou do lado de fora de sua casa com o nariz sangrando, sem ter idéia de como tinha chegado lá. Depois do incidente ele nunca mais foi o mesmo: tem medo do escuro, urina na cama e é assombrado por pesadelos. Agora, aos 18 anos, ele acredita ter sido abduzido por alienígenas. Neil McComick (Joseph Gordon-Levitt), também de 18 anos, é um adorável forasteiro, o rapaz que todos admiram a distância. Quando seus caminhos se cruzam, eles descobrem que as memórias mais importantes de suas vidas não são o que parecem.

Morgan

Morgan era um atleta que fica paraplégico depois de um acidente,que o deixa em um estado de melancolia ,sua compreensiva mãe e sua melhor amiga Lane estão cansadas de seus ataques de ira e sua autocompaixão. Um encontro inesperado com James Dean no parque,faz com que Morgan reveja sua vida e aprenda dentro das próprias experiências que ele esta vivo e que ainda é capaz de amar e ser amado.

No Caminho Das Dunas

Bavo Defurne

Pim (Ben Van den Heuvel) vive com a sua mãe em uma pequena cidade na costa da Bélgica. Ela é solteira, ex-rainha da beleza e costuma passar as noites fora de casa se divertindo. Enquanto isso Pim é introvertido e passa suas madrugadas desenhando e sonhando com uma vida de fantasia. Além disso, ele também tem uma coleção de objetos que usa para expressar seus desejos emergentes. Na sua busca por amor, ele se descobre interessado no seu vizinho.

O Segredo De Brokeback Mountain

Ang Lee

Jack Twist (Jake Gyllenhaal) e Ennie Del Mar (Heath Ledger) são dois jovens que se conhecem no verão de 1963, após serem contratados para cuidar das ovelhas de Joe Aguirre (Randy Quaid) em Brokeback Mountain. Jack deseja ser cowboy e está trabalhando no local pelo 2º ano seguido, enquanto que Ennie pretende se casar com Alma (Michelle Williams) tão logo o verão acabe. Vivendo isolados por semanas, eles se tornam cada vez mais amigos e iniciam um relacionamento.

Orações Para Bobby

Russell Mulcahy

Mary (Sigourney Weaver) é uma religiosa que segue à risca todas as palavras da bíblia. Quando seu filho Bobby (Ryan Kelley) revela ser gay, ela imediatamente leva o filho para terapias e cultos religiosos com o intuito de “curá-lo”. No entanto, Bobby não suporta a pressão e se atira de uma ponte, encerrando sua vida aos 20 anos de idade. Depois desse fato, Mary descobre um diário do garoto e passa a conhecer melhor o mundo dos homossexuais, tornando-se, logo, uma ativista em prol dos diretos gays. Baseado em uma história real.

Pariah

Dee Rees

Pariah é a história de Alike, uma garota de 17 anos que vive no Brooklyn, em conflito com sua identidade sexual e sua autoestima, também. Ela tem que esconder sua homossexualidade de sua família por medo de ser um fracasso como filha, enquanto sua incapacidade de se assumir entre seus amigos gays faz dela uma decepção igual a eles. Como ela esta mais perto de aceitar a sua identidade, sua vida se torna cada vez mais caótico e ela deve enfrentar seus próprias verdades, e se defender por conta própria.

Plata Quemada

Marcelo Pineyro

Angel (Eduardo Noriega) e Nene (Leonardo Sbaraglia) são dois matadores inseparáveis conhecidos no meio como "os gêmeos". Até que Fontana (Ricardo Bartis) lhes propõe um novo golpe: assaltar o caminhão que transporta os pagamentos da cidade de San Fernando, que transporta 7 milhões. Tanto Angel quanto Nene aceitam a proposta, para fugir do tédio e superar a crise que existe entre eles naquele momento. Porém, o que parecia ser um trabalho fácil acaba se tornando um verdadeiro massacre. Fontana, Angel e Nene decidem fugir para o Uruguai, para evitar que sejam mortos pelos policiais argentinos, que estão sedentos por vingança. Lá eles se escondem em um apartamento emprestado por Losardo (Héctor Alterio), um mafioso local, onde esperam a chegada de novos documentos fraudados que permitam que eles viajem para o Brasil. Mas quanto mais os documentos demoram a chegar mais a tensão entre os três cresce, chegando a níveis insuportáveis.

Poster Boy

Zak Tucker

Jack Kray é candidato à reeleição. Conservador e radical, conta com seu filho Henry para angariar votos entre os eleitores mais jovens, apesar da oposição de sua mulher, Eunice. O rapaz, porém, apaixona-se pelo ativista político Anthony e, durante um comício, declara-se homossexual. Nada mais catastrófico para seu pai, um político que calca sua campanha nos valores familiares.

Priscilla, A Rainha Do Deserto

Stephan Elliott

As drag queens Anthony (Hugo Weaving) e Adam (Guy Pearce) e a transexual Bernadette (Terence Stamp) são contratadas para realizar um show em Alice Springs, uma cidade remota localizada no deserto australiano. Eles partem de Sydney a bordo de Priscilla, um ônibus, tendo a companhia de Bob (Bill Hunter). Só que no caminho eles descobrem que quem os contratou foi a esposa de Anthony.

Rock Haven

David Lewis

Brady é um jovem muito religioso que se muda com Marty, a sua mãe super protetora para a cidade costeira de Rock Haven, onde ela irá montar uma escola cristã. Quando Brady conhece o sedutor e vivido Clifford, dá-se uma atração mútua instantânea, embora a homossexualidade entre em conflito com as profundas crenças cristãs de Brady. Rock Haven é uma história sobre um jovem que descobre a alegria do primeiro amor e os conflitos deste com a sua fé.

Sascha

Dennis Todorovic

Os Petrovics moram em Colônia, na Alemanha, mas seu estilo de vida e comportamento social permanecem praticamente os mesmos de 20 anos atrás, quando chegaram de Montenegro, ex Iuguslávia. Por isso, Sasha (Sascha Kekez) ainda não saiu do armário. Certamente não para seu pai ultramachista (Predrag Bjelac) ou para a mãe (Zeljka Preksavec), que colocou um grande peso em seus ombros, tentando realizar através do filho seus sonhos frustrados como pianista. Sasha nutre uma paixão secreta por seu professor de piano, Gerbhard (Tim Bergmann). A notícia de que Gerbhard está de partida para Viena precipita a saída do armário de Sasha, coisa para a qual ninguém está preparado.

Shelter (De Repente Califórnia)

Jonah Markowitz

Em "De Repente, Califórnia", Zach, é um rapaz que acaba desistindo dos seus sonhos na escola de artes para ir ajudar a sua irmã mais velha Jeanine e do seu filho Cody. Trabalhando num emprego sem futuro algum, Zach nas horas livres surfa, desenha ou sai com seu melhor amigo, Gabe, que mora em uma parte nobre da cidade.

The Birdcage - A Gaiola Das Loucas

Mike Nichols

O dono (Robin Williams) de um "drag nightclub" é um homossexual assumido e vive com a "estrela" (Nathan Lane) da sua casa noturna. Mas quando seu filho (Dan Futterman), fruto de um "mau passo" dado no passado (vinte anos atrás, para ser exato), diz que vai se casar com a filha (Calista Flockhart) de um senador (Gene Hackman) e que os pais da noiva decidem conhecer a família dele as confusões para manter as aparências começam, pois eles pensam que o pai do noivo é adido cultural na Grécia, com o senador e sua mulher não sabendo que ele é gay, imaginando ainda que ele leva uma vida matrimonial convencional.

Todos Contra Léo

Christophe Honoré

O cenário é uma pequena cidade no litoral da Bretanha, lar perfeito para um casal e seus quatro filhos. Leo é o mais velho. Aos 21 anos ele anuncia à mesa que o seu teste para HIV resultou positivo. A harmonia do clã sofre um abalo, mas só o suficiente para todos se unirem mais em apoio a Leo - exceto o mais novo, de 12 anos, Marcel, que embora poupado da notícia pelos pais e irmãos, acaba por ouvir tudo atrás da porta. A partir daí, a trama desenrola-se através dos olhos do garoto, não só em relação às possíveis consequências dramáticas da doença, mas também às experiências típicas da idade de um pré-adolescente. São momentos de pausa na linha dramática, a exemplo da viagem a Paris de Leo e Marcel, que dão equilíbrio ao filme.

Tomboy

Céline Sciamma

Laure (Zoé Héran) é uma garota de 10 anos, que vive com os pais e a irmã caçula, Jeanne (Malonn Lévana). A família se mudou há pouco tempo e, com isso, não conhece os vizinhos. Um dia Laure resolve ir à rua e conhece Lisa (Jeanne Disson), que a confunde com um menino. Laure, que usa cabelo curto e gosta de vestir roupas masculinas, aceita a confusão e lhe diz que seu nome é Mickaël. A partir de então ela leva uma vida dupla, já que seus pais não sabem de sua falsa identidade.

Transamérica

Duncan Tucker

Bree Osbourne (Felicity Huffman) é uma orgulhosa transexual de Los Angeles, que economiza o quanto pode para fazer a última operação que a transformará definitivamente numa mulher. Um dia ela recebe um telefonema de Toby (Kevin Zegers), um jovem preso em Nova York que está à procura do pai.

Tudo Sobre Minha Mãe

Pedro Almodovar

No dia de seu aniversário, Esteban (Eloy Azorín) ganha de presente da mãe, Manuela (Cecilia Roth), uma ida para ver a nova montagem da peça "Um bonde chamado desejo", estrelada por Huma Rojo (Marisa Paredes). Após a peça, ao tentar pegar um autográfo de Huma, Esteban é atropelado e termina por falecer. Manuela resolve então ir de encontro ao pai, que vive em Barcelona, para dar-lhe a notícia, quando encontra no caminho o travesti Agrado (Antonia San Juan), a freira Rosa (Penélope Cruz) e a própria Huma Rojo.

Uma Casa No Fim Do Mundo

Michael Cunningham

Bobby e Jonathan conhecem-se numa escola dos subúrbios de Ohio nos anos 60. A partir desse momento, tornam-se inseparáveis. Para Jonathan, o pouco convencional Bobby é a ligação para um mundo mais vasto. Para Bobby, a família de Jonathan, em especial a sua mãe, representa uma certa estabilidade que ele nunca conheceu.
Os rapazes crescem separados e reencontram-se vinte anos mais tarde em Nova Iorque onde conhecem Clare. A sua amizade torna-se um triângulo amoroso e aprendem o que é o amor, o compromisso e a lealdade, inventando uma nova espécie de família. Juntos, vão ter de se enfrentar uns aos outros enquanto se apercebem de que tudo o que têm pode não ser aquilo que desejavam.

Weekend

Andrew Haigh

Depois de uma festa regada a álcool na casa de seus amigos heterossexuais, Russell decide passar por uma discoteca gay. Pouco antes do local fechar, ele encontra Glen, e o que parecia ser no início apenas um caso de uma noite torna-se algo diferente, especial.

XXY

Lucía Puenzo

Alex (Inés Efron) nasceu com ambas as características sexuais. Tentando fugir dos médicos que desejam corrigir a ambigüidade genital da criança, seus pais a levam para um vilarejo no Uruguai. Eles estão convencidos de que uma cirurgia deste tipo seria uma violência ao corpo de Alex e, com isso, vivem isolados numa casa nas dunas. Até que, um dia, a família recebe a visita de um casal de amigos, que leva consigo o filho adolescente. É quando Alex, que está com 15 anos, e o jovem, de 16, sentem-se atraídos um pelo outro.

LIVROS

TÍTULO
AUTOR
EDITORA
DESCRIÇÃO

A Cena Gay Em Salvador Em Tempo De Aids

Luiz Mott

GGB, Salvador

A Construção Da Homossexualidade No Brasil

Edward MacRae

UNICAMP

A Construção Da Igualdade: Identidade Sexual E Política No Brasil Da “Abertura”.

Edward MacRae

UNICAMP

A Contestação Homosexual

Guy Hocquenghen

Brasiliense, SP

A Homossexualidade Na Grécia Antiga

DOVER, K. J. Trad. Luís S. Krausz

Nova Alexandria

A Inversão Sexual: As Múltiplas Raízes Da Homossexualidade

MARMOR, Judd Trad. Christiano M. Oiticica.

Imago

A Personagem Homossexual No Cinema Brasileiro

MORENO, Antônio

Eduff

A Questão Homossexual

ORAISON, Marc Trad. José Kosinski

Nova Fronteira

A Sexualidade Nas Ciências Humanas

LOYOLA, Maria Andréa

UERJ (Saúde & sociedade)

Além Do Carnaval

James Green

Unesp

Causa Mortis: Homofobia

Luiz Mott

GGB

Corpo E Cultura

LYRA, Bernadette, GARCIA, Wilton

Xamã

Corpos, Prazeres E Paixões

Richard Parker

Bestseller, RJ

Criação Em Separado: Como A Biologia Nos Faz Homo Ou Hetero

BURR, Chandler

Record

Damas De Paus: Travestis No Espelho Da Mulher

Neuza Oliveira

UFBA

Desvendando A Sexualidade

NUNES, César A

Papirus

Desviados Em Questão: Tipologia Dos Homossexuais Da Cidade De Salvador, Bahia

Luiz Mott

Espaço Bleff

Devassos No Paraiso

João Silvério Trevisan

Record

Diversidade Sexual E Homofobia No Brasil

Gustavo Venturi e Vilma Bokany (Orgs

Fundação Perseu Abramo

Epidemic Of Hate: Violation Of Human Rights Of Gay Men, Lesbians And Transvestites In Brazil.

Luiz Mott

IGLRHC

Escravidão, Homossexualidade E Demonologia

Luiz Mott

Icone

História Da Sexualidade V. 1 A Vontade Do Saber

Michel Foucault

Graal

História Da Sexualidade V. 2 O Uso Dos Prazeres

Michel Foucault

Graal

História E Sexualidade No Brasil

VAINFAS, Ronaldo

Graal (Biblioteca de História)

Homofobia: A Violação Dos Direitos Humanos Dos Gays, Lésbicas E Travestis.

Luiz Mott

International Gay & Lesbian Human Rights Comission

Homossexuais Da Bahia: Dicionário Biográfico

Luiz Mott

GGB

Homossexualidade Feminina: Estudo Psicodinâmico do Lesbianismo

CAPRIO, Frank S. Trad. Frederico Branco

IBRASA

Homossexualidade, Uma História

SPENCER, Colin.. Trad. Rubem M. Machado

Record

Homossexualidade: Mitos E Verdades

Luiz Mott

GGB

Homossexualismo: Da Opressão À Libertação

OKITA, Hiro

Proposta Editorial, s/d.

Identidade Homossexual E Normas Sociais

SELL, Teresa A

UFSC

Libertação Homossexual

MARCH, Sue. Trad. Ubirajara B. Júnior

Nova Época

Manual De Coleta De Informações, Sistematização E Mobilização Política Contra Crimes Homofóbicos

Luiz Mott

GGB

Matei Porque Odeio Gay

Luiz Mott

GGB

O Corpo Educado: Pedagogias Da Sexualidade

LOURO, Guacira L Trad. Tomaz T. da Silva

Autêntica

O Crime Anti-Homossexual No Brasil

Luiz Mott

GGB

O Discurso Da Homossexualidade Feminina

PORTINARI, Denise B.

Brasiliense

O Lesbianismo No Brasil

Luiz Mott

Mercado Aberto, Porto Alegre

O Negócio Do Michê

Nestor Perlongher

Brasiliense, SP

Os Homoeróticos

LIMA, Délcio M.

Os Homossexuais

Marc Daniel e André Baudry

Artenova, RJ

O Que É Homossexualidade

Peter Fry e Edward MacRae

Brasiliense, SP

Os Homossexuais E A Aids

Michael Pollack

Brasiliense, SP

Praticamente Normal: Uma Discussão Sobre O Homossexualismo

Sulivan, A

Companhia das Letras, SP

Praticamente Normal: Uma Discussão Sobre O Homossexualismo

SULLIVAN, Andrew Trad. Isa Mara Lando

Companhia das Letras

Sexo Proibido: Virgens, Gays E Escravos Nas Garras Da Inquisição

Luiz Mott

Editora Papirus

Sexo, Desvio E Danação: As Minorias Na Idade Média

RICHARDS, Jeffrey. Trad. Marco Antônio E. da Rocha e Renato Aguiar

Zahar

Sexualidade, O Olhar Das Ciências Humanas

HEILBORN, Maria Luíza

Zahar

Stonewall 40 + O Que No Brasil?

Leandro Colling

EDUFBA

Teoria E Prática Da Homossexualidade

J. Hart e Daiane Richardson

Zahar Editores

Transexualidade: O Corpo Em Atuação

Edvaldo couto

GGB

Travesti: A Invenção Do Feminino

Hélio Silva

Relume Dumará

União Homossexual: O Preconceito E A Justiça

Maria Berenice Dias

Livraria do Advogado

Violação Dos Direitos Humanos E Assassinato De Homossexuais No Brasil

Luiz Mott

GGB

VIOLAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS E ASSASSINATOS DE HOMOSSEXUAIS NO BRASIL, 2ª EDIÇÃO

Luiz Mott

GGB

Vivência Transexual: O Corpo Desvela Seu Drama

Maria Bruns e Maria Jaqueline Coelho Pinto

Atomo

@MOR.COM.BR – O SENTIMENTO PROIBIDO

Lu Mounier

Editora GLS

APARTAMENTO 41

Nelson Luiz De Carvalho

Editora GLS

AUTO-ESTIMA PARA HOMOSSEXUAIS,UM GUIA PARA O AMOR PRÓPRIO

Kimerson N Hardin

GLS

CONFISSÃO DE LÚCIO

Mário de Sá-Carneiro

DIREITO DE AMAR: A HISTÓRIA DE UM CASAL

Toni Reis e David Harrad

T. Reis

ELES PERGUNTAM, ELE RESPONDE

Lu Mounier

Editora GLS

HOMOSSEXUALIDADE E CONSCIÊNCIA

Marciano Vidal

Loyola

MEU FILHO É HOMOSSEXUAL E AGORA?

Lady Len

O 3º TERCEIRO TRAVESSEIRO

Nelson Luiz de Carvalho

Edições GLS

O BOM CRIOULO

Adolfo Caminha

O JARDIM DA LUZ

Lu Mounier

Editora GLS

O PREÇO DE SER DIFERENTE

Mônica de Castro

O QUE OLHOS NÃO VEEM, CORAÇÃO TAMBÉM SENTE

Lu Mounier

Editora GLS

QUASE LEVY UM FORA

Lu Mounier

Editora GLS

UM ESTRANHO DENTRO DE MIM

Lu Mounier

Editora GLS

UMA FLOR PARA OS MALDITOS: HOMOSSEXUALIDADE NA LITERATURA

FAURY, Mara

Papirus

VIAGEM SOLITÁRIA

João Nery

Leya, RJ

MÚSICAS

TÍTULO
INTÉRPRETE
ÁLBUM

Meninos e Meninas

Renato Russo

I Was Born This Way

Carl Bean

Glad To Be Gay

Tom Robinson Band

I'm Coming Out

Diana Ross

I Want To Break Free

Queen

Smalltown Boy

Bronski Beat

Rubens (1990)

Cassia Eller

Go West

Pet Shop Boys

Mama's Got a Girlfriend Now

Ben Harper

I Kissed a Girl

Katy Perry

POEMAS

TÍTULO
AUTOR

Anjos Homossexuais

Márcia Mira

Cura Gay?

Ronaldo Rhusso

Confissões de um homossexual

Ângela Lugo e Bruno

"Os homossexuais não são iguais a gente, são diferentes, amam serpentes”?

Autor desconhecido

Homossexuais

Jk insano

Primeiro Poema Homossexual

Luiz Petry

Ser Gay

Ísis Andrade

Constantino Vitagliano e o sangue do poeta

Oscar Portela

Narcissus

Oscar Portela

Léo Peixoto

Oscar Portela

Um corpo e um Poema

Ary dos Santos

Poema Gay

Glória Horta

SITES

TÍTULO
DESCRIÇÃO

Associação Brasileira de Homens Trans

A Associação Brasileira de Homens Trans (ABHT) é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos que tem como objetivo a promoção da cidadania e os direitos humanos da população de homens trans e LGBT no Brasil, enquanto parte do movimento social LGBT.

Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais

A Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – ABGLT, foi criada em 31 de janeiro de 1995, com 31 grupos fundadores. Hoje a ABGLT é uma rede nacional de 286 organizações afiliadas. É a maior rede LGBT na América Latina.

Centro de Referência Técnica em Psicologia e Politicas Públicas

O CREPOP surgiu em 2006, como desdobramento do Banco Social de Psicologia com objetivo de consolidar a produção de referências para atuação dos psicólogos em Políticas Públicas, por meio de pesquisas multicêntricas coordenadas nacionalmente.

Conselho Regional de Psicologia - Biblioteca

Acesso à informação para atualização e formação profissional: essa é a missão da biblioteca do CRP-03! Nesta seção, a (o) usuária (o) poderá ter acesso a: informações da biblioteca e da Estação BVS-Psi do CRP-03; vídeos lançados pelo Sistema Conselhos; fotos de eventos realizados pelo CRP-03, bem como publicações lançadas pelo CRP-03.

Fórum Baiano LGBT

O Fórum Baiano LGBT é uma entidade que reúne 84 organizações filiadas em diversos territórios de identidade do estado. Ao longo da nossa história temos protagonizado a luta contra a homofobia em suas mais diversas expressões e a garantia dos direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais.

Grupo Dignidade

O Grupo Dignidade é uma organização não governamental, sem fins lucrativos, fundado em 1992 em Curitiba. É pioneiro no estado do Paraná na área da promoção da cidadania LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais).

Grupo Gay da Bahia

O GGB é uma entidade guarda-chuva que oferece espaço para outras entidades da sociedade civil que trabalham em áreas similares especialmente no combate a homofobia e prevenção do HIV e aids entre a comunidade e a população geral.

Observatório – CREPOP 03/BA

Este é um espaço de publicação e troca de informações sobre o que acontece na interface entre psicologia e políticas públicas.
Sendo um Blog institucional, nele você encontrará principalmente o material produzido pela rede CREPOP do Sistema Conselhos de Psicologia. Trata-se de textos e documentos referentes à prática profissional de psicologia nas políticas públicas.

REVISTAS/PERIÓDICOS

TÍTULO
DESCRIÇÃO

Revista Bagoas : Estudo Gays, Gêneros e Sexualidades

A revista Bagoas é uma publicação semestral do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. A revista publica artigos resultantes de estudos teóricos e pesquisas empíricas sobre gênero, sexualidade, homossexualidade, destacando espaço para os estudos gays, nomeadamente as reflexões sobre o homoerotismo, lesbianismo, transgêneros, conjugalidades e parentalidades homossexuais, identidades LGBTT.

Revista CS

Esta revista, de publicação semestral e de natureza acadêmica favorece a publicação de artigos e de pesquisas, fruto do trabalho intelectual de estudiosos nacionais e internacionais. O principal objetivo é a construção de reflexão sobre os problemas sociais em uma abordagem interdisciplinar.
(Em Espanhol)

Revista Latino-americana de Geografia e Gênero

A Revista Latino-americana de Geografia e Gênero tem a missão de publicar artigos científicos relacionados à área de geografia, gênero e sexualidades que contribuam com o desenvolvimento do conhecimento teórico e metodológico deste campo de saber. Além disso, visa estimular o debate acadêmico daqueles que atuam na temática e ampliar as relações com profissionais da América Latina e outras regiões do mundo, através do alcance da mí­dia eletrônica. A revista é uma publicação semestral e é composta pelas seções de artigos, resenhas e entrevistas.

Revista Ártemis

Esse periódico tem como missão a divulgação da produção científica no campo dos estudos de gênero, feminismos e sexualidades, dentro de uma perspectiva interdisciplinar, aborda fenômenos socioculturais a partir de análises históricas, literárias, culturais, psicológicas, etc.

Scielo/Revistas

GRUPOS DE PESQUISA

NOME
INSTITUIÇÃO
ESTADO
DESCRIÇÃO

Associação Brasileira de estudos em Homocultura

Interinstitucional

Nacional

Associação Brasileira de Estudos da Homocultura (ABEH) é uma entidade sem fins lucrativos que tem como principal proposta fomentar e realizar intercâmbios e pesquisas sobre a diversidade sexual e de gênero. Ela congrega professores/as, alunos/as de graduação e pós-graduação, profissionais, pesquisadores/as, ativistas e demais interessados/as na temática.

Grupo de pesquisa em Cultura e Sexualidade – CUS (UFBA)

UFBA

Bahia

O grupo de pesquisa em Cultura e Sexualidade (CUS) foi criado no final do ano de 2007 junto ao Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura (CULT), na Faculdade de Comunicação, na Universidade Federal da Bahia.
Congrega professores, alunos de pós-graduação e graduação interessados em estudar as relações entre a cultura, gênero e sexualidade. Além de uma pesquisa realizada em conjunto, sobre a representação de personagens não-heterossexuais nas telenovelas da Rede Globo e no teatro baiano, os integrantes realizam pesquisas individuais dentro da mesma temática estudada pelo grupo.

Núcleo de Estudos de Gênero e Sexualidade – (Nugsex/Diadorim)

UNEB

Bahia

O NUGSEX Diadorim foi fundado a partir da iniciativa de professores/as, alunos/as e técnicos/as homossexuais ou simpatizantes do movimento LGBTTTI. A proposta da criação do núcleo originou-se através de dois docentes que se reuniram para a criação de uma revista científica onde fossem publicados artigos sobre gênero e sexualidade produzidos pela comunidade acadêmica unebiana. A idéia foi ganhando adeptos/as e logo se percebeu que a sugestão de uma revista congregava o interesse e o campo de atuação de vários professores/as da UNEB, de diferentes Campi, que desejavam e/ou desenvolviam cursos, projetos e estudos na área.
Facebook do grupo: https://www.facebook.com/nugsexdiadorim

Grupo de Ação e Formação Múltiplas Sexualidades Sociedade-Educação

UFRB

Bahia

O Múltiplas Sexualidades: Grupo de Ação e Formação Múltiplas Sexualidades Sociedade-Educação é um projeto que ancora-se na concepção da extensão como espaço de formação profissional e se propõe a organizar algumas das pautas eleitas pelo coletivo (sociedade civil e universidade) participante do I Festival Anual de Múltiplas Sexualidades da UFRB, ocorrido em maio de 2012.
As ações serão delimitadas pelas discussões de gênero e diversidade sexual, pela produção de ações de visibilidade, de combate a homofobia e voltadas para a constituição de uma sociedade local efetivamente democrática.

Sertão: Núcleo de Estudos e Pesquisas em Gênero e Sexualidade

UFG

Goiás

O Ser-Tão é um núcleo de estudos e pesquisas em gênero e sexualidade vinculado à Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Federal de Goiás. Criado no final de 2006, o Núcleo tem como missão a produção e a divulgação de conhecimentos voltados à promoção da eqüidade de gênero e à garantia dos direitos sexuais.É composto por professoras/es, estudantes e pesquisadoras/es e por representantes de entidades civis interessados nas áreas de gênero e sexualidade. As reuniões são abertas ao público em geral.

Instituto de Estudos de Gênero

UFSC

Santa Catarina

Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana

Nacional

A SBRASH tem por objetivo congregar profissionais que atuam e estudam a sexualidade humana em diversas áreas do saber.

Tirésias: Núcleo Interdisciplinar de Estudos em Diversidade Sexual, Gênero e Direitos Humanos

UFRN

Rio Grande do Norte

O grupo tem por objetivo funcionar como espaço para estudos, pesquisas, diagnósticos, intervenção e difusão de questões relacionadas à diversidade sexual, a equidade de gênero e a garantia e ampliação dos Direitos Humanos.

Autores