CRAS

– Minuta Pesquisa CREPOP – 

Centro de Referência da Assistência Social – CRAS/BA 

Em maio de 2010 foi realizada a pesquisa CREPOP com psicólogas(os) que atuavam nos Centro de Referência da Assistência Social. As informações aqui apresentadas se baseiam nos dados coletados durante o Georreferenciamento e nos encontros (Reunião Específica e Grupo Fechado)[1] presenciais ocorridos em Salvador/BA, com psicólogas(os) de 25 municípios. Apresentamos a seguir um quadro geral com o número de participantes em cada encontro:

Encontro Presencial

Bahia

Reunião Específica

35

Grupo Fechado

35

***

De acordo com o Informativo SUAS, Edição nº14, relativo ao Censo CRAS 2009, a região nordeste apresenta o maior número de Centros de Referência da Assistência Social (2.016), sendo que a Bahia ocupa o terceiro lugar entre os estados com maior número de CRAS do Brasil – são 432 unidades em 377 localidades. Neste sentido, quase todos os municípios baianos possuem pelos menos um CRAS em seu território, havendo um predomínio do CRAS tipo urbano.

Entretanto, dados estaduais informam que o número de CRAS na Bahia é superior (512). Em Salvador, existem 18 CRAS em funcionamento. Entretanto, estima-se que este número deva dobrar até o próximo ano.

A seguir serão apresentados alguns pontos discutidos durante a etapa qualitativa da pesquisa com as(os) psicólogas(os) que atuam no CRAS.

 

a)            Rede de Referência

 

 As(os) psicólogas(os) presentes pontuaram as seguintes dificuldades:

  •  A rede de referência é deficitária e pouco articulada tanto no interior como na capital. Salientou-se que, geralmente por questões políticas, há uma dificuldade de articulação com os serviços de outras cidades de maior porte e que oferecem assistência mais especializada (Hospitais, CAPS, CREAS, etc.). Algumas(ns) profissionais afirmam que, muitas vezes, são os técnicos que fazem a articulação da rede, por uma iniciativa pessoal.
  • Geralmente não há como referenciar, uma vez que os usuários não têm recursos financeiros para se deslocar até os outros serviços. Além disso, os serviços da rede também apresentam problemas estruturais (como superlotação, ausência de recursos materiais e humanos) e os usuários não são atendidos em suas necessidades.
  • Há um desconhecimento dos gestores sobre a política – ainda percebida como filantropia – o que repercute em baixos investimentos nos CRAS, ou mesmo em desvio da verba que o município recebe para outras atividades. Algumas(ns) profissionais convivem com uma mudança constante de gestores, o que gera uma ruptura das ações e ameaças de demissão.

 

 

b) Dificuldades dos serviços/ Condições de Trabalho:

 

  • Limitações do campo de trabalho:

Dentre as limitações do campo de trabalho relatadas pelos participantes,

destacam-se:

Limitações Materiais:

  • Ausência de transporte para realizar visitas domiciliares;
  • Pouco ou nenhum material lúdico e didático;
  • Ausência de equipamentos (computador, telefone, impressora/tinta, datashow, DVD, som) e de manutenção dos mesmos;
  • Espaço físico pequeno para as atividades;
  • Ausência de testes psicológicos;
  • Escassez de material de limpeza e administrativos (papel, caneta);
  • Cadeiras quebradas e insuficientes para o trabalho de grupo;
  • Ausência de água potável.

 

Recursos Humanos /Organizacional:

  • Recursos Humanos insuficiente para atender as demandas;
  • Carga horária diferenciada (alguns profissionais ficam 20hs, outros 40hs);
  • Alta rotatividade de funcionárias(os);
  • Pouca qualificação de funcionárias(os)/ausência de capacitação;
  • Grande área de abrangência dos coletivos, dificultando o acompanhamento da população;
  • Remuneração insatisfatória e salários atrasados;
  • Concentração de verbas em um único órgão (geralmente administrativo), deixando a secretaria de assistência social sem poder ativo;
  • Ausência de lanches nos grupos;
  • Inexistência de um plano de cargos e salários (permanência do valor do salário mesmo havendo aumento das atribuições).

 

Outros:

  • Centralização do poder nas(os) gestoras(es), “politicagem”, perseguição política;
  • Estrutura física inadequadas: pouca ventilação, iluminação, esgotamento sanitário e manutenção dos banheiros e salas;
  • Registro na Carteira de Trabalho como “Assistente Técnico-operacional” e não como psicóloga(o);
  • Escassez de verba para a contratação de eventuais facilitadores para as oficinas de trabalho, geração de renda;
  • Falta de conhecimento da equipe do CRAS sobre a PNAS;
  • Burocracia e “morosidade” da Secretaria para resolver as pendências.

 

[2]

 

c) Atividades Específicas/Tecnologias de Intervenção/ Recurso Técnicos:

De acordo com as(os) profissionais presentes, são atividades da(o) psicóloga(o) no CRAS:

  • Realizar atendimento psicossocial individual e familiar; acolhimento; aconselhamento; ações socioeducativas;
  • Promover direitos, fortalecimento de vínculos afetivos familiares, orientar o desenvolvimento social e profissional dos indivíduos; desenvolver/estimular a autonomia e protagonismo das famílias em vulnerabilidade social;
  • Participar/desenvolver reuniões comunitárias; grupos de convivência; oficinas terapêuticas; oficina de geração de trabalho e renda;
  • Participar/desenvolver palestras informativas; palestras sócio-educativas;
  • Fortalecer a articulação com as esferas sociais; Parcerias com outros serviços do território;
  • Participar das reuniões da equipe;
  • Orientar e treinar as(os) oficineiras(os) e monitoras(es) do Projovem;
  • Supervisionar orientadoras(es) sociais;
  • Realizar visitas domiciliares;
  • Realizar encaminhamentos; referenciamento das famílias assistidas pelo Bolsa família;
  • Planejar, acompanhar e avaliar as atividades do CRAS.

Para desenvolver suas atividades, as(os) psicólogas(os) fazem uso dos seguintes recursos técnicos:

  • Acolhimento; escuta; conversa;
  • Anamnese;
  • Dinâmicas de grupo;
  • Desenho, pintura, escrita;
  • Histórias, filmes, livros, jogos, música;
  • Palestras;
  • Técnicas de grupo operativo e do psicodrama;
  • Outros recursos materiais: TV, DVD, som, datashow.

 

Os participantes relataram que no cotidiano do CRAS também surgem demandas clínicas (casos de TDAH, agressividade, ideação suicida, transtornos mentais), escolares (dificuldades de aprendizagem, conflitos na escola), encaminhamentos dos Conselhos Tutelares (violência sexual, conflitos familiares, uso e abuso de substâncias psicoativas). A maioria dessas demandas são acolhidas e encaminhadas para receber o acompanhamento no local apropriado, porém há um entrave nesse processo devido às dificuldades relativas à rede de referência.

d)          Teorias e Conceitos:

As teorias e conceitos utilizados pelas(os) participantes da pesquisa para atuação no CRAS foram:

  • Teorias: Psicologia Social; Psicologia Comunitária; Psicologia Social-Comunitária; Psicologia Analítica; Psicanálise; Psicologia Comportamental; Terapia Cognitivo-Comportamental; Abordagem Sistêmica; Gestalt-Terapia; Psicologia Humanista; Psicodrama; Abordagem Centrada na Pessoa; Logoterapia; Conceitos da psicologia do desenvolvimento humano; Psicologia dos grupos; Psicologia Sócio-histórica;
    • Conceitos: Vulnerabilidade social, autonomia, papeis sociais, mudanças perceptuais, família, respeito, território, aprendizagem, protagonismo, processo grupal, vinculo, dimensão ética e cultural.
    • Área do Conhecimento: Psicologia, Educação, Assistência Social, Direitos Humanos.

       e) Potencialidades e possibilidades do campo de trabalho:

De acordo com as(os) participantes, a psicologia contribui com a política de proteção social básica a partir do olhar diferenciado sobre a subjetividade e sobre a violação de direitos, resolução de conflitos, fortalecimento dos vínculos familiares, resgate da autoestima e autonomia dos sujeitos, construção de redes de apoio, do trabalho com grupos, identificação de papéis e representações sociais.

Por outro lado, a psicologia também se enriquece com a ampliação do olhar clínico, conhecendo e atuando diretamente numa realidade social, permitindo a construção de uma clínica ampliada. Destacou-se que não deve existir uma separação entre a atuação clínica e social, uma vez que parte da primeira o cuidado, a escuta e o acolhimento dos sujeitos. Além disso, em determinadas situações, é o clínico que embasa a atuação diante da angústia e da fragilidade do individuo. Entretanto, foi pontuada a importância da(o) psicóloga(o) se apropriar de ferramentas da psicologia sócio-comunitária, da etnografia e sociologia.

f) Considerações Finais

 

  • O aumento do número de CRAS no estado amplia a inserção da(o) psicóloga(o) no mercado de trabalho e, em especial, na Política Nacional de Assistência Social;
  • Apesar dessa ampliação, há uma precarização das condições de trabalho e na articulação de uma rede assistencial – na qual a(o) psicóloga(o) também está inserida(o).
  • As Instituições de Ensino Superior devem estar atentas para as contribuições que a graduação em psicologia deve oferecer para os futuros profissionais atuarem de maneira qualificada na assistência social e em outras políticas públicas;
  • O Sistema Conselhos cumpre uma função extremamente importante na fiscalização da prática profissional, mas também na orientação dos mesmos, principalmente numa área recente de atuação. Por isso, o esforço em pesquisar e propor orientações técnicas.

[1]          O Georreferenciamento consiste na localização dos profissionais de psicologia na política pública em questão.  O encontro presencial de 28 de maio de 2010. Neste encontro, realizaram-se dois momentos com objetivos metodológicos distintos: a) Reunião Específica na qual  investigamos o Campo da Prática; b) Grupo Fechado,  onde discutimos o Núcleo da Prática.

 

 

Atualizações online: venha contribuir nesta construção!

 

Contato: [email protected]

MARCOS LÓGICOS E LEGAIS

Marcos Lógicos e Legais referentes ao SUAS

Marcos Lógicos

PUBLICAÇÃO
EMENTA
ANO

Declaração de Genebra

Reconhecida pela Declaração Universal dos Direitos do Homem, pelo Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos (nomeadamente nos artigos 23.º e 24.º) 4, pelo Pacto Internacional sobre os Direitos Econômicos, Sociais e Culturais (nomeadamente o artigo 10.º).

1924

Declaração Universal dos Direitos Humanos

Lista os direitos e deveres fundamentais de todo ser humano.

1948

Declaração Americana dos Direitos e Deveres do Homem

Resolução XXX,Ata Final, aprovada na IX Conferência Internacional Americana, em Bogotá, em abril de 1948. Cita os direitos essenciais do homem, que os Estados americanos devem reconhecer.

1948

Declaração Universal dos Direitos da Criança

Estabelece direitos universais das crianças.

1959

Convenção sobre os Direitos da Criança

Adotada pela Resolução n.º L. 44 (XLIV) da Assembléia Geral das Nações Unidas, em 20 de novembro de 1989 e ratificada pelo Brasil em 20 de setembro e 1990. Enuncia um amplo conjunto de direitos fundamentais – os direitos civis e políticos, e também os direitos econômicos, sociais e culturais – de todas as crianças, bem como as respectivas disposições para que sejam aplicados.

1989

Declaração Mundial sobre a Sobrevivência, a Proteção e o Desenvolvimento das crianças nos anos 90

O bem-estar de todas as crianças foi um compromisso assumido por 71 presidentes e chefes de Estado, além de representantes de 80 países durante o Encontro Mundial de Cúpula pela Criança, realizado dias 28 e 29 de setembro de1990, na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque.

1990

Declaração de Viena e Programa de Ação

Reafirma o empenho de todos os Estados em cumprirem as suas obrigações no tocante à promoção do respeito universal, da observância e da proteção de todos os direitos do homem e liberdades fundamentais para todos, em conformidade com a Carta das Nações Unidas, com outros instrumentos relacionados com os Direitos do homem e com o direito internacional.

1993

Protocolo de San Salvador

Protocolo Adicional à Convenção Interamericana Sobre Direitos Humanos em Matéria de Direitos Econômicos, Sociais e Culturais.

1998

Declaração Internacional de Montreal sobre Inclusão

Elenca ações para promoção de uma sociedade inclusiva.

2001

Política Nacional de Assistência Social

Consolida as disposições da NOB/SUAS e estabelece a gestão da Assistência Social.

2004

Norma Operacional Básica – NOB/SUAS

Disciplina a operacionalização da gestão da PNAS.

2005

Marcos Legais

PUBLICAÇÃO
EMENTA
ANO

Constituição Federal do Brasil

Art. 6-11 (dos direitos sociais); Art. 201-202 (Da Previdência Social); Art. 203-204 (Da Assistência Social).

1988

Constituição do Estado da Bahia

Título VI – Da Ordem Econômica e Social
Capítulo X - Da Seguridade e Assistência Social

1989

Lei 8742

LOAS (Lei Orgânica de Assistência Social) - Dispõe sobre a organização da Assistência Social e dá outras providências

1993

Decreto 2298

Acresce §2º ao art. 5º do Decreto nº 1.605, de 25 de agosto de 1995, que regulamenta o Fundo Nacional de Assistência Social, e dá outras providências.

1997

Decreto 5.003

Dispõe sobre o processo de escolha dos representantes da sociedade civil no Conselho Nacional de Assistência Social - CNAS, e dá outras providências.

2004

Portaria 385

Estabelece regras complementares de transição e expansão dos serviços socioassistenciais cofinanciados pelo Governo Federal, no âmbito do Sistema Único da Assistência Social - SUAS para o exercício de 2005.

2005

Lei Orgânica do Município de Salvador

Título V – Da Ordem Econômica e Social
Capítulo X - Da Seguridade e Assistência Social

2006

Decreto 6.214

“Regulamenta o benefício de prestação continuada da assistência social devido à pessoa com deficiência e ao idoso” [...]

2007

Decreto 6.307

Dispõe sobre os benefícios eventuais de que trata o art. 22 da Lei no 8.742, de 7 de dezembro de 1993.

2007

Decreto 6.308

Dispõe sobre as entidades e organizações de assistência social de que trata o art. 3o da Lei no 8.742, de 7 de dezembro de 1993, e dá outras providências.

2007

Decreto 7.037

Aprova o Programa Nacional de Direitos Humanos - PNDH-3 e dá outras providências.

2009

Lei 12.314

Altera as Leis nos 10.683, de 28 de maio de 2003, que dispõe sobre a organização da Presidência da República e dos Ministérios, 8.745, de 9 de dezembro de 1993, que dispõe sobre a contratação por tempo determinado para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público, e 8.029, de 12 de abril de 1990, que dispõe sobre a extinção e dissolução de entidades da administração pública federal; revoga dispositivos da Lei no 10.678, de 23 de maio de 2003; e dá outras providências (Art. 24)

2010

Decreto 12.019

Aprova o Plano Estadual de Direitos Humanos da Bahia – PEDH e dá outras providências. Diretriz I: garantias de direitos sociais.

2010

Decreto 7.788

Regulamenta o Fundo Nacional de Assistência Social, instituído pela Lei no 8.742, de 7 de dezembro de 1993, e dá outras providências.

2012

Resoluções

PUBLICAÇÃO
EMENTA
ANO

Resolução 207

Aprova por unanimidade a Política Nacional de Assistência Social – PNAS e a Norma Operacional Básica da Assistência Social – NOB-2.

1998

Resolução 145

Aprova a Política Nacional de Assistência Social.

2004

Resolução 130

Aprova a Norma Operacional Básica da Assistência Social – NOB/SUAS.

2005

Resolução 212

Propõe critérios orientadores para a regulamentação da provisão de benefícios eventuais no âmbito da política pública de assistência social.

2006

Resolução 17

Ratificar a equipe de referência definida pela Norma Operacional Básica de Recursos Humanos do Sistema Único de Assistência Social – NOB-RH/SUAS e Reconhecer as categorias profissionais de nível superior para atender as especificidades dos serviços socioassistenciais e das funções essenciais de gestão do Sistema Único de Assistência Social – SUAS.

2011

Resolução 33

Aprova a Norma Operacional Básica do Sistema Único de Assistência Social -NOB/SUAS

2012

Legislação CRAS

Marcos Lógicos

PUBLICAÇÃO
EMENTA
ANO

Guia De Orientação Técnica – SUAS Nº 1. Proteção Social Básica De Assistência Social

Guia de orientação técnica do SUAS, com ênfase nos serviços de Proteção Social Básica de Assistência Social.

2005

Nota Técnica - Metas de Desenvolvimento dos CRAS por períodos anuais 2008/2013: Histórico e Objetivos

A presente nota técnica possui o objetivo de apresentar o histórico do processo de
pactuação da Metas de Desenvolvimento dos CRAS por períodos anuais

2011

O CRAS que temos, o CRAS que queremos – Volume 1

Orientações técnicas para Metas de Desenvolvimento dos CRAS - Período 2010/2011. Tem o intuito de colaborar para a qualificação do PAIF, além de reforçar a compreensão de que a oferta de serviços depende de planejamento, organização e gestão.

2011

Marcos Legais

PUBLICAÇÃO
EMENTA
ANO

Decreto 3613

Acrescenta dispositivo ao Decreto N 1.605, de 25 de agosto de 1995, que regulamenta o Fundo Nacional de Assistência Social.

2000

Portaria 878

Estabelece diretrizes e normas do Programa Sentinela e dá outras providências.

2001

Decreto 5085

Define as ações continuadas de assistência social.

2004

Portaria 440

Regulamenta pisos de proteção social especial.

2005

Portaria 138

Estabelece normas para o cofinanciamento de projetos de Estruturação da Rede dos Serviços Socioassistenciais de Alta Complexidade da Proteção Social Especial do Sistema Único de Assistência Social – SUAS.

2006

DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA

PUBLICAÇÃO
ORIGEM
EMENTA
ANO

CRAS - um lugar de (re)fazer histórias

MDS

A revista se propõe a dar uma valiosa contribuição para o debate sobre os Centros de Referência de Assistência Social – CRAS, oferecendo informações que possam orientar, esclarecer e pontuar reflexões.

2007

Parâmetros para atuação de assistentes sociais e psicólogos(as) na Política de Assistência Social

CFP/CFESS

Este documento aborda alguns parâmetros éticos-políticos e profissionais com a perspectiva de referenciar a atuação de assistentes sociais e psicólogos/as no âmbito da política de Assistência Social, materializada pelo Sistema Único de Assistência Social (SUAS)

2007

Referências Técnicas para atuação do(a) psicólogo(a) no CRAS/SUAS

CRP/CREPOP

Este documento tem como objetivo trazer para a reflexão, com os profissionais da Psicologia, aspectos da dimensão ético-política da Assistência Social, a relação da Psicologia com a Assistência Social, a atuação da(o) psicóloga(o) no CRAS e a gestão do trabalho no SUAS.

2008

Orientações Técnicas: Centro de Referências de Assistência Social - CRAS

MDS

Esta é uma publicação que se destina a gestores, coordenadores e equipes técnicas responsáveis pela implantação, organização e consolidação da Proteção Social Básica de Assistência Social, sua articulação com a Proteção Social Especial e com os demais serviços locais.

2009

CRAS: a melhoria da estrutura física para o aprimoramento dos serviços - orientações para gestores e projetistas municipais

MDS

Guia que responde de que maneira a estrutura física do CRAS pode favorecer a qualificação da prestação de seus serviços essenciais.

2009

PSICOLOGIA CIÊNCIA E PROFISSÃO: Diálogos. Política de Assistência Social: Psicologia: contribuições, desafios e trabalho com assistentes sociais. SUAS; o papel dos CRAS e dos CREAS. Desafios intersetoriais, controle social e protagonismo dos usuários.

CFP

Essa edição da Diálogos vem se somar aos inúmeros espaços de debates abertos para a discussão e a elaboração de referências para a área da assistência social.

2010

Norma operacional básica de recursos humanos do SUAS NOB-RH/SUAS Anotada e Comentada

MDS

Estabelece parâmetros gerais para a gestão do trabalho a ser implementada na área da Assistência Social, englobando todos os trabalhadores do SUAS, órgãos gestores e executores de ações, serviços, programas, projetos e benefícios da Assistência Social.

2011

Como os psicólogos e as psicólogas podem contribuir para avançar o Sistema Único de Assistência Social (Suas) – Informações para gestoras e gestores

CFP/CREPOP

O documento informa sobre o papel que psicólogos e psicólogas podem desempenhar na atuação e consolidação das políticas públicas de Assistência Social.

2011

MAPEAMENTO DE REDE DE SERVIÇOS

Serviços

INSTITUIÇÃO
ENDEREÇO
CONTATO
DESCRIÇÃO

CRAS Ilha de Maré

Santana,

Salvador

(71) 3176-7005

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS Paripe

Paripe,

Salvador

(071) 3176-4751

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS Cajazeiras

Cajazeiras VIII,

Salvador

(071) 3117-2117

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS Brotas

Bonocô,

Salvador

(071) 3381-5369

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS Valéria

Valéria,

Salvador

(071) 3301-8570

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS Liberdade

Liberdade,

Salvador

(071) 4176-4770

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS Mata Escura

Mata Escura,

Salvador

(071) 3390-6746

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS Federação

Federação,

Salvador

(071) 3176-7005

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS Bairro da Paz

Bairro da Paz,

Salvador

(071) 3368-0212

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS CEASA

Nova Esperança,

Salvador

(071) 3176-7005

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS Calabetão

Calabetão,

Salvador

(071) 3176-7005

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS Bom Jesus

Centro,

Salvador

(071) 3176-7005

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS Tancredo Neves

Tancredo Neves,

Salvador

(071) 3176-4751

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS Centro Histórico

Barroquinha,

Salvador

(071) 3176-7005

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS Parque São Cristovão

Parque São Cristovão,

Salvador

(071) 3176-4751

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS Parque São Bartolomeu

Parque São Bartolomeu,

Salvador

(071) 3176-4751

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS Jussara

Pedra do Descanso,

Feira de Santana

(075) 3612-1021

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS Parque Lagoa Grande

Ponto Central,

Feira de Santana

(075) 3622-8903

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS Rua Nova

Rua Nova,

Feira de Santana

(075) 3624-0683

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS George Américo

George Américo,

Feira de Santana

(075) 3221-4326

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS Fraternidade

Fraternidade,

Feira de Santana

(075) 3616-5159

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS Santo Antonio dos Prazeres

Santo Antonio dos Prazeres,

Feira de Santana

(075) 3622-1812

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS Aviário

Aviário,

Feira de Santana

(075) 3614-0736

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS Baraúnas

Baraúnas,

Feira de Santana

(075) 3603-0191

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS Mangabeira

Mangabeira,

Feira de Santana

(075) 3221-7989

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS Distrito de Maria Quitéria

Centro,

Feira de Santana

(075) 3221-3439

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS Queimadinha

Queimadinha,

Feira de Santana

(075) 3221-3439

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS Pampalona

Pampalona,

Feira de Santana

(075) 3221-3439

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS Expansão Feira IX

Expansão Feira IX,

Feira de Santana

(075) 3616-2447

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS Distrito de Humildes

Centro,

Feira de Santana

(075) 3683-1349

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS Boa União

Centro,

Alagoinhas

(075) 3423-8373

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS Nova Brasilia

Nova Brasilia,

Alagoinhas

(075) 3422-5580

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS Riacho da Guia

Centro,

Alagoinhas

(075) 3423-8384

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS Quilombola

Irmã Dulce,

Santo Antônio de Jesus

(075) 3631-2906

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS Centro

Centro,

Santo Antônio de Jesus

(075) 3632-4912

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS Alto Santo Antonio

Alto Santo Antonio,

Santo Antônio de Jesus

(075) 3632-1690

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS Nazareth Assis

São Paulo,

Santo Antonio de Jesus

(075) 3632-4414

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS Casa da Família

Centro,

Gandu

(073) 3254-0382

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS Barra

Barra,

Ilhéus

(073) 3634-7251

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS Banco da Vitoria

Barra,

Ilhéus

(073) 3634-7251

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS Nossa Senhora da Vitoria

Nossa Senhora da Vitoria,

Ilhéus

(073) 3632-5666

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS Viela

Teotonio Vilela,

Ilhéus

(073) 3231-3979

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS Olivença

Olivença,

Ilhéus

(073) 3634-1720

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS II/ Nova Ferradas

Nova Ferradas,

Itabuna

(073) 3613-7790

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS 1

Jardim Grapiuna,

Itabuna

(073) 3613-8307

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS Casa das Famílias

Moisés Reis,

Eunápolis

(073) 3261-5525

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS Casa de Atendimento à Família

Thiago de Mello II,

Eunápolis

(073) 3261-5525

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS Jerusalém

Jerusalém,

Teixeira de Freitas

(073) 3011-2705

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS Ulisses Guimarães

Ulisses Guimarães,

Teixeira de Freitas

(073) 3011-2705

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS Liberdade

Liberdade I,

Teixeira de Freitas

(073) 9947-3293

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS São Lourenço

São Lourenço,

Teixeira de Freitas

(073) 9923-9774

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS BNT II

Tancredo Neves,

Paulo Afonso

(075) 3282-9400

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS BNT III

Tancredo Neves III,

Paulo Afonso

(075) 3281-0005

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS Centenário

Centenário,

Paulo Afonso

(075) 3281-5244

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS Barroca

Barroca,

Paulo Afonso

(075) 3281-3621

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS Prainha

Prainha,

Paulo Afonso

(075) 3281-3424

E-Mail:Enviar E-Mail

CRAS Casa da Família

Centro,

Cícero Dantas

(075) 9900-9189

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CRAS II/Casa da Solidariedade

Vila de Fátima,

Serrinha

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CRAS I/Casa da Família

Rodagem,

Serrinha

(075) 3261-5335

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CRAS III/Casa da Cidadania

Cidade Nova,

Serrinha

(075) 3261-8311

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CRAS IV/Casa da Fraternidade

Cruzeiro,

Serrinha

(075) 9132-7556

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CRAS Bela Vista

Joaquim Romão,

Jequié

(073) 3527-1856

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CRAS III/ Cansanção

Cansanção,

Jequié

(073) 3527-1857

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CRAS I/Jequiezinho

Jequiezinho,

Jequié

(073) 3527-2437

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CRAS II/Mandacaru

Mandacaru,

Jequié

(073) 3527-1859

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CRAS IV/Joaquim Romão

Joaquim Romão,

Jequié

(073) 3527-2069

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CRAS Nova Itapetinga

Nova Itapetinga,

Itapetinga

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CRAS Vila Riachão

Clerolandia,

Itapetinga

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CRAS Américo Nogueira

Quintas do Morumbi,

Itapetinga

(077) 3261-8730

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CRAS Malhada da Areia

Codevasf,

Juazeiro

(074) 3612-3055

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CRAS Itaberaba

Itaberaba,

Juazeiro

(074) 3611-0109

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CRAS João Paulo II

João Paulo II,

Juazeiro

(074) 3612-3055

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CRAS Tabuleiro

Tabuleiro,

Juazeiro

(074) 3611-0342

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CRAS Quide

Quide,

Juazeiro

(074) 3612-3050

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CRAS Alice Barros de Figueiredo

Centro,

Jacobina

(74) 36215904

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INDICAÇÕES

FILMES

TÍTULO
DIREÇÃO
PRODUÇÃO
DESCRIÇÃO

4 meses, 3 semanas e 2 dias

Cristian Mungiu

Daniel Burlac; Cristian Mungiu; Oleg Mutu. Romênia/Bélgica: Mobra Films, Centrul National al Cinematografiei (CNC), Mindshare Media, 2008.

Em 1987, nos últimos dias do comunismo, Otilia (Anamaria Marinca) e Gabita (Laura Vasiliu) dividem um quarto num dormitório estudantil. Elas são colegas de classe na universidade de uma pequena cidade romena. Gabita está grávida e o aborto é ilegal no país. Otilia aluga um quarto num hotel barato. Lá elas recebem um certo Sr. Bebe (Vlad Ivanov) , chamado para resolver a questão. Mas, ao saber que Gabita está com a gravidez mais adiantada do que havia informado, Sr. Bebe aumenta as exigências para o serviço. Ele cobra um preço que as duas não estão preparadas para pagar.

O aborto dos outros

Carla Gallo

Paula Sacramento. Brasil: Olhos de Cão Produções Cinematográficas, 2008.

O Aborto dos Outros é um filme sobre maternidade, afetividade, intolerância e solidão. A narrativa percorre situações de abortos realizados em hospitais públicos - previstos em lei ou autorizados judicialmente - e situações de abortos clandestinos. O filme mostra os efeitos perversos da criminalização para as mulheres e aponta a necessidade de revisão da lei brasileira.

Anjos do Sol

Rudi Lagemann

Rudi Lagemann, Luiz Leitão, Juarez Precioso. Brasil, Apema Filmes; Caradecão Filmes; Globo Filmes, 2006.

Maria (Fernanda Carvalho) é uma jovem de 12 anos, que mora no interior do nordeste brasileiro. No verão de 2002 ela é vendida por sua família a um recrutador de prostitutas. Após meses sofrendo abusos, ela consegue fugir e sai em busca de um futuro melhor.

Falcão - Meninos do tráfico

MV Bill, Celso Athayde

MV Bill, Celso Athayde. Brasil: Som Livre, 2005.

A discussão criada com o documentário Falcão: Meninos do Tráfico continua no ar. Agora, em DVD, mostra fôlego e recria o universo que causou grande impacto na TV. Além do documentário, o DVD traz uma entrevista inédita com MV Bill e 3 videoclipes incríveis. Falcão: Meninos do Tráfico é um filme sem precedentes. Uma obra viva para ser assistida e guardada entre as grandes produções cinematográficas de nosso tempo.

Ilha das Flores

Jorge Furtado

Giba Assis Brasil, Monica Schmiedt, Nôra Gulart. Brasil: Casa de Cinema de Porto Alegre, 1989.

Um ácido e divertido retrato da mecânica da sociedade de consumo. Acompanhando a trajetória de um simples tomate, desde a plantação até ser jogado fora, o curta escancara o processo de geração de riqueza e as desigualdades que surgem no meio do caminho.

Os incompreendidos

François Truffaut

François Truffaut. França: Les Films du Carrosse, Sédif Productions, 1959.

Os Incompreendidos (Les quatre cents coups) é um filme francês de 1959, do gênero drama, dirigido por François Truffaut. O filme narra a história do jovem parisiense Antoine Doinel, um garoto de 14 anos que se rebela contra o autoritarismo na escola e o desprezo dos pais Gilberte e Julien Doinel. Rejeitado, Doinel passa a faltar as aulas para freqüentar cinemas ou brincar com os amigos, principalmente René. Com o passar do tempo, as censuras o direcionarão, vivenciará descobertas e cometerá delitos em busca de atenção.

Juízo

Maria Augusta Ramos

Diler Trindade. Brasil: Diler; No Foco, 2007.

Juízo acompanha a trajetória de jovens com menos de 18 anos de idade diante da lei. Meninas e meninos pobres entre o instante da prisão e o do julgamento por roubo, tráfico, homicídio.
Como a identificação de jovens infratores é vedada por lei, no filme eles são representados por jovens não-infratores que vivem em condições sociais similares.
Todos os demais personagens de Juízo - juízes, promotores, defensores, agentes do DEGASE, familiares - são pessoas reais filmadas durante as audiências na II Vara da Justiça do Rio de Janeiro e durante visitas ao Instituto Padre Severino, local de reclusão dos menores infratores.

Pixote, a Lei do mais Fraco

Hector Babenco

Hector Babenco. Brasil, Embrafilme; HB Filmes, 1980.

Pixote (Fernando Ramos da Silva) foi abandonado por seus pais e rouba para viver nas ruas. Ele já esteve internado em reformatórios e isto só ajudou na sua "educação", pois conviveu com todo o tipo de criminoso e jovens delinqüentes que seguem o mesmo caminho. Ele sobrevive se tornando um pequeno traficante de drogas, cafetão e assassino, mesmo tendo apenas onze anos.

Ônibus 174

José Padilha, Felipe Lacerda

José Padilha, Marcos Prado. Brasil, Zazen Produções, 2002.

Uma investigação cuidadosa, baseada em imagens de arquivo, entrevistas e documentos oficiais, sobre o sequestro de um ônibus em plena zona sul do Rio de Janeiro. O incidente, que aconteceu em 12 de junho de 2000, foi filmado e transmitido ao vivo por quatro horas, paralisando o país. No filme a história do sequestro é contada paralelamente à história de vida do sequestrador, intercalando imagens da ocorrência policial feitas pela televisão. É revelado como um típico menino de rua carioca transforma-se em bandido e as duas narrativas dialogam, formando um discurso que transcende a ambas e mostrando ao espectador porque o Brasil é um país é tão violento.

Sicko - S.O.S. Saúde

Michael Moore

Meegan O'Hara. Estados Unidos da América: Dog Eat Dog Films, The Weinstein Company, 2007.

Um painel do deficiente sistema de saúde americano. A partir do perfil de cidadãos comuns, somos levados a entender como milhões de vidas são destruídas por um sistema que, no fim das contas, só beneficia a poucos endinheirados. Ali vale a lógica de que, se você quer permanecer saudável nos Estados Unidos, é bom não ficar doente. E, depois de examinar como o país chegou a esse estado, o filme visita uma série de países com sistema de saúde público e eficiente, como Cuba e Canadá.

Sonho Real - Uma história de luta por moradia

Coletivo de Mídia Independente de Goiânia

Coletivo de Mídia Independente de Goiânia. Brasil: Coletivo de Mídia Independente de Goiânia, 2010.

A ocupação começou em maio de 2004 numa área que estava abandonada há anos e rapidamente agregou cerca de 3 mil famílias (mais de 15 mil pessoas). Em setembro, a justiça ordenou a reintegração de posse da área, prorrogada por motivos eleitoreiros até janeiro de 2005. Desde então: um governador que prometeu e não cumpriu, a justiça que decretou o despejo, um prefeito que podia desapropiar e não o fez, a polícia que foi lá e efetivou a ação, proprietários inadimplentes, mortos, feridos e uma cidade que não se comoveu.

Última Parada 174

runo Barreto

Bruno Barreto, Antoine de Clermont-Tonnerre, Roberto d'Avila, Paulo Dantas. Brasil, Moonshot Pictures; Movie&art; Mact Productions; Paramount Pictures; Globo Filmes; Canal+, 2008

Drama baseado em fatos reais sobre a vida do rapaz Sandro do Nascimento, menino de rua que sobreviveu à chacina da Candelária e, em 2000, sequestrou um ônibus no Rio de Janeiro. Tendo uma moça como refém na mira de seu revólver, a polícia - atiradores de elite - acabou disparando e matando os dois. O fato foi transmitido pela TV. Em 2002 o diretor José Padilha, de "Tropa de Elite", transformou a história no documentário "Ônibus 174".

LIVROS

TÍTULO
AUTOR
EDITORA
DESCRIÇÃO

A Discriminação Negativa

Robert Castell

Vozes

Ser discriminado negativamente significa ser associado a um destino embasado numa característica que não se escolhe. A discriminação negativa é a instrumentalização da alteridade, constituída em fator de exclusão.

A Educação Moral

Émile Durkheim

Vozes

Conduzir-se moralmente é agir em conformidade com uma norma, que determina a conduta a ser seguida antes mesmo que tomemos partido acerca do que devemos fazer.

A Insegurança Social – O que é ser protegido?

Robert Castel

Vozes

Analisa a sociedade atual e mostra que a busca da segurança absoluta corre o risco de entrar contradição com os princípios, do estado de direto.

A Miséria do Mundo

Pierre Bourdieu

Vozes

As condições de produção da miséria social através de pequenas crônicas: de uma assistente social abandonada num hospital, de um metalúrgico órfão da classe operária, de um diretor de escola vitima da violência urbana, entre outros.

A Sociologia do Crime

Philippe Roberto

Vozes

O crime está presente no debate publico, é através dele que se revela muito do ordenamento ou da desordem das relações sociais.

Argumentando e Pensando – Uma abordagem retórica à psicologia social

Maria Rose Moro, Christian Lachal

Vozes

Concebido de forma pragmática, o livro apresenta tanto os fatores comuns aos diversos modelos como também as especificidades de cada um, situando-se na evolução das teorias e das práticas.

As Artimanhas da Exclusão- Analise psicossocial e ética da desigualdade social

Bader Sawaia (org.)

Vozes

Compreender as diferentes dimensões da exclusão, ressaltando a dimensão objetiva da desigualdade social, a dimensão ética da injustiça e a dimensão subjetiva do sofrimento.

Desencanto e Utopia

Pablo Gentili

Vozes

Os dilemas da educação, seus sentidos e desafios, as frustrações que a mesma carrega e o potencial transformador que encerra. A educação é a chave para o progresso, para o bem-estar e para o crescimento econômico.

Família, Sociedade e Subjetividades

João Petrini, Vanessa Cavalcanti

Vozes

Incentivar à reflexão, dialogo, discussões, e pesquisas sobre as relações da família contemporânea.

Identidade em Psicologia Social – Dos processos identitários às representações sociais

Jean –Claude Deschamps, Pascal Moliner

Vozes

Trata da relação espiritual que existe entre o homem e Deus a nível incosciente, mesmo que o primeiro não o saiba.

Interlocuções entre a Psicologia e a Política Nacional de Assistência Social.

Lilian Rodrigues, Luciana Rodrigues

Vozes

Interlocuções entre a Psicologia e a Política Nacional de Assistência Social” é uma obra que agrega várias pesquisas, ensaios e relatos de experiências de autores de diferentes estados do país. A ênfase são as práticas psicológicas no campo da assistência social e suas interfaces com as demais políticas públicas, com destaque para a saúde, educação e trabalho.

Os Contextos do Saber – Representações, comunidade e cultura

Sandra Jovchelovitch

Vozes

Sandra Jovchelovitch demonstra que é por meio da representação que podemos avaliar a diversidade do saber e é a representação que explica o que liga o conhecimento a sujeitos, comunidades e culturas.

Pensar outramente o discurso interpretativo dominante

Alain Touraine

Vozes

O único principio que permite avaliar as condutas de cada um e as situações sociais é o reconhecimento dos direitos, políticos, sociais e culturais de todos os seres humanos, reconhecidos como seres livres e iguais.

Políticas Públicas e Assistência Social: Diálogo com as Práticas Psicológicas.

Neuza Guareschi, Lilian Rodrigues

Vozes

O novo modelo de gestão da política da Assistência Social prioriza a família como foco de atenção e território como base da organização de ações e serviços em dois níveis de atenção: a Proteção Social Básica, que é desenvolvida nos CRAS, pautando-seno fortalecimento dos vínculos familiares e na convivência comunitária; e a Proteção Social Especial, desenvolvida nos CREAS, com o objetivo de promover o acesso aos serviços de apoio e a inclusão em redes de pertencimento. Em ambos os Centros está previsto o profissional de psicologia na composição da equipe mínima. Quais as práticas da psicologia nestes locais? No sentido de contribuir com este debate, esta obra reúne trabalhos teóricos e práticos de pesquisadores e profissionais da psicologia, da assistência social e da antropologia, caracterizando a transdiciplinaridade da temática das políticas sociais públicas.

Psicologia e Políticas Públicas: Experiências em Saúde Publica

Célia Nascimento

Conselho Regional de Psicologia do Rio Grande do Sul, CRP-07, 2001.

O livro é efeito de um projeto de intervenção no campo das políticas públicas, organizado desde 1999 e envolvendo as entidades Conselho Regional de Psicologia/07, Sindicato dos Psicólogos do Rio Grande do Sul e Federação Nacional dos Psicólogos, psicólogos colaboradores e estudantes. Neste percurso foi constituído o Grupo de Políticas Públicas que articulou entidades, estudantes, trabalhadores e conselheiros de saúde psicólogos, produzindo um debate das Práticas Psi no campo da saúde pública, das ações de formação e da articulação política da categoria neste contexto.

Psicologia Social e Saúde : Práticas, Saberes e Sentidos.

Mary Jane P. Spink

Vozes

Neste livro, a autora criou um pano de fundo para que outros horizontes profissionais pudessem ser criados, abrindo possibilidades de atuação. A coletânea é desenvolvida sobre quatro eixos temáticos - a Psicologia Social pautada pelos princípios da saúde coletiva; a Psicologia no âmbito das profissões da saúde, e finalmente o sentido da ação na perspectiva dos direitos sociais.

Psicologia, Subjetividade e Políticas Públicas

Maria da Graça

Cortez

Nesta obra, Maria de Lourdes Trassi e Paulo Artur Malvasi fazem uma dupla a partir da Psicologia e da Antropologia para realizar uma tarefa fundamental, quando se fala em avançar no projeto do Compromisso Social. Esta coleção reúne textos que têm como objetivo comum produzir diferentes formas de pensar e atuar na sociedade a partir da psicologia e conhecimentos afins, com o interesse de fortalecer o discurso, tornando-o uma possibilidade real de atuação, ou seja, saindo da teoria para sistematizar e divulgar a práxis defendida no livro.

Psicólogo e as Políticas Públicas de Assistência Social.

Neuza Guareschi, Lilian Rodrigues

Vozes

O Sistema Único da Assistência Social (SUAS) prevê nos Centros de Referência em Assistência Social (CRAS) e nos Centros de Referência Especializados em Assistência Social (CREAS) a inclusão do profissional da Psicologia na composição da equipe mínima. Neste sentido, as práticas psicológicas na assistência social tornam-se um eixo de investigação e problematização no campo da Psicologia Social. Os cursos de Psicologia, por exigência do MEC, tiveram que oferecer ênfases e, em função da grande demanda de profissionais nesta área a partir do SUS e do SUAS, muitos colocaram em seus currículos a ênfase em 'formação em políticas públicas'. Contudo, a produção de conhecimento é deficitária, o que acarreta em grande demanda por material bibliográfico. Os profissionais interrogam-se constantemente sobre o lugar da psicologia nestes Centros. No sentido de contribuir com este debate propomos a obra "O Psicólogo e Políticas Públicas de Assistência Social", reúne trabalhos inéditos de pesquisadores e profissionais da Psicologia.

Representações Sociais e esfera Pública – A construção simbólica dos espaços públicos no Brasil.

Sandra Jovchelovitch

Vozes

A forma como os saberes leigos do cotidiano dão sentidos e configuram a trama simbólica sobre os espaços públicos no Brasil.

Vigiar e Punir – História da Violência nas prisões

Michel Foucault

Vozes

Criminalidade e delinquência em confronto com a repressão e a punição. Um estudo cientifico, fartamente documentado, sobre a evolução histórica da legislação penal e respectivos métodos e meios coercitivos e punitivos adotados pelo poder publico.

MÚSICAS

TÍTULO
INTÉRPRETE
ÁLBUM

Cano na Cabeça

O Círculo

O Círculo

É

Gonzaguinha

Gonzaguinha – Perfil

Geni e o Zepelim

Chico Buarque

Ópera do Malandro

Geração Coca Cola

Legião Urbana

Legião Urbana

Marvin

Titãs

Titãs

Metrópole

Legião Urbana

Dois

Minha Alma

O Rappa

Lado B Lado A

O Meu Guri

Chico Buarque

Almanaque

POEMAS

TÍTULO
AUTOR

Os Sapos

Manoel Bandeira

A cidade em Progresso

A cidade em Progresso

Psicologia de um Vencido

Augusto dos Anjos

SITES

TÍTULO
DESCRIÇÃO

CRAS de Guanambi

Site atualizado com as ações promovidas e apoiadas pelo CRAS de Guanambi (também conhecido como CASA DA FAMÍLIA).

Ministério da Saúde

O Ministério da Saúde tem a função de oferecer condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde da população, reduzindo as enfermidades, controlando as doenças endêmicas e parasitárias e melhorando a vigilância à saúde, dando, assim, mais qualidade de vida ao brasileiro.

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome

O MDS desenvolve e divulga, periodicamente, boletins eletrônicos com informações sobre assistência social, renda de cidadania, segurança alimentar e nutricional e inclusão produtiva.

Ministério Público do Estado da Bahia

O Ministério Público define-se como órgão constitucional autônomo, inserido entre as funções essenciais à prestação jurisdicional, incumbido de zelar pela defesa da ordem jurídica, dos interesses sociais e individuais indisponíveis e do próprio regime democrático. O Ministério Público não deve subordinação a nenhum dos três Poderes nem pode ser identificado simplesmente como o titular da ação penal pública. Cumpre uma função de controle e uma função de promoção ativa de interesses protegidos pelo direito positivo. Para exercer essas relevantes funções públicas, os membros da Instituição gozam de prerrogativas de independência funcional equiparadas às dos membros da magistratura. A Instituição goza de autonomia administrativa e funcional, exercendo a iniciativa privativa dos projetos de lei sobre a definição dos direitos, deveres, prerrogativas e subsídios de seus membros e dos vencimentos do seu pessoal de apoio.

Observatório - CREPOP 03

Este é um espaço de publicação e troca de informações sobre o que acontece na interface entre psicologia e políticas públicas. Sendo um Blog institucional, nele você encontrará principalmente o material produzido pela rede CREPOP do Sistema Conselhos de Psicologia. Trata-se de textos e documentos referentes à prática profissional de psicologia nas políticas públicas.

Portal Brasil

Conheça todas as etapas de construção do Portal Brasil, que começou a ser idealizado em julho de 2007. Acompanhe a evolução do projeto desde o momento em que a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) definiu a criação da licitação até o lançamento do edital, a concorrência, a vitória do Grupo TV1 - responsável pelo desenvolvimento técnico e pela produção de conteúdo - e todos os meses de trabalho que se seguiram para a atualização constante do Portal.

Portal Brasil Rede de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher

Endereços e Telefones de todos os CRAS registrados na Bahia

Referências do Ministério Público da Bahia

Endereço de CRAS e CREAS do Estado da Bahia

Secretaria de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza da Bahia

Site oficial da Secretaria de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza da Bahia

UNICEF

O Fundo das Nações Unidas para a Infância – UNICEF está presente no Brasil desde 1950, liderando e apoiando algumas das mais importantes transformações na área da infância e da adolescência no País, como as grandes campanhas de imunização e aleitamento, a aprovação do artigo 227 da Constituição Federal e o Estatuto da Criança e do Adolescente, o movimento pelo acesso universal à educação, os programas de combate ao trabalho infantil, as ações por uma vida melhor para crianças e adolescentes no Semi-árido brasileiro.

Comissão Internacional de Direitos Humanos (OEA)

A Organização dos Estados Americanos é o mais antigo organismo regional do mundo. A sua origem remonta à Primeira Conferência Internacional Americana, realizada em Washington, D.C., de outubro de 1889 a abril de 1890. Esta reunião resultou na criação da União Internacional das Repúblicas Americanas, e começou a se tecer uma rede de disposições e instituições, dando início ao que ficará conhecido como “Sistema Interamericano”, o mais antigo sistema institucional internacional.

Psicologia no SUAS

O blog tem os seguintes propósitos:
1. Facilitar o acesso às publicações referente a Política Nacional de Assistência Social (PNAS); Sistema Único de Assistência Social (SUAS)
2. Espaço para troca de experiências profissionais nos CRAS;
3. Promover discussões acerca do fazer psi nas Políticas Públicas de Assistência Social (PPAS), principalmente na Proteção Social Básica (PSB) e de publicações dessas práticas;
4. Divulgar a execução das PPAS no Munícipio de Eunápolis/BA;
5. Divulgar o trabalho dos demais Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) de todo Brasil!
6. Espera-se que o CRASpsicologia seja um suporte/orientação aos Profissionais na prática das PPAS e aos interessados e compromtidos com o aprimoramento dessas práticas;
7. Espaço para divulgar textos, artigos, e livros sobre a temática.

Promenino Fundação Telefônica

A rede Promenino Fundação Telefônica é uma iniciativa da Fundação Telefônica|Vivo que busca contribuir para a garantia dos direitos de crianças e adolescentes e combater a exploração do trabalho infantil.

REVISTAS/PERIÓDICOS

TÍTULO
DESCRIÇÃO

Diálogos

A Revista Diálogos é uma publicação da Universidade de Pernambuco, campus Garanhuns, FACETEG - Faculdade de Ciências, Educação e Tecnologia de Garanhuns.
Seu objetivo é a publicação e divulgação de artigos científicos relevantes em áreas ligadas ao espectro de cursos ministrados na FACETEG. Neste sentido, sua área dominante é a das Ciências Humanas (Letras, Linguística, Literatura, Comunicação, Semiótica, Pedagogia, Antropologia, Música, Artes Plásticas, Teatro, Cinema, Psicologia, História e Geografia), com abertura em secções específicas da revista para as áreas das Ciências Exatas (Matemática, Informática, Ciências da Informação) e Ciências Biomédicas (Ciências Biológicas).

Psicologia: Ciência e Profissão

A revista Psicologia: Ciência e Profissão é uma publicação trimestral dos Conselhos Federal e Regionais de Psicologia. Publica artigos originais referentes à atuação profissional do psicólogo, à pesquisa, ao ensino ou à reflexão crítica sobre a produção de conhecimento na área da Psicologia.
Sua missão principal é contribuir para a formação profissional do psicólogo brasileiro bem como socializar o conhecimento psicológico produzido por aqueles que pesquisam e/ou atuam no campo da Psicologia.

Psicologia & Sociedade

Psicologia & Sociedade é o periódico quadrimestral da Associação Brasileira de Psicologia Social - ABRAPSO.
A revista publica artigos originais que destacam pesquisas e teorias sobre a interface entre psicologia e sociedade, com uma postura crítica, transformativa e interdisciplinar acerca da Psicologia Social.

Polêmica

É uma revista eletrônica trimestral, interdisciplinar, editada pelo LABORE, Laboratório de Estudos Contemporâneos/UERJ. A proposta é promover o debate acadêmico de questões atuais e controversas.

Bahia Análise & Dados

A Bahia Análise & Dados é uma publicação com edição temática, produzida pela SEI desde 1991. Sua periodicidade é trimestral, com abordagem de assuntos voltados para o planejamento público, desenvolvimento social e assuntos relacionados ao meio ambiente, caracterizando-se por uma linha mais formal e acadêmica.

GRUPOS DE PESQUISA

NOME
INSTITUIÇÃO
ESTADO
DESCRIÇÃO

CREPOP

O objetivo do Crepop é promover a qualificação da atuação profissional de psicólogos que atuam em políticas públicas por meio de pesquisas e da sistematização e divulgação de informações acerca da prática profissional da categoria nestas políticas.

Grupo de Pesquisa em Marxismo e Educação, (GPME)

Constituído no ano de 1995, tem como proposta congregar pesquisadores, docentes e estudantes de graduação e pós-graduação em seus diversos níveis, em torno de uma identificação de ordem teórico-metodológica comum, com a teoria social marxiana. A opção teórico-metodológica também impõe tanto o tratamento de um amplo espectro temático nos projetos, envolvendo colaboradores e estudantes das mais diversas formações, quanto uma busca de sintonia com as questões sociais mais relevantes, expressa na produção científica do grupo.

Autores